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PRAGAS

Ratos e Ratazanas

Ratos e Ratazanas

Os ratos pertencem à Ordem Rodentia e à família dos Murídeos. Das várias espécies existentes, apenas três delas causam graves prejuízos ao Homem, nomeadamente a ratazana comum, o rato preto e o rato doméstico.

Os Murídeos são provenientes da Ásia. Espalharam-se por todo o mundo através das trocas comerciais aquando da época dos descobrimentos e adaptaram-se facilmente ao ambiente e ao homem.

O seu ciclo biológico caracteriza-se pela reprodução anual, principalmente durante a Primavera e o Outono. As ratazanas têm as suas primeiras crias aos 4 meses de idade, podendo originar 6 gestações por ano. O número de crias varia entre 5 e 10, com uma média de 8 crias para a ratazana comum, 7 para o rato preto e entre 10 e 16 para o rato doméstico. Este último tem as suas primeiras crias aos 2 meses de idade, podendo chegar até 8 gestações por ano.

Um casal de ratazanas pode gerar 200 descendentes durante um ano e no caso do rato doméstico ou do campo pode ir até aos 2.000 por ano. São espécies que apresentam um elevado potencial reprodutivo, permitindo regenerar muito rapidamente uma população.

Do ponto de vista dos hábitos alimentares, são omnívoros mas apresentam preferência por cereais; consomem, diariamente, os alimentos em cerca de 10% do seu peso vivo e necessitam de água. O seu esqueleto é constituído por cartilagens, o que lhes permite penetrar nas instalações por pequenos orifícios ou por debaixo de portões.

Os ratos têm, regra geral, hábitos noturnos, e só se aventuram a sair à luz do dia, quando a população aumenta exponencialmente, tornando o alimento disponível insuficiente para toda a colónia.
Estes mamíferos destroem muito mais do que consomem, pois têm que desgastar os dentes incisivos que crescem continuamente (3mm por semana). São também portadores de várias doenças que podem ser transmitidas ao homem, através da contaminação dos alimentos, (Peste bubónica, Tifo Murino, Doença de Weil, Leptospirose e Triquinosis).

Por tudo isto devemos proceder ao seu controlo, porque para além da destruição das mercadorias, perda de imagem e mal-estar produzido, ainda existe a possibilidade de transmitir graves doenças ao Homem.

A MM no controlo de Murídeos realiza um serviço de acordo com todas as exigências do sistema HACCP, efetuando um Controlo Integrado de Pragas (CIP). 

Sabendo que o meio ambiente tem um equilíbrio delicado e é constantemente objeto das mais diversas ameaças, a MM respeita todas as normas de segurança na realização do serviço de desratização.

Nas instalações são colocadas estações de isco de Alta Segurança, com chave para dificultar a sua abertura e que poderão ser afixadas ao solo. 

Os rodenticidas utilizados são inodoros e aplicados com a maior segurança (fixos dentro das Estações). Para cada uma das espécies são selecionados os rodenticidas e princípios ativos mais indicados, de acordo com os seus hábitos alimentares e o diferente modo de ingestão dos alimentos. 

Com este serviço de assistência continuada,a MM controla os problemas existentes e previne futuras reinfestações que possam vir a ocorrer nas instalações.

Os métodos preventivos são a base do controlo de roedores. Os roedores reproduzem-se rapidamente e pequenas populações transformam-se, rapidamente, num grande problema.

De forma a prevenir estes problemas, mantenha qualquer fonte alimentar protegida dos roedores. Os restos alimentares e os nossos resíduos são fontes potenciadoras de infestação. Deveremos proteger os alimentos em recipientes apropriados, construídos em vidro ou metal, de forma a prevenir a infestação.

Os objetos de cartão são atrativos para os roedores porque é um material que permite a construção dos seus ninhos.

É recomendável que na sequência de uma infestação, provocada por roedores, contacte um profissional de controlo de pragas para conduzir uma desratização. Os profissionais são treinados para controlar e prevenir futuras infestações.

Agende uma visita técnica para se ver livre destes indesejados visitantes.

As ratazanas cuidam de outras ratazanas feridas ou doentes desde que pertencentes ao seu grupo social

Sem companhia, os ratos tendem a tornarem-se solitários e deprimidos

Os ratos têm uma excelente memória. A partir do momento que aprendem uma nova rota, jamais a esquecerão

Quando os ratos estão felizes têm o hábito de ranger os dentes.

O rato vai mais longe que um camelo sem beber um copo de água

Os ratos são animais extremamente asseados. Investem várias horas por dia a cuidar da sua higiene

A cauda de um rato auxilia no seu equilíbrio assim como permite regular a temperatura corporal

Os ratos acompanharam a evolução da ciência pois servem como cobaias

Os ratos sentem variações de humor nos seres humanos

A fêmea e o macho dos ratos diferem no aspeto e na personalidade

Um rato fêmea pode acasalar até 500 vezes com vários machos durante um período de recetividade de 6 horas

Nas grandes cidades existem 4 ratos por cada ser humano

Um rato pode cair de uma altura de 15 metros sem sofrer qualquer tipo de lesão


Baratas

Baratas

As Baratas pertencem à Ordem Ortóptera e à família dos Blatídeos. Estão entre os insetos mais antigos do nosso Planeta, apresentando, ao longo de milhões de anos menores alterações morfológicas e a maior capacidade de adaptação encontrados à face da Terra. Têm um grande potencial reprodutivo, rápido desenvolvimento de linhagens resistentes aos inseticidas e hábitos noturnos que as protegem da deteção. Existem mais de 3.500 espécies de baratas, mas apenas 1% está associada ao Homem. Em Portugal são três as espécies mais comuns: barata alemã, barata oriental e barata americana.

Os Blatídeos são oriundos dos países tropicais pelo que têm preferência por locais quentes e húmidos. Espalharam-se por todo o mundo através das trocas comerciais e das condições favoráveis que o Homem proporciona para o seu crescimento e reprodução. Possuem hábitos alimentares bastante variados, preferindo alimentos ricos em amido, açúcar ou gordura; podem alimentar-se também de celulose (papel), sangue, insetos mortos, resíduos de lixo, entre outros.

Apresentam o hábito de regurgitar um pouco do alimento parcialmente digerido. A barata alemã habita principalmente cozinhas e despensas, passando 75% do seu tempo em abrigos próximos de fontes alimentares. Percebe-se que um local está infestado através de sinais como fezes, ootecas vazias, exosqueletos e observando-se exemplares em atividade mesmo durante o dia. A barata alemã apresenta um ciclo de vida de 9 meses, fazendo a postura de ootecas, em média, 5 vezes ao longo de sua vida. Cada ooteca contem entre 30 a 40 ovos. Esta grande capacidade reprodutiva permite um rápido desenvolvimento de linhagens resistentes aos inseticidas.

A barata americana normalmente habita locais com muita gordura e matéria orgânica em abundância. Exemplos destes locais são as galerias de esgoto, as caixas de gordura e de inspeção, entre outros. São excelentes voadoras em climas quentes. A barata americana vive entre 2 a 3 anos e faz a postura de ootecas de 10 a 20 vezes, contendo 12 a 20 ovos, cada uma destas estruturas. Quanto mais elevada a temperatura e a humidade, mais rápida será a sua reprodução.

As baratas são mais que um incómodo, contaminando os alimentos e transmitindo doenças ao Homem. Este contágio ocorre através das fezes, da regurgitação, dos cadáveres de baratas e de germes patogénicos, transportados pelas mesmas. Estas evidências são suficientemente fortes para justificar o seu controlo, podendo a sua presença constituir uma ameaça para a saúde humana, perda de imagem de um estabelecimento comercial e o mal-estar dos funcionários.

A MM no controlo de Blatídeos utiliza preparações residuais, conseguindo assim obter um controlo efetivo da espécie a combater. O serviço de desbaratização nas áreas de preparação e confeção de alimentos, é realizado através da aplicação localizada de um isco inseticida em forma de gel, tendo a finalidade de não perturbar o habitual funcionamento e produção.

Deste modo não é necessária a paragem dos funcionários ou máquinas, contribuindo para uma normal atividade. Nas áreas onde não existe um contacto direto com os alimentos, podem ser aplicadas preparações líquidas praticamente inodoras e que não mancham, através de uma pulverização cuidada e localizada.

Como complemento são colocados detetores de Blatídeos em alguns locais específicos, de modo a nos permitir ter um conhecimento concreto da situação nas instalações.

As baratas podem constituir um problema grave, quer na sua casa quer no seu negócio. Para alcançar o sucesso no controlo e para prevenir futuras infestações destas indesejadas espécies, existem aspetos importantes que deverão ser conhecidos.

Existem várias espécies de baratas com importância económica em Portugal. Esta importância está relacionada com os prejuízos que nos podem causar, tanto a nível económico como na saúde pública.

Dependendo das espécies, as baratas podem invadir edifícios através de fendas e fissuras e sistemas de esgotos. Inclusive, poderão ser transportadas nos alimentos que adquirimos.

Estas espécies encontram, junto do homem, todas as condições necessárias para a sua reprodução. Nos nossos edifícios disponibilizámos fontes alimentares, calor, água e abrigos.

Quando temos a oportunidade de visualizar uma barata deveremos perceber que existem muitas mais escondidas e em reprodução ativa. Normalmente, quando visualizamos um barata durante o dia, deveremos considerar que existe uma infestação grave.

As baratas deixam-nos muitas pistas da sua existência. Assim, insetos vivos, insetos mortos, fezes, um odor característico, ootecas, são sinais inequívocos de uma infestação.

As baratas ao libertarem fragmentos dos seus exosqueletos e ao produzem fezes poderão agravar quadros clínicos de alergia, especialmente em crianças e em indivíduos sensíveis.

Devido à grande capacidade adaptativa e reprodutiva das baratas, torna-se imperativo o acompanhamento profissional das infestações, de forma a controlar rapidamente o aumento exponencial das populações.

Existem atualmente várias metodologias para eliminar estes indesejados insetos que, para além da aplicação de biocidas, integram outras formas de luta sugeridas, sempre que aplicável, pelo departamento técnico da MM Desinfecções.

Os dinossauros apareceram no planeta terra 120 milhões de anos após as baratas

A barata consegue sobreviver aproximadamente um mês sem alimento

A barata consegue sobreviver aproximadamente uma semana sem água

Algumas baratas fêmeas apenas acasalam uma vez e permanecem grávidas durante toda a sua vida

A barata sobrevive aproximadamente uma semana sem cabeça

As baratas conseguem suster a respiração por períodos de 40 minutos

As baratas deslocam-se a uma velocidade estonteante de 4,82 km/hora

Existem mais de 4000 espécies de baratas no planeta terra

As baratas podem sobreviver após uma explosão nuclear, pois apresentam grande resistência à radiação


Formigas

Formigas

As formigas são insetos sociais pertencentes à Ordem dos Himenópteros e à família Formicidae. Vivem no campo, jardins e outros locais, onde constroem um formigueiro no qual a Rainha está constantemente a por ovos, sendo este o principal motivo de atividade por parte dos soldados e obreiras. Apresentam uma maior atividade biológica entre a Primavera e o fim do Verão, introduzindo-se no interior das habitações, fábricas, armazéns e outros locais, em busca de alimentos doces e açucarados e destruindo-os muitas das vezes.
 
A Formiga do jardim (Lasius níger)  apresenta uma dimensão de 3 mm, percorrendo zonas exteriores, por vezes debaixo dos edifícios, podendo alcançar facilmente os nossos alimentos. Os formigueiros encontram-se no solo, em forma de montículos ou debaixo das lousas nos jardins. Alimentam-se, preferencialmente, de substâncias açucaradas, proteínas, gorduras, pequenas moscas e outros insetos similares. O seu olfato está muito desenvolvido permitindo que sigam uma determinada rota em busca de alimentos, infestando as nossas habitações.

A Formiga faraó (Monomorium pharaonis) representa um grave problema em muitos países do mundo. Este pequeno artrópode permanece ativo durante todo o ano na estrutura dos nossos edifícios, infestando hotéis, vivendas, hospitais, laboratórios e outros locais. As infestações podem ser graves e com várias colónias no mesmo edifício, podendo ser desde uma rainha e uma corte de obreiras até centenas de rainhas e centenas de milhares de obreiras. É uma formiga muito pequena; as obreiras medem entre 1,5 a 2 mm, a sua cor varia entre o amarelo e o roxo e a parte traseira do seu abdómen é escura. As obreiras podem percorrer distâncias superiores a 30 metros na procura do alimento.

A Formiga argentina (Iridomyrmen humilis) é de pequeno tamanho e não apresenta uma sociedade estratificada em castas (as obreiras não têm diferenciação morfológica e são todas iguais). Esta espécie não constrói formigueiros e, por vezes, circula de forma isolada. De Verão qualquer abrigo lhe serve, como por exemplo debaixo de uma árvore. No Inverno refugia-se em locais abrigados, nomeadamente pilhas de estrume, paredes e tabiques das casas, entre outros.

A MM no controlo de formigas utiliza preparações residuais, as quais são aplicadas por pulverização localizada no interior e exterior das instalações criando assim uma barreira química que elimina as formigas existentes e previne futuras invasões.

São utilizados iscos em estações de isco próprias em todas as instalações ou em aplicações localizadas nas fendas e ranhuras, debaixo dos armários de cozinha, casas de banho, ar condicionado e principalmente nos locais de alimento e água. Nas instalações de maior dimensão é necessário sinalizar numa planta os locais onde foram colocadas as estações de isco.

O controlo de infestações produzidas por formigas é bastante difícil. É conveniente conhecer a praga de forma a implementar um controlo integrado da mesma e, adicionalmente, prevenir o seu reaparecimento.

As formigas migram para os edifícios, por fissuras e fendas de reduzida dimensão, na procura de alimentos, de água e de substâncias açucaradas.

Estes insetos comunicam através de odores, denominados feromonas, deixando um rasto químico por onde circulam.

As formigas são insetos vincadamente sociais, vivendo em sociedades hierarquizadas. As colónias formadas poderão atingir um número de indivíduos na ordem do meio milhão. Após o estabelecimento da colónia, esta poderá persistir cerca de 10 a 15 anos.

O controlo de formigas requer um conhecimento profundo sobre esta praga. A maioria dos tratamentos “caseiros” apenas elimina as formigas visíveis, não interferindo na colónia de formigas estabelecida. Por esta razão é necessário um acompanhamento técnico das infestações, de forma a implementar um controlo efetivo tanto nas formigas visíveis, como na restante colónia, possibilitando eliminar a infestação na sua origem.

Existem cerca de 12000 espécies de formigas no planeta terra

Uma formiga consegue levantar 100 vezes o seu peso corporal, ou seja, seria como um homem adulto levantar um autocarro…

As formigas são insetos vincadamente sociais

Numa colónia de formigas a rainha poderá viver muitos anos e faz a postura de milhões de ovos

As formigas não têm ouvidos. Sentem os sons ambientes através de vibrações

Quando uma rainha morre a colónia só sobrevirá um número reduzido de meses

No planeta terra existem cerca de 1,5 milhões de formigas para cada ser humano

As formigas apareceram no planeta terra entre 110 a 130 milhões de anos, muito antes que o homem

Existem 10,000,000,000,000,000 (10 quadriliões) de formigas no planeta terra para 7 7.000.000.000.000 (7 biliões) de seres humanos…


Ácaros

Ácaros

Os ácaros pertencem à subclasse Acarina, a qual engloba um grande número de espécies, sendo as mais importantes a família Pyroglyphidae (ácaros domésticos) e família Tyroglyphidae (ácaros de armazenamento). De tamanho bem reduzido e muitas das vezes invisíveis a olho nu, estes artrópodes alimentam-se de uma grande variedade de substratos, apresentando, na sua forma adulta, quatro pares de patas, ao contrário dos insetos que apresentam 3 pares de patas. 

Vivem de 2 a 3 meses, durante os quais acasalam 1 a 2 vezes. Deste acasalamento originam a uma postura de 20 e 40 ovos. O período mais propício para o acasalamento é a Primavera e o Outono.

Atualmente fala-se muito sobre pessoas alérgicas à poeira, mofo e Ácaros. Mas, o que são Ácaros? São artrópodes, pertencentes à Ordem Aracnídea, a mesma divisão taxonómica das aranhas, carraças e escorpiões.
Os Ácaros são responsáveis por sintomas alérgicos, tais como rinite alérgica, asma e eczemas, que podem variar de indivíduo para indivíduo, dependendo da sua sensibilidade. Calcula-se que a prevalência da sensibilização aos Ácaros, na população geral, seja de cerca de 10 a 20%.

Estas espécies estão associadas a ambientes quentes e húmidos, ideais para o seu desenvolvimento. A transpiração de um ser humano na cama produz humidade suficiente para a existência de Ácaros nos lençóis, almofadas e colchão.

Os Ácaros abundam nos colchões, mantas de lã, almofadas de penas, tapetes, alcatifas, sofás e bonecos de peluche, desenvolvendo-se em condições ótimas com humidade superior a 70% e com uma temperatura superior a 20ºC. Os ácaros não têm condições de sobrevivência quando existe humidade relativa inferior a 45 %. Em altitudes superiores a 1200 metros, os ácaros deixam de ter boas condições de vida. Por este motivo, a estadia em regiões montanhosas pode conduzir ao alívio de certas alergias.

Contudo, os ácaros não atacam somente o homem, atacam também os produtos armazenados, sendo na maioria as mesmas espécies do pó existente nas nossas habitações. Quando presentes nos alimentos, podem deteriorar cereais e outros produtos naturais, consumidos tanto pelo Homem como por animais, podendo causar doenças de pele e distúrbios intestinais.

Alimentam-se de matéria orgânica encontrada na poeira doméstica (fungos, partículas de alimentos), mas a maior parte da sua dieta consiste em escamas de pele humana e de animais, que é substituída diariamente (1 grama) e que possui alto valor proteico. 1 gr de pó pode conter até 3000 Ácaros!

A MM no controlo de Ácaros, dispõem de acaricidas específicos, não tóxicos para o Homem e com capacidade para eliminar os Ácaros domésticos, conseguindo assim obter um controlo efetivo da espécie a combater.

A aplicação da preparação é realizada através de uma pulverização cuidada e uniforme, usando preparações líquidas que não mancham e que são inodoras. Como complemento pode aplicar-se uma nebulização a frio, que se dispersa pelo ar alcançando locais onde os acaricidas líquidos não chegam, melhorando assim o resultado final do serviço.

Para reduzir a existência de Ácaros deve proceder-se a algumas medidas preventivas, como: arejar e limpar a casa, usar o desumidificador e efetuar uma aspiração forte.

A maioria dos ácaros, devido ao seu reduzido tamanho, é de difícil avaliação ou visualização sem a utilização de um equipamento de aumento.

Os ácaros poderão causar irritações cutâneas. Normalmente os sintomas produzidos são avaliados por dermatologistas.

Existem algumas medidas que se podem implementar de forma prevenir infestações produzidas por ácaros:

  • Ventilar frequentemente as divisões das habitações, especialmente no período da manhã;

  • Realizar limpezas frequentes das superfícies. Sugerimos o aspirador em detrimento da vassoura;

  • Na limpeza de móveis, utilizar panos um pouco humedecidos de forma a não espalhar o pó;

  • Os lençóis, edredons, mantas deverão ser lavadas a mais de 50ºC, para controlar os ácaros;

  • Manter a humidade abaixo dos 50% de forma a evitar a proliferação dos ácaros.

Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução para eliminar o problema.

O técnico da MM Desinfecções irá conduzir e implementar o controlo da infestação baseando-se, de forma primordial, numa inspeção criteriosa, localizando as áreas críticas.

Os técnicos da MM Desinfecções são especializados e estão prontos para solucionar qualquer problema de ácaros.


Percevejos

Percevejos

Os Percevejos das camas pertencem à Ordem dos Hemípteros.

Para quem pensa que dorme sozinho ou no máximo com o(a) companheiro(a), está muito enganado. Milhares de outros organismos como ácaros e até mesmo percevejos podem passar a noite a deliciarem-se do nosso sangue ou pele seca que cai do nosso corpo.

O seu ciclo tem uma duração de 2 a 4 meses, mas por vezes em condições desfavoráveis podem sobreviver até 1 ano sem alimento. Em adulto mede entre 4 e 5 mm, apresenta uma forma oval e achatada, com uma coloração castanha avermelhada.

A fêmea deposita entre 250 e 500 ovos nas fendas e ranhuras de estruturas existentes nos quartos, principalmente das camas.

O Percevejo das camas é um inseto hematófago (alimenta-se de sangue) e de hábitos noturnos. A sua saliva funciona como um anticoagulante podendo provocar reações locais inflamatórias, ou até mesmo alérgicas. Apesar desse hábito alimentar, não existe registo de qualquer doença transmitida ao Homem por este inseto.

A nossa cama é um habitat perfeito para este intruso, pois ai encontra abrigo nas frestas do estrado e da cama, entre as costuras do tecido do colchão e entre as almofadas. Mas não é somente aí que se abriga. Outras frestas e ranhuras existentes nos móveis, nos papéis de parede e nos tecidos para decoração podem, igualmente, servir de esconderijo.

Tanto as ninfas como os adultos necessitam de sangue como alimento. Desta forma, durante a noite, saem dos seus refúgios para se alimentarem no seu hóspede. A sua presença é notada quando surgem picadas pelo corpo, principalmente na região do pescoço; também podem ser observadas gotas de sangue de cor castanha avermelhada nos lençóis, almofadas e colchões.

Deve ser realizada uma inspeção aos potenciais esconderijos destes insetos e, também, tentar descobrir de a proveniência da infestação, já que os Percevejos podem ser transportados nas roupas de cama, malas de viagem e até mesmo nas mobílias transportadas. Uma limpeza com aspiração forte do local em todas as frestas, ranhuras e orifícios e a verificação dos potenciais esconderijos são excelentes medidas para minimizar o problema.

No entanto deve ser contactada uma empresa de Controlo de Pragas para realizar o controlo.

No controlo dos Percevejo das camas são utilizadas preparações residuais, mas que têm também um efeito imediato que garanta um controlo efetivo da espécie a tratar.

A aplicação da preparação é realizada através de uma pulverização localizada, cuidada e uniforme com especial incidência na estrutura da cama, roupeiros, rodapés, quadros, frestas, em suma toda a área envolvente.

Para isso são utilizadas preparações líquidas que não mancham e como complemento é aplicada uma nebulização a frio que vai chegar aos locais mais escondidos. Com este sistema consegue-se obter um resultado imediato e também alguma residualidade que irá prevenir reinfestações.

Os percevejos das camas encontram-se um pouco por todo o lado. E, atualmente, não estão associados somente a más condições de higiene. A globalização capacitou este inseto de uma grande capacidade migratória. Normalmente, hotéis, hostels, escritórios, lojas, habitações e ginásios, são locais estatisticamente críticos no que diz respeito à presença destes indesejados insetos.

Os percevejos, devido à sua forma corporal achatada, escondem-se em locais pouco prováveis, sendo transportados em bagagens, móveis e bens pessoais. Assim que infestam uma zona interior, dificilmente poderão ser controlados sem a ajuda de um especialista. Quanto mais precoce é a sua deteção menor será o custo do seu controlo.

Normalmente os sinais produzidos por uma infestação de percevejos das camas poderão ser vários:

  • Visualização de percevejos; estes insetos assemelham-se à pevide de uma maça, quer no tamanho quer na sua forma;

  • No seu crescimento, os percevejos vão libertando os seus exosqueletos, sendo estes um sinal inequívoco de uma infestação;

  • Após a sua alimentação, os percevejos defecam originando umas pequenas manchas de coloração castanha ou preta.

  • As suas picadas são, também, um sinal inequívoco da sua presença.

Existem algumas sugestões que poderão minimizar e prevenir o risco do seu aparecimento de percevejos no interior de edifícios:

  • Manter os quartos devidamente arrumados, para que seja mais fácil a identificação precoce de uma infestação;

  • Lave e seque toda a roupa da sua cama à temperatura mais alta possível;

  • Inspecione cuidadosamente o mobiliário e outros bens, adquiridos em segunda mão, previamente à sua introdução na sua casa;

  • Inspecione a sua casa, cuidadosamente, após uma viagem, uma mudança ou após receber convidados provenientes de locais já referenciados.

Assim que seja detetada uma infestação, produzida por percevejos, deverá contactar imediatamente uma empresa especializada, de forma a eliminar este indesejado inseto.

A MM Desinfecções disponibilizará um controlo à medida para eliminar a infestação produzida. Estes insetos apresentam uma taxa reprodutiva muito elevada, logo uma deteção precoce é uma importante forma de prevenir e controlar grandes infestações.


Peixinho de Prata

Peixinho de Prata

A traça dos livros ou peixinho-de-prata pertence à Ordem Thysanura. As espécies mais conhecidas são a Lepisma saccharina e Thermobia domestica. São espécies domésticas que infestam, sobretudo, edifícios. O seu aspeto é semelhante a um peixe prateado, daí um de seus nomes ser "silverfish".

Estes insetos são desprovidos de asas, apresentam o corpo alongado, com apêndices caudais longos e delgados, muito característicos.

O nome da ordem significa: thysanus (do grego, franja ou fimbria) e oura (do grego, cauda).

A espécie Lepisma saccharina apresenta uma coloração cinzenta, mede aproximadamente 1,3 cm de comprimento e é encontrada frequentemente em lugares húmidos e frescos. A Thermobia doméstica apresenta uma coloração bronzeada ou parda e tem uma dimensão idêntica ao Lepisma. Frequenta, habitualmente, lugares quentes, preferindo fornalhas, aquecedores e tubos de calefação.

Alimentam-se de todos os tipos de substâncias amiláceas e habitualmente tornam-se pragas. Nas bibliotecas alimentam-se do amido dos livros, encadernações e etiquetas. Nas residências alimentam-se do amido de roupas, cortinas, lençóis, sedas e da pasta de amido do papel de parede. Em armazéns alimentam-se de papel, vegetais e alimentos que contenham amido. Raramente atacam roupas de lã e outros produtos de origem animal.

Apresentam, geralmente, hábitos noturnos, sendo ativas à noite e escondendo-se durante o dia, evitando contacto direto com a luz. Assim, ao acender-se uma luz, procuram esconder-se em frestas ou atrás de móveis e quadros.

Espécies do género Lepisma podem viver de 2 a 3 anos, enquanto espécies de Ctenolepisma, apresentam uma longevidade de 7 a 8 anos, ou seja, podem fazer parte da nossa família por um longo período de tempo.

No seu desenvolvimento, os jovens assemelham-se aos adultos e crescem sem sofrer metamorfoses. Do ovo sai uma forma jovem que cresce e sofre diversas mudas até atingir a fase adulta. O tempo de desenvolvimento, no nosso clima, é de cerca de um ano.

Estas espécies podem produzir enormes danos nas roupas e papéis.

MM no controlo de Peixinho-de-prata utiliza preparações residuais, conseguindo assim obter um controlo efetivo da espécie a controlar.

A aplicação da preparação é realizada através de uma pulverização cuidada e uniforme usando preparações líquidas que não mancham, em fendas e ranhuras, ao redor de estantes, interior e exterior de armários, despensas e outras áreas infestadas ou possíveis de serem infestadas, eliminando os insetos adultos e larvas.

Como complemento é realizada uma nebulização a frio ou Termo nebulização, que se dispersa pelo ar atingindo os locais onde as preparações líquidas não chegam melhorando assim o resultado final do serviço.

Com uma capacidade adaptativa muito elevada, o peixinho-de-prata vive associado a vários climas preferindo, contudo, locais escuros e húmidos como caves, sótãos, cozinhas e casas de banho. São atraídos especialmente por papel e roupas.

Alimentam-se, sobretudo, de hidratos de carbono, nomeadamente açucares, amido, celulose, a cola das lombadas dos livros, linho, seda, entre outros. Perante esta realidade, é fácil perceber que nos podem causar prejuízos avultados tanto em ambientes domésticos como em ambientes industriais e/ou públicos.

Esta praga apresenta hábitos noturnos e quando encontram um ambiente com temperatura e humidade convenientes, reproduzem-se muito ativamente. Assim, uma das formas basilares de controlar e prevenir este agente infestante é controlar a humidade ambiente. Paralelamente hábitos de limpeza regulares poderão ajudar a controlar precocemente uma infestação no se início.

Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução para eliminar o problema.

A MM Desinfecções dispõe de técnicos devidamente formados e com vasta experiência no controlo destes agentes infestantes, quer em ambiente doméstico, quer em ambiente comercial.

Atuamos segundo uma metodologia integrada no controlo desta praga. Dispomos de dispositivos que permitem, de uma forma precoce, monitorizar a atividade destes seres vivos.


Pulgas

Pulgas

As Pulgas são insetos pertencentes à Ordem Siphonaptera e produzem, através da sua picada, um grande incómodo nos seus hospedeiros, nomeadamente o homem ou animais de estimação.

São pequenos insetos ectoparasitas de aves e mamíferos, medem geralmente menos de 5 milímetros de comprimento e as suas partes bocais são adaptadas para cortar a pele e sugar o sangue do hospedeiro. Não têm asas mas possuem pernas extremamente fortes, especialmente o par posterior, o que possibilita que se movam rapidamente e pulem distâncias muito maiores que o comprimento de seu corpo; os seus olhos são reduzidos ou mesmo ausentes.

A falta de movimento numa habitação, durante as férias ou num período em que o imóvel não é utilizado, é fator determinante numa infestação de Pulgas.

A fêmea deposita várias centenas de ovos no hospedeiro, alguns dos quais caem em fendas e ranhuras. Decorrida uma a duas semanas, estes ovos eclodem permitindo a saída de larvas que se alimentam de restos de sangue. Estas tecem um casulo transformando-se em pupa por um período de tempo indeterminado. Quando detetam um animal de sangue quente, através das suas vibrações e da libertação de dióxido de carbono, proveniente da respiração, rompem o casulo e atacam. Podem alimentar-se várias vezes ao dia do seu sangue mas também podem sobreviver vários meses sem alimento. Os ovos e as pupas são "impermeáveis" a inseticidas cuja ação se restringe às larvas e aos adultos. Assim o controlo desta espécie deve ser efetuado tanto através de medidas preventivas como curativas.

Podem causar desconforto ao homem e aos seus animais domésticos mas também problemas de saúde tais como dermatites alérgicas, viroses, vermes e doenças causadas por bactérias (peste Bubónica, tularemia e salmoneloses). Apesar das picadas serem raramente sentidas, a irritação causada pelas secreções salivares pode agravar-se em alguns indivíduos, que podem sofrer uma reação severa resultante de infeções secundárias ocasionadas pela ação de coçar a área irritada. Picadas no tornozelo e pernas podem, em algumas pessoas, causar dor que pode durar alguns minutos horas ou dias, dependendo da sensibilidade do indivíduo.

A reação típica da picada é a formação de uma pequena mancha dura avermelhada com um ponto no seu centro. As espécies mais comuns são: Pulex irritans, que ataca mais o homem, podendo no entanto alimentar-se de outros hospedeiros; Xenopsylla cheopis, denominada pulga do rato; Ctenocephalides felis, conhecida por pulga do gato e Ctenocephalides canis, a pulga do cão.

A MM no controlo de Pulgas utiliza preparações residuais conseguindo assim obter um controlo efetivo da espécie a combater. A aplicação da preparação é realizada através de uma pulverização cuidada e uniforme usando preparações líquidas que não mancham.

Estas vão penetrar nas fendas e ranhuras assim como em carpetes e tapeçarias, eliminando os insetos adultos e as suas larvas.

Nas áreas tratadas não poderão ficar pessoas ou animais por um período mínimo de vinte e quatro horas, passado esse tempo o Cliente deve proceder a uma forte aspiração eliminando assim os insetos mortos e os seus ovos, de seguida deve eliminar o saco do aspirador deitando-o para o lixo.

Quando existem animais de estimação, após a realização do serviço os mesmos devem de ser desparasitados para evitar novas reinfestações.

As pulgas são ectoparasitas e necessitam de uma refeição de sangue para sobreviverem. Assim, muitas das pulgas infestam edifícios e habitações porque são transportadas em animais domésticos e no próprio homem.

A forma mais efetiva de prevenir a infestação, produzida por pulgas, no inferior de um edifício ou de uma habitação, é eliminar a atividade biológica das pulgas em áreas exteriores, utilizando o controlo químico nas estruturas/superfícies e o controlo veterinário nos animais.

Existem muitos sinais que indicam uma infestação produzida por pulgas. O primeiro sinal é a reação dos animais domésticos às pulgas. Quando estas existem, os animais domésticos coçam repetidamente o corpo. Esta situação é causada pelo desconforto provocado pela picada da pulga. Outro sinal importante, da presença deste indesejado agente infestante, são as picadas produzidas no ser humano.

Existem algumas medidas preventivas que permitem reduzir a possibilidade de infestações. De seguida enumerámos alguns exemplos práticos:

  • Banhos regulares dos animais domésticos;

  • Recurso a tratamentos veterinários preventivos/curativos;

  • Aspirações constantes, com recurso a um forte aspirador, e uma higiene profunda dos espaços, permite reduzir drasticamente a população existente, pois elimina ovos, larvas, pupas e adultos das pulgas;

  • Lavar e secar frequentemente as camas dos animais.

Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução.

O técnico da MM Desinfecções irá conduzir e implementar o controlo da infestação baseando-se, de forma primordial, numa inspeção criteriosa, de forma a localizar as áreas críticas, onde as formas imaturas da pulga se encontram.

Após a inspeção, é possível identificar a espécie de pulga responsável pela infestação. Normalmente, esta espécie está associada à presença de um animal doméstico que normalmente constitui a fonte alimentar da população das pulgas existentes. Quando os animais domésticos são a fonte de infestação, paralelamente ao controlo das pulgas nas áreas críticas, deverá ser realizado um tratamento veterinário.

Por vezes a fonte de infestação está associada à presença de roedores, indicando a necessidade de controlar e eliminar a atividade destes últimos.

A pulga faz uma postura de cerca de 2000 ovos durante a sua vida

A pulga pode viver mais de 100 dias sem uma refeição

A pulga femêa consome diariamente 15 vezes o seu peso corporal em sangue

A pulga consegue saltar 20,32 cm em altura ou aproximadamente 150 vezes a sua altura

Existem cerca de 2000 espécies e subespécies de pulgas


Térmitas

Térmitas

As térmitas são insetos xilófagos que existem na Terra há muito mais tempo que o próprio homem. Já foram encontrados restos fossilizados destes insetos em formações geológicas datadas de 55 milhões de anos. Existem mais de 2.200 espécies descritas em todo o mundo mas somente 4% causam problemas no meio urbano.

No nosso país existem principalmente duas espécies: Reticulitermes lucifugus (térmitas subterrâneas) e Kalotermes flavicollis (térmitas da madeira seca). Ambas as espécies são nativas da região mediterrânea sendo a primeira a mais comum. São vulgarmente conhecidas por formiga-branca mas as térmitas pertencem à ordem Isóptera e as formigas à ordem Himenóptera. Desde que o homem começou a construir habitações ou estruturas de madeira, é que se conhecem os danos causados por este inseto. A denominação térmita tem origem no latim "Termes" e era utilizada pelos romanos ao referirem-se ao "verme da madeira", quando estas infestavam estruturas de madeira.

Uma colónia de térmitas subterrâneas é uma das mais sofisticadas sociedades de insetos e uma das mais perigosas. Esta sociedade, constituída por vários milhares de insetos, apresentam obreiras ou operárias que providenciam a alimentação e a manutenção da colónia, soldados que protegem e defendem a termiteira, e a rainha que pode realizar a postura de 20.000 ovos por dia.

Este é um excelente exército com que nos confrontamos. As obreiras e os soldados podem penetrar nas instalações por pequenos orifícios, para causarem graves destruições nos interiores das construções. A solução para esta ameaça é realizar um tratamento preventivo da área, onde irá ser construído o edifício antes da construção dos seus alicerces, ou tratar logo que o problema é identificado (tratamento curativo).

É um inseto branco ou branco-marfim, com 1 a 4 mm de comprimento; muito ativo desloca-se em fila sempre a coberto da luz, seja no interior da madeira, no solo ou no interior de “tubos” de aspeto característico, geralmente de cor castanha, construídos com partículas terrosas e com dejetos cimentados com secreções salivares. Vive numa sociedade organizada, através de um sistema de castas (colónia), desempenhando, o elemento de cada casta, um determinado papel no agregado: o de reprodutor, de obreira e de soldado.

Rapidamente a rainha deixa de trabalhar ficando as obreiras encarregues da sua alimentação. Este facto possibilita à rainha dilatar, em muito, o seu abdómen, aumentando a capacidade de produzir ovos, ficando imóvel junto ao macho na câmara real (estrutura dedicada exclusivamente à postura de vários milhões de ovos). A formação das diferentes castas é determinada por feromonas transmitidas a todos os membros da colónia.

Método MM

As térmitas subterrâneas vivem e estabelecem colónias no solo. No solo encontram a humidade necessária para sobreviverem e podem construir túneis para alcançar pontos de alimentação: os nossos edifícios!

Normalmente os edifícios e sobretudo as nossas habitações são um grande investimento, senão o mais importante das nossas vidas. As térmitas causam prejuízos, por vezes irrecuperáveis, nesses investimentos tão importantes.

Existem algumas sugestões que, após implementação, poderão prevenir uma infestação produzida por térmitas. Neste sentido sugerimos o seguinte:

  • Eliminar fontes de humidade nos edifícios;

  • Assegurar que a drenagem das habitações se encontra limpa e efetiva;

  • Armazenar as pilhas de madeira, utilizadas para o nosso aquecimento, numa zona exterior à habitação;

  • Avaliar outros sinais de infestação.

A única forma de eliminar uma infestação produzida por térmitas é através da prestação profissional de serviços de controlo de pragas. A MM Desinfeções apresenta 20 anos de experiência no controlo integrado deste xilófago e poderá apresentar um plano de controlo direcionado e exclusivamente delineado tendo em conta as necessidades de cada edifício.

Não deixe as térmitas destruir a sua habitação. Peça já o auxílio de um especialista!

As térmitas vivem em colónias

Os soldados e as obreiras das termitas são completamente cegos, porque vivem na escuridão

A térmita rainha vive entre 15 a 25 anos e faz a postura de um ovo de 15 em 15 segundos, resultando em 30.000 ovos por dia

Cada colónia de térmitas pode albergar 3 milhões de térmitas

Por cada ser humano existem 453 kg de térmitas. 453 kg é o peso de uma vaca adulta.

As térmitas alimentam-se de celulose, constituinte da madeira

A termitas existem há mais de 130 milhões de anos e descendem de um insecto próximo da barata

As térmitas têm um sofisticado sistema de comunicação


Processionária do Pinheiro

Processionária do Pinheiro

Os pinheiros e os cedros servem de hospedeiros a uma lagarta da família Thaumetopoidea, género Thaumetopoea, e espécie Thaumetopoea pityocampa, que causa por vezes grandes danos em vastas áreas florestais, sendo por muitos considerado o agente mais destrutivo dos pinhais a seguir aos incêndios.

Os seus efeitos nefastos não se restringem a estas espécies florestais mas a muitas espécies animais que com ela contactam. Na fauna doméstica, o cão e o gato são objeto de consulta veterinária frequente pelos efeitos alérgicos que a Processionária neles provoca.

O seu ciclo de vida compreende diversas fases ao logo de todo o ano, algumas delas inofensivas para os seres acabados de referir. A lagarta, propriamente dita, eclode dos ovos depositados nas copas dos pinheiros em meados de Setembro. A partir daqui vai sofrer uma evolução constante até ao estádio em que, pela sua constituição anatómica e fisiológica, é capaz de desencadear reações alérgicas em muitos dos seres vivos que com ela contactam, incluindo o ser humano. Toda esta evolução ocorre em cinco fases, sendo a partir da terceira (em meados de Novembro) que lagartas provenientes de diversas posturas constroem o seu ninho de resistência capaz de enfrentar o frio do Inverno que se avizinha.

É então que, desde meados de Fevereiro até fins de Maio (com oscilações provocadas pelas condições climatéricas), as lagartas descem das copas das árvores hospedeiras até ao solo, em procissão (daí o nome comum de Processionária) normalmente liderada por uma fêmea.

Terminada a procissão, as lagartas dão início à fase subterrânea do seu desenvolvimento, enterrando-se a alguns centímetros de profundidade do solo. Em climas frios, estas procuram as zonas expostas ao sol, enquanto em climas quentes preferem as zonas sombrias. Aqui evoluem para o estádio de pupa ou crisálida que, desde finais de Junho até Agosto, sofrem uma metamorfose originando as borboletas (inseto adulto) que acasalam entre si. As fêmeas depositam os seus ovos nas copas dos pinheiros, fechando assim o seu ciclo biológico.

Método MM

Em ambiente urbano, este inseto impõe uma vigilância constante e um controlo urgente e atempado, sobretudo em caso de ataques severos e sucessivos, dadas as consequências que pode trazer em termos de saúde pública. As lagartas libertam milhares de pelos urticantes que se espalham pelo ar, podendo causar graves reações alérgicas no Homem e animais e, em casos extremos, a morte.

Como método preventivo do aparecimento da praga, aconselha-se a colocação de armadilhas sexuais para captura das borboletas macho nos pinheiros normalmente atacados, antes do final da Primavera.

A colocação e monitorização das armadilhas sexuais deverá ser realizada por técnicos com experiência na condução deste tipo de actividade.

Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução para eliminar e/ou controlar a indesejada presença da Processionária do Pinheiro.

As metodologias existentes e autorizadas acompanham tecnicamente o ciclo de vida anual da praga e são baseadas em tratamentos químicos, tratamentos mecânicos e tratamentos de captura/monitorização.


Moscas

Moscas

As Moscas pertencem à Ordem Díptera e à família Muscidae. Possuem apenas um par de asas membranosas, correspondente às asas anteriores, daí o nome da ordem (di = duas, ptera = asas). Os Dípteros pertencem a um dos quatro maiores grupos de organismos vivos, existindo mais Moscas do que vertebrados. Só não existem nas regiões Ártica e Antárctica.

Conhecem-se aproximadamente 120.000 espécies e estima-se que existam mais de 1 milhão de espécies. O fóssil mais antigo data de 225 milhões de anos.

Do ponto de vista benéfico alguns Dípteros são importantes para o homem, sendo utilizados para estudos genéticos ou para o controlo biológico de plantas daninhas.

Algumas Moscas são hematófagas (alimentam-se de sangue), como por exemplo, a mosca-dos-estábulos, mas algumas mesmo não sendo hematófagas, como a Mosca doméstica e a Mosca varejeira, são de grande importância como vetores mecânicos. Podem veicular os agentes patogénicos nas patas, após pousarem em superfícies contaminadas por estes germes e, posteriormente, pousarem nos nossos alimentos, transmitindo, dessa forma, várias doenças.

As moscas são muito comuns em áreas rurais e urbanas. No ambiente urbano algumas espécies adaptaram-se bem às condições criadas pelo homem mantendo uma dependência chamada de sinantropia. Alimentam-se de fezes, produtos animais e vegetais em decomposição, açúcar entre outros. A mosca segrega uma substância sobre o alimento para poder ingeri-lo, visto que consegue ingerir alimentos sólidos, somente matéria na forma líquida ou pastosa. É ativa durante o dia e repousa à noite.

Método MM

É de extrema importância identificar os locais onde as moscas depositaram os seus ovos. Pode ser tão simples como um balde do lixo destapado ou o recipiente de alimentação do seu cão, existente no pátio.

Os locais usuais de reprodução deverão ser higienizados ou removidos.

O técnico da MM Desinfecções é treinado para identificar os locais usuais de reprodução das moscas. Adicionalmente, irá sugerir medidas estruturais, que deverão ser implementadas, de forma a impedir a entrada destes insetos voadores para os edifícios.

O próximo passo é o controlo das moscas na sua fase adulta. Dependendo da situação poderemos utilizar insetocaçadores, armadilhas ou a aplicação de inseticidas, de forma a eliminar esta indesejada praga.

Existem cerca de 120000 espécies de moscas no planeta terra

Uma mosca fêmea faz a postura de cerca de 3000 ovos durante o seu curto ciclo de vida

As moscas vivem em média 21 dias e apresentam várias formas durante o seu ciclo de vida

A mosca doméstica é a mais comum das espécies. São vetores de cerca de 100 doenças diferentes, como sejam a febre tifoide, tuberculose, disenteria entre outras.

As moscas domésticas defecam em cada quatro a cinco minutos, espalhando doenças

As moscas domésticas poderão viajar 30 km na procura de alimento

A mosca doméstica voa a uma velocidade máxima de 8 km/hora

Em voo a mosca doméstica bate as asas cerca de 20000 vezes por minuto

A mosca doméstica tem uma visão omnidirecional

Nos meses de reprodução (Abril a Setembro) os descendentes de um casal de moscas, se sobrevivessem e se reproduzissem normalmente, originariam 191.000.000.000.000.000.000 descendentes.


Mosquitos

Mosquitos

Os Mosquitos pertencem à Ordem Díptera e à Família Culicidae e Anopheles. Os mosquitos nutrem-se da seiva de plantas e somente a fêmea pica por necessitar de sangue para a postura maturação dos seus ovos. A necessidade de sugar sangue é que resulta na transmissão de diversas doenças ao homem.

O Mosquito Culex incomoda, irrita e faz com que noites mal dormidas interfiram na vida das pessoas mas, até ao momento, não é considerado vetor de microrganismos patogénicos. O Aedes, entretanto, pode ser vetor de vírus e Febre-amarela quando se apresenta infetado. Ao picar uma pessoa doente, adquire o vírus que se multiplica no seu organismo e depois transmite-o a outras pessoas através da sua picada.

Método MM

Os mosquitos são atraídos por fontes de água estagnada, pelo calor, pelos gases exalados do nosso corpo e por determinados odores (perfumes, loções, entre outros).

De forma a evitar e prevenir o ataque destes indesejados insetos voadores, deveremos usar roupas que tapam totalmente o nosso corpo, usar repelentes devidamente aprovados e apagar as luzes exteriores durante o período noturno. Deveremos, igualmente, eliminar formas de entrada destes insetos voadores nos edifícios devendo para tal aplicar redes mosquiteiras em portas e janelas. Finalmente, deveremos eliminar zonas de reprodução ou proliferação dos mosquitos, removendo águas estagnadas de caleiras, pneus velhos, baldes, piscinas, entre outros.

Normalmente o controlo de mosquitos é integrado (Controlo Integrado de Pragas), já que são reduzidas todas as fontes de reprodução (águas estagnadas), assim como é feito um controlo químico, sempre que necessário.

O plano de tratamento, com o objetivo de eliminar destes indesejados insetos, tem início numa abordagem realizada pelo técnico de Pest Control onde é identificado o tipo de mosquito causador dos problemas. Assim que a identificação é realizada, o técnico prepara um plano de controlo integrado, através de recomendações e, se necessário, integrando o controlo químico. Esta operação é baseada nas seguintes etapas:

  • Elaboração de um diagrama, do local em causa, que demonstra os atuais ou potenciais locais de desenvolvimento dos mosquitos;

  • Recomendações que impedem os mosquitos de entrarem no edifício;

  • Recomendações relacionadas com a gestão de vegetação espontânea

  • Uso de biocidas:

    • Aplicação de inseticidas no suporte vegetal;

    • Aplicação de inibidores de crescimento de insetos em meio aquoso;

    • Aplicação de inseticidas biológicos em meio aquoso.

Os mosquitos apareceram no planeta terra há 400 milhões de anos, muito antes do que o homem

Existem cerca de 2.700 espécies de mosquitos

O peso médio de um mosquito é de 2,5 miligramas

Em cada picada do mosquito são retirados 0.000005 litros de sangue do hospedeiro

Os mosquitos descobrem os hospedeiros através da radiação infravermelha emitida por corpos quentes

Os mosquitos descobrem os hospedeiros através de sinais químicos, nomeadamente, dióxido de carbono, ácido láctico, entre outros, a uma distância de 25 a 35 metros

Os mosquitos podem voar 2,5 km por hora

Existem mosquitos que podem migrar 60 km por uma refeição

Seres humanos mais altos tendem a ser mais atrativos para os mosquitos porque produzem uma maior quantidade de dióxido de carbono e ácido láctico

Em noites de lua cheia a atividade dos mosquitos aumenta em cerca de 50%

Os mosquitos são os animais mais mortíferos à face da terra, apresentando-se como vetores de doenças como a malária, dengue, febre-amarela, zyka vírus, entre outras

Apenas a fêmea dos mosquitos ataca os humanos e os animais. Os machos alimentam-se do néctar das flores

Em voo as asas do mosquito batem 300 a 600 vezes por segundo. Este facto explica o barulho irritante que fazem antes de atacarem

Um mosquito adulto pode viver 5 a 6 meses


Aves

Aves

O Pombo comum (Columba livia) é uma ave bastante comum em áreas urbanas e teve origem na Eurásia e África. Foi criado por asiáticos desde a antiguidade mais remota (há imagens datadas de 4.500 A.C. que o representam na Mesopotâmia). Os faraós tinham-no ao seu serviço há mais de 3000 anos A.C.. Eles sabiam da sua grande resistência e o espantoso sentido de orientação, usando-os como mensageiros. Mais tarde passou a ser valorizado pelo sabor da sua carne e pela sua beleza decorativa.

A sua plumagem é normalmente em tons de cinzento mais claro nas asas que no peito e cabeça com a cauda riscada de negro e o pescoço esverdeado. Caracteriza-se em geral por reflexos metálicos na plumagem, cabeça e pés pequenos, bicos com elevação na base e a ponta deste em forma de gancho. O bico é curto e fino com aproximadamente 38 mm de comprimento. Alimenta-se de sementes, grãos e frutos e nas cidades do que estiver disponível nas ruas, incluindo o lixo.

São portadores de ácaros e carraças e vítimas habituais de viroses e outras moléstias. É considerado um grave problema ambiental pois compete por alimento com as espécies nativas. Os seus excrementos causam odores desagradáveis, danos em fachadas de monumentos, viaturas, roupas e pode transmitir doenças ao homem. Atualmente estão catalogadas 57 doenças como sendo transmitidas pelos pombos: toxoplasmose, histoplasmose, salmonela, criptococoze, etc...

A Gaivota é uma espécie oportunista de grande plasticidade adaptativa e competitiva, utilizando quase todo o tipo de alimentos, e com um elevado potencial reprodutor, pelo que facilmente atinge proporções de praga.

É bem conhecida a voracidade das gaivotas e a sua capacidade de ingerirem praticamente tudo o que encontram, tornando-as frequentadoras assíduas dos mais variados locais onde subsistam resíduos da atividade humana. É uma espécie oportunista, que inclui na sua dieta itens tão variados como restos de animais mortos, crustáceos, aves jovens, ovos e insetos.

Em 20 anos a população de gaivotas quase triplicou em Portugal e o mesmo aconteceu em Inglaterra, França, Itália e Espanha. 

A população de gaivotas tem vindo a aumentar exponencialmente desde meados do século XX, tornando a sua presença claramente notada nas principais cidades costeiras europeias, principalmente, desde a década de 80. Existem já milhares de gaivotas que nascem, vivem, reproduzem-se e morrem nas cidades, sem nunca experimentar a vida ‘selvagem’: são as «gaivotas urbanas».

O aumento do número de gaivotas nas cidades levanta questões de saúde pública e ambiental e tem levado, cada vez mais, a reclamações de munícipes e turistas pela incomodidade provocada pelo seu ruído; pelos estragos no revestimento/pintura de edifícios e veículos (devido aos dejetos); pela sua agressividade, revelada em ataques a pessoas; pelo entupimento de caleiras e algerozes com penas e dejetos, restos de alimentos e material usado na construção dos ninhos (podendo originar inundações nos edifícios); e pelos estragos nas roupas (estendidas e em transeuntes).

Método MM

Prevenir infestações provocadas por aves apenas é possível quando compreendemos qual a razão para as aves selecionarem determinado local para habitar.

As aves irão nidificar e persistir em qualquer superfície que está disponível, como sejam telhados e beirais. Estes seres vivos procuram áreas elevadas de forma a evitar os seus predadores naturais.

As soluções para o controlo de aves variam entre soluções físicas e soluções sensoriais.

As soluções físicas são constituídas por barreiras baseadas em estruturas metálicas ou redes, que impedem que as aves permaneçam ou nidifiquem em alguma área.

As operações de controlo sensoriais são baseadas em aparelhos de dissuasão sónica e ultrassónica, dissuasão visual, réplicas de predadores, aversões ao paladar e alterações na paisagem.

Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução para eliminar e/ou controlar a indesejada presença das aves.

O técnico da MM Desinfecções irá conduzir e implementar o controlo da infestação baseando-se, de forma primordial, numa inspeção criteriosa, localizando as áreas críticas onde as aves permanecem e nidificam.

Após a inspeção é possível identificar a espécie de ave responsável pela infestação. A MM Desinfeções apresenta 20 anos de experiência no controlo integrado de aves e poderá apresentar um plano de controlo direcionado e exclusivamente delineado tendo em conta as necessidades de cada edifício.


Insetos Produtos Armazenados

Insetos Produtos Armazenados

Os insetos dos produtos armazenados, de interesse profissional, existem sob condições muito específicas. A sua atividade biológica, associada aos produtos armazenados, origina uma depreciação qualitativa e quantitativa causando perda de peso e diminuição do seu valor comercial. Os insetos ao infestarem os produtos armazenados encontram alimento em quantidade e qualidade, abrigo, temperatura e humidade favoráveis. Estas espécies apresentam um elevado potencial reprodutivo e alta capacidade adaptativa. Encontram-se geralmente em produtos secos tais como frutas secas, especiarias, massas, farinha, pão, vegetais secos, grão moído ou inteiro, alimentos para animais, nozes, doces, pastas, queijos e outros produtos similares.

Os Insetos dos produtos armazenados destroem mais do que o que consomem, tornando assim impróprios alguns alimentos para o consumo humano. São as mais importantes pragas em grãos armazenados porque causam danos em cerca de 10% da produção mundial de grãos. São também importantes nas habitações, como “pragas das despensas”, onde se encontram no interior de pacotes de cereais, especiarias e outros alimentos.

Algumas destas espécies têm origem durante as colheitas no campo, enquanto outras infestam os alimentos durante o seu processamento e armazenamento. Estas pragas podem voar para os edifícios desde o exterior, ou migrarem de outras zonas interiores já infestadas.

Muitas destas espécies são de origem tropical ou subtropical, pelo que se reproduzem melhor em condições quentes e húmidas. Não conseguem sobreviver muito tempo a baixas temperaturas e normalmente não hibernam; poucas espécies conseguem sobreviver a temperaturas superiores a 35ºC e normalmente não fazem posturas de ovos a temperaturas inferiores a 15,5ºC. No entanto existem alguns ácaros que conseguem reproduzir-se a temperaturas entre os 4,4ºC e os 10ºC, se as condições de humidade forem as adequadas.

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Os produtos agrícolas poderão ser atacados por pragas, tanto no campo como nas unidades de armazenamento.

Estas infestações poderão ser produzidas por traças, gorgulhos, ácaros, entre outros. Todos estes insetos produzem avultados prejuízos nos produtos e subprodutos agrícolas e o seu controlo deverá ser permanentemente equacionado.

É possível avaliar a presença de uma infestação, produzida por insetos dos produtos armazenados, quando visualizámos insetos mortos ou em atividade biológica e quando visualizámos prejuízos provocados nos produtos.

Estas infestações induzem graves prejuízos em produtos alimentares, prejudicando a imagem do seu negócio, inutilizando bens alimentares e, por conseguinte, traduzindo-se em problemas legais devido ao incumprimentos das exigências dos referenciais normativos relativos à segurança alimentar.

Do ponto de vista preventivo existem algumas sugestões que enumerámos de seguida:

  • Implementar serviços frequentes de uma empresa especializada no controlo de pragas;

  • Monitorização de atividade biológica produzida por agentes infestantes associados aos produtos armazenados;

  • Implementação de processos de higienização regulares;

  • Sensibilização e formação de colaborardes associados a estas áreas de negócio.

Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução para eliminar o problema.

O técnico da MM Desinfecções irá conduzir e implementar o controlo da infestação baseando-se, de forma primordial, numa inspeção criteriosa, localizando as áreas críticas.

Após a inspeção, é possível identificar a espécie responsável pela infestação.

Os técnicos da MM Desinfecções são especializados e estão prontos para solucionar qualquer problema de pragas em produtos armazenados.

Normalmente, o método de controlo para eliminar a infestação é adaptado à realidade de cada edifício e passará pela sinergia de formas de monitorização/controlo e de controlo químico.


Caruncho da Madeira

Caruncho da Madeira

Os carunchos ou carcomas da madeira são insetos pertencentes à Ordem Coleóptera.

A madeira está presente na nossa sociedade sob várias formas (móveis, construções, objetos de arte, monumentos, entre outras). Sendo em numerosos casos um magnífico material, é essencial o conhecimento da sua qualidade por parte de quem a pretenda utilizar corretamente. Em determinadas circunstâncias a madeira é um dos materiais mais duradouros conhecidos pelo homem, por outro lado quando as condições são desfavoráveis, pode desaparecer sem deixar rasto em poucos anos.

A madeira é muitas vezes atacada por carunchos. Este ataque é efetuado do interior da madeira aplicada para o exterior, o que torna mais difícil detetar a infestação precocemente.

Os insetos adultos, de pequeno tamanho e cores escuras, têm uma curta vida após a procriação e não se alimentam da madeira. Os estragos são feitos pelas larvas destes insetos.

O Hylotrupes bajulus é a praga que, do ponto de vista económico, pode causar maiores danos nas estruturas de madeira. Os insetos adultos saem do interior da madeira, no período de mais elevada temperatura, acasalam e a fêmea inicia a postura dos ovos. Os ovos eclodem ao fim de aproximadamente 14 dias e as larvas aumentam a perfuração para o interior da madeira, continuando a alimentar-se por um período de 3 a 4 anos.

O Anobium punctatum é uma praga muito comum na madeira, estando presente principalmente nas casas antigas. Os insetos adultos saem do interior da madeira no Verão e, passado pouco tempo, acasalam. A fêmea inicia a postura dos ovos nas fendas, ranhuras e orifícios já existentes na madeira. Os ovos eclodem passadas 3 ou 4 semanas e as larvas começam logo a alimentarem-se da madeira por um período que pode variar de 2 a 3 anos.

O Caruncho pode ser um sério problema na perspetiva económica, mas é ao destruir o nosso mobiliário e a madeira que serve de alicerce na construção das nossas casas, colocando em risco a nossa segurança e aumentando a nossa preocupação.

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A madeira está presente na nossa sociedade através de várias formas (móveis, construções, objetos de arte, monumentos, entre outras).

Sendo em numerosos casos um magnífico material, é essencial o conhecimento da sua qualidade por parte de quem a pretenda utilizar corretamente.

Em determinadas circunstâncias a madeira é um dos materiais mais duradouros conhecidos pelo homem; por outro lado quando as condições são desfavoráveis, pode desaparecer, sem deixar rasto, em poucos anos.

A madeira é muitas vezes atacada por carunchos. Este ataque é efetuado do interior da madeira para o exterior, o que torna difícil detetar precocemente a infestação.

É difícil prevenir uma infestação produzida por caruncho da madeira. No entanto sugerimos o seguinte:

  • Inspecione cuidadosamente o mobiliário e outros bens, adquiridos em segunda mão, previamente à sua introdução na sua casa;

  • Verifique a produção de pó associada a mobiliário e pisos de soalho;

  • Evite humedecer as madeiras, seja na limpeza ou por mero acidente;

  • Peça ajuda a um profissional logo que detete algum facto anormal associado às estruturas de madeira.

Assim que seja detetada uma infestação, produzida por carunchos da madeira, deverá contactar imediatamente uma empresa especializada de forma a eliminar este indesejado inseto.

A MM Desinfecções disponibilizará um controlo à medida para eliminar a infestação. Estes insetos apresentam uma taxa reprodutiva muito elevada, logo uma deteção precoce é importante de forma a prevenir e controlar grandes infestações e, por consequência, evitar prejuízos avultados nas estruturas construídas em madeira.

Para controlar e eliminar os carunchos da madeira dispomos de várias metodologias, baseadas em técnicas preventivas ou curativas, como sejam o expurgo, a injeção de inseticida sob pressão, entre outras.


Vespas

Vespas

As vespas pertencem à ordem dos Himenópteros e à família Vespidae. A maioria das espécies possui coloração preta com manchas amarelas e variam entre os 10 e os 25 mm de comprimento. São bem conhecidas pela sua dolorosa picada. Estas espécies tentam defender os ninhos, estruturas denominadas vespeiros, através das suas picadas.

Constroem os ninhos das mais diversas formas, mas por norma são compostos por várias células hexagonais que ficam dentro de um envelope semelhante ao papel e, normalmente, localizam-se em locais abertos presos a galhos de árvores, sob telhados ou qualquer outro local protegido. Das cerca de 30.000 espécies conhecidas, a grande maioria não constrói ninhos, e são chamadas de espécies solitárias. Muitas vespas solitárias escavam o solo com as suas mandíbulas e constroem um túnel que termina num buraco chamado cela. Outras espécies de vespas solitárias não escavam o chão para fazer seus “ninhos”, constroem-nos em pequenos buracos no solo, fendas nas paredes de casas, buracos nos troncos e galhos de árvores.

Por causa do grande número de espécies e também da variedade de comportamentos atípicos que as vespas solitárias apresentam, elas são objeto de estudo em todo o mundo.

A vespa caça insetos ou aracnídeos e consegue paralisar as suas presas utilizando o veneno (a sua composição é pouco conhecida) que injeta durante a ferroada. A vespa carrega a presa para o ninho e deposita os ovos sobre o seu corpo. Do ovo nasce uma pequena larva que se alimenta do corpo dos insetos ou aranhas até se tornar uma vespa adulta.

Os acidentes podem causar manifestações alérgicas (mesmo com uma só picada) ou tóxicas (múltiplas picadas). Os sinais são vários: locais (dor aguda, vermelhão, comichão e edema por várias horas ou dias); regionais (são de início lento e podem chegar a limitar a mobilidade de um membro); sistémicos (enxaqueca, vertigens, calafrios, agitação psicomotora, sensação de opressão torácica, rinite, edema da laringe, rouquidão); digestivos (comichão no palato ou na faringe, edema dos lábios, língua, náuseas, vómitos e diarreia); cardiovasculares (a hipotensão é o sinal maior, manifestando-se por tontura ou insuficiência postural até o colapso vascular total).

Nos acidentes causados por enxame, o retirar dos ferrões da pele deve ser feito por raspagem com uma lâmina e não recorrer ao uso de uma pinça, pois a compressão poderá espremer a glândula ligada ao ferrão e inocular no paciente o veneno ainda existente.

Algumas espécies de vespas são bastante populares, travando verdadeiras “lutas” com as aranhas e por isso despertam grande curiosidade nos humanos. Na maioria das vezes, a vespa é a grande vencedora.

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Normalmente, as vespas aproveitam os espaços existentes nas estruturas dos edifícios para construíram o seu ninho. Assim, limitar as aberturas existentes nos edifícios, que comunicam com o interior, é uma medida preventiva e crítica no controlo deste agente infestante. As vespas estabelecem colónias nos edifícios devido à procura de uma fonte alimentar, de um local para construir um ninho, de um local seguro para hibernar ou por mera casualidade.

O controlo destes agentes infestantes, quer seja necessário no interior ou no exterior dos edifícios, deverá ser conduzido por um profissional, com a devida experiência.

Na MM Desinfecções dispomos de técnicos devidamente formados para estas operações e que possuem os equipamentos de proteção e de aplicação de biocidas que permitem uma atuação segura e eficaz para eliminar as infestações emergentes.

Sempre que as vespas constituem um problema, deverá contactar um profissional de controlo de pragas de forma a ser realizado um levantamento criterioso, possibilitando, posteriormente, a escolha da metodologia mais coerente.


Escaravelho da Palmeira

Escaravelho da Palmeira

O Rhynchophorus ferrugineus, vulgarmente designado por escaravelho da palmeira, é um insecto da Ordem Coleóptera que constitui presentemente uma praga associada às palmeiras. Originária da Ásia e que atacou, numa primeira fase, coqueiros, expandiu-se rapidamente para o Oriente Médio, atingindo o norte do Egipto. Desde de 1994 existem registos da sua presença em toda a costa mediterrânica. A sua presença em Portugal foi confirmada no Verão de 2007.

Provocando uma mortalidade massiva nas plantas infestadas, destrói milhares de palmeiras num curto espaço de tempo. O seu hospedeiro preferencial é a palmeira da espécie Phoenix canariensis, atacando, igualmente, outras espécies do género Phoenix, e género Washingtonia.

O impacto que esta praga pode produzir ao nível paisagístico, em Portugal e especificamente no Algarve, é tremendo já que as espécies de palmeiras que possuem características de hospedeiro para a praga estão presentes, abundantemente, na via pública e em propriedades particulares.

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Prevenir a infestação provocada pelo escaravelho da palmeira não é uma tarefa fácil!

No entanto sugerimos algumas questões que deverão ser observadas. Uma vez que o escaravelho realiza a postura dos ovos nos tecidos mais recentes da palmeira, deveremos evitar realizar cortes e feridas no tronco da palmeira, contribuindo assim para a redução da infestação. Na eventualidade de existirem feridas estas devem ser tratadas com produtos apropriados de forma a induzir a cicatrização e proteção. Também se deve evitar o transporte e movimentação de folhas ou restos de palmeiras infestadas, que devem ser eliminadas no local.

Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução para eliminar e/ou controlar a indesejada presença do Escaravelho da Palmeira.

As metodologias existentes e autorizadas acompanham tecnicamente o ciclo de vida anual da praga e são baseadas em tratamentos químicos, tratamentos mecânicos e tratamentos de captura/monitorização.


Traças

Traças

Os Lepidópteros são insetos da mesma ordem das borboletas e traças, que atacam grãos armazenados e roupas, sendo as últimas chamadas de traças das roupas.

As traças de roupas são insetos pertencentes à Ordem dos Lepidópteros e à família Tineidae. Possuem coloração clara, um corpo volumoso e comprimento entre os 1,2 e 1,5 cm. Voam pouco e quando pousam, as asas permanecem abertas e as antenas são filiformes, isto é, todos os segmentos apresentam o mesmo diâmetro, da base até o cimo, semelhante a um fio.

Têm hábitos noturnos e não são atraídas pela luz, sendo encontradas em locais escuros tais como armários e gavetas. O seu ciclo de vida, por regra, é de uma geração ano.

O seu desenvolvimento é influenciado pela humidade, sendo o ambiente ideal com uma humidade relativa próxima dos 75%, temperatura alta e de pouca claridade.

As fêmeas depositam uma média de 40 a 50 ovos num período de 2 a 3 semanas, morrendo logo após a postura. Os ovos, que possuem uma secreção adesiva, ficam colados às fibras dos tecidos das roupas. As larvas têm um comprimento máximo de 20 mm, uma coloração branco sujo e a cabeça castanha. Estas sofrem de 5 a 45 mudas, dependendo da temperatura ambiente e do tipo de alimento disponível. A larva antes de passar à fase de crisálida pode percorrer grandes distâncias.

De forma característica, a larva tece um casulo de seda com 15 a 20mm de tamanho, em forma de losango.

A sua alimentação consiste em materiais que contenham lã, penas, pelos, couro, poeira, papel e, ocasionalmente, algodão, linho, seda e fibras sintéticas.

Para prevenir o ataque destes insetos voadores ou evitar que sua população aumente, devem-se tomar as seguintes medidas:

  • Manter as instalações sempre limpas será a forma mais adequada para prevenir e controlar.
  • Nunca deixar roupas e tapetes empilhados em locais escuros por muito tempo, retirando-os, periodicamente, para banho de sol ou lavagem.
  • Nunca guardar roupa usada dentro do guarda-roupa; lavar e passar com ferro quente antes de a guardar, pois assim os ovos serão mortos.
  • Passar o aspirador, utilizando o bico adequado para frestas, nos locais de difícil acesso para a vassoura ou espanador, sendo os casulos aspirados e evitando danos e reinfestações.
Método MM

De forma a prevenir ou minimizar as infestações produzidas por traças, deveremos proceder a uma inspeção de todos os produtos alimentares que trazemos para as nossas casas. Esta inspeção é extremamente importante quando adquirimos alimentos para os nossos animais de companhia ou alimentos baseados em grãos de cereais.

Tenha a certeza que inspeciona as suas roupas, móveis e plantas, de forma a visualizar formas imaturas (larvas) deste inseto voador.

Outra forma efetiva de limitar a entrada de traças para os edifícios é usar as luzes exteriores apenas quando necessário, pois esta luminosidade atrai numerosas espécies de traças e outros insetos voadores.

Em sua casa nunca deixe roupas e tapetes empilhados em locais escuros por muito tempo; deverá retirá-los, periodicamente, para um banho de sol ou lavagem. Adicionalmente, nunca guarde roupa usada dentro do guarda-roupa; deverá lavar e passar com ferro quente antes de a guardar, pois assim os ovos da traça da roupa serão eliminados.

Na MM Desinfecções dispomos de técnicos com um vasto know how que permite identificar taxonomicamente a espécie que em determinado momento produz a infestação.

A identificação da espécie é de extrema importância pois irá definir o método integrado de controlo.

Normalmente, o método de controlo para eliminar a infestação é adaptado à realidade de cada edifício e passará pela sinergia de formas de monitorização/controlo e de controlo químico.


Aranhas

Aranhas

As Aranhas pertencem ao Filo dos Artrópodes, ao subfilo dos Queliceromorfos e à Classe dos Aracnídeos. À semelhança dos restantes artrópodes, apresentam o corpo revestido por um exosqueleto quitinoso, ou seja, a estrutura do corpo é conferida por um revestimento externo, mais ou menos rígido, constituído essencialmente por quitina.

São conhecidas, atualmente, cerca de 39.000 espécies de Aranhas em todo o mundo com as mais variadas formas, tamanhos, adaptações e estilos de vida. O ciclo de vida das aranhas varia consideravelmente consoante a espécie.

Os ovos são esféricos e raramente ultrapassam um milímetro de diâmetro. Apresentam, geralmente, uma coloração branca, creme ou amarela e nunca são deixados diretamente expostos ao meio ambiente. São depositados em grupos compactos e envoltos com seda. A esse invólucro e respectivos ovos, dá-se o nome de ooteca. Cada ooteca pode conter um número variável de ovos entre 2 a 2.000.

O facto de os ovos se encontrarem protegidos por uma ooteca possui várias vantagens, como a manutenção da humidade e temperatura no seu interior, protegendo os mesmos de grandes variações. Outra vantagem é a proteção que oferece contra predadores de ovos ou parasitas. A seda, por ter propriedades antibióticas, protege também os ovos de serem atacados por fungos e bactérias.

Algumas Aranhas habitam frequentemente as nossas casas, outras fazem-no apenas ocasionalmente, mas são extremamente abundantes e convivem connosco diariamente.

Aquelas que encontramos com maior frequência são: Filistata insidiatrix, Holocnemus pluchei, Oecobius, Pholcus, Spermophora senoculata, Steatoda triangulosa e Tegenaria.

Podem ser encontradas em ombreiras de portas e janelas, móveis, por debaixo de eletrodomésticos, recantos de paredes e tetos, oficinas, celeiros, armazéns, garagens, etc. A melhor forma de as detetar é através das teias.

O seu alimento é constituído por todo o tipo de insetos que possam capturar.

Quase todas as espécies de Aranhas possuem veneno. A capacidade de um animal produzir e injetar substâncias tóxicas nas suas presas ou inimigos, tem evidentes vantagens. Uma arma destas é extremamente útil para a captura de presas mas pode ser igualmente útil para a defesa quando a Aranha se sente em perigo. A função primária do veneno é a rápida imobilização da presa, sendo o efeito letal considerado secundário.

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Algumas espécies de aranhas preferem locais húmidos e normalmente são encontradas em caves ou outros locais húmidos dos edifícios. Contudo, existem outras espécies que preferem locais secos, como condutas de ventilação, tetos, sótãos entre outros. Normalmente, escondem-se sempre em locais escuros.

Alimentam-se sobretudo de insetos e outros aracnídeos.

Normalmente as aranhas migram para os edifícios através de duas vias. Podem invadir os edifícios através de zonas abertas, janelas mal calafetadas, portas, fendas e fissuras. Outra forma de entrada poderá ser um transporte acidental, juntamente com material ou bens provenientes de zonas previamente infestadas.

Prevenir a presença deste inseto baseia-se, regra geral, na implementação de limpezas regulares, nos locais de maior criticidade.

Contate os técnicos especializados da MM Desinfeções de forma a eliminar infestações produzidas por aranhas.

Os técnicos da MM conduzirão uma inspeção criteriosa, nas áreas que constituem o edifício, e apresentarão um plano de controlo baseado exclusivamente nas necessidades encontradas.




PRAGAS

Ratos e Ratazanas

Ratos e Ratazanas

Os ratos pertencem à Ordem Rodentia e à família dos Murídeos. Das várias espécies existentes, apenas três delas causam graves prejuízos ao Homem, nomeadamente a ratazana comum, o rato preto e o rato doméstico.

Os Murídeos são provenientes da Ásia. Espalharam-se por todo o mundo através das trocas comerciais aquando da época dos descobrimentos e adaptaram-se facilmente ao ambiente e ao homem.

O seu ciclo biológico caracteriza-se pela reprodução anual, principalmente durante a Primavera e o Outono. As ratazanas têm as suas primeiras crias aos 4 meses de idade, podendo originar 6 gestações por ano. O número de crias varia entre 5 e 10, com uma média de 8 crias para a ratazana comum, 7 para o rato preto e entre 10 e 16 para o rato doméstico. Este último tem as suas primeiras crias aos 2 meses de idade, podendo chegar até 8 gestações por ano.

Um casal de ratazanas pode gerar 200 descendentes durante um ano e no caso do rato doméstico ou do campo pode ir até aos 2.000 por ano. São espécies que apresentam um elevado potencial reprodutivo, permitindo regenerar muito rapidamente uma população.

Do ponto de vista dos hábitos alimentares, são omnívoros mas apresentam preferência por cereais; consomem, diariamente, os alimentos em cerca de 10% do seu peso vivo e necessitam de água. O seu esqueleto é constituído por cartilagens, o que lhes permite penetrar nas instalações por pequenos orifícios ou por debaixo de portões.

Os ratos têm, regra geral, hábitos noturnos, e só se aventuram a sair à luz do dia, quando a população aumenta exponencialmente, tornando o alimento disponível insuficiente para toda a colónia.
Estes mamíferos destroem muito mais do que consomem, pois têm que desgastar os dentes incisivos que crescem continuamente (3mm por semana). São também portadores de várias doenças que podem ser transmitidas ao homem, através da contaminação dos alimentos, (Peste bubónica, Tifo Murino, Doença de Weil, Leptospirose e Triquinosis).

Por tudo isto devemos proceder ao seu controlo, porque para além da destruição das mercadorias, perda de imagem e mal-estar produzido, ainda existe a possibilidade de transmitir graves doenças ao Homem.

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A MM no controlo de Murídeos realiza um serviço de acordo com todas as exigências do sistema HACCP, efetuando um Controlo Integrado de Pragas (CIP). 

Sabendo que o meio ambiente tem um equilíbrio delicado e é constantemente objeto das mais diversas ameaças, a MM respeita todas as normas de segurança na realização do serviço de desratização.

Nas instalações são colocadas estações de isco de Alta Segurança, com chave para dificultar a sua abertura e que poderão ser afixadas ao solo. 

Os rodenticidas utilizados são inodoros e aplicados com a maior segurança (fixos dentro das Estações). Para cada uma das espécies são selecionados os rodenticidas e princípios ativos mais indicados, de acordo com os seus hábitos alimentares e o diferente modo de ingestão dos alimentos. 

Com este serviço de assistência continuada,a MM controla os problemas existentes e previne futuras reinfestações que possam vir a ocorrer nas instalações.
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Os métodos preventivos são a base do controlo de roedores. Os roedores reproduzem-se rapidamente e pequenas populações transformam-se, rapidamente, num grande problema.

De forma a prevenir estes problemas, mantenha qualquer fonte alimentar protegida dos roedores. Os restos alimentares e os nossos resíduos são fontes potenciadoras de infestação. Deveremos proteger os alimentos em recipientes apropriados, construídos em vidro ou metal, de forma a prevenir a infestação.

Os objetos de cartão são atrativos para os roedores porque é um material que permite a construção dos seus ninhos.

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É recomendável que na sequência de uma infestação, provocada por roedores, contacte um profissional de controlo de pragas para conduzir uma desratização. Os profissionais são treinados para controlar e prevenir futuras infestações.

Agende uma visita técnica para se ver livre destes indesejados visitantes.

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As ratazanas cuidam de outras ratazanas feridas ou doentes desde que pertencentes ao seu grupo social

Sem companhia, os ratos tendem a tornarem-se solitários e deprimidos

Os ratos têm uma excelente memória. A partir do momento que aprendem uma nova rota, jamais a esquecerão

Quando os ratos estão felizes têm o hábito de ranger os dentes.

O rato vai mais longe que um camelo sem beber um copo de água

Os ratos são animais extremamente asseados. Investem várias horas por dia a cuidar da sua higiene

A cauda de um rato auxilia no seu equilíbrio assim como permite regular a temperatura corporal

Os ratos acompanharam a evolução da ciência pois servem como cobaias

Os ratos sentem variações de humor nos seres humanos

A fêmea e o macho dos ratos diferem no aspeto e na personalidade

Um rato fêmea pode acasalar até 500 vezes com vários machos durante um período de recetividade de 6 horas

Nas grandes cidades existem 4 ratos por cada ser humano

Um rato pode cair de uma altura de 15 metros sem sofrer qualquer tipo de lesão

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Baratas

Baratas

As Baratas pertencem à Ordem Ortóptera e à família dos Blatídeos. Estão entre os insetos mais antigos do nosso Planeta, apresentando, ao longo de milhões de anos menores alterações morfológicas e a maior capacidade de adaptação encontrados à face da Terra. Têm um grande potencial reprodutivo, rápido desenvolvimento de linhagens resistentes aos inseticidas e hábitos noturnos que as protegem da deteção. Existem mais de 3.500 espécies de baratas, mas apenas 1% está associada ao Homem. Em Portugal são três as espécies mais comuns: barata alemã, barata oriental e barata americana.

Os Blatídeos são oriundos dos países tropicais pelo que têm preferência por locais quentes e húmidos. Espalharam-se por todo o mundo através das trocas comerciais e das condições favoráveis que o Homem proporciona para o seu crescimento e reprodução. Possuem hábitos alimentares bastante variados, preferindo alimentos ricos em amido, açúcar ou gordura; podem alimentar-se também de celulose (papel), sangue, insetos mortos, resíduos de lixo, entre outros.

Apresentam o hábito de regurgitar um pouco do alimento parcialmente digerido. A barata alemã habita principalmente cozinhas e despensas, passando 75% do seu tempo em abrigos próximos de fontes alimentares. Percebe-se que um local está infestado através de sinais como fezes, ootecas vazias, exosqueletos e observando-se exemplares em atividade mesmo durante o dia. A barata alemã apresenta um ciclo de vida de 9 meses, fazendo a postura de ootecas, em média, 5 vezes ao longo de sua vida. Cada ooteca contem entre 30 a 40 ovos. Esta grande capacidade reprodutiva permite um rápido desenvolvimento de linhagens resistentes aos inseticidas.

A barata americana normalmente habita locais com muita gordura e matéria orgânica em abundância. Exemplos destes locais são as galerias de esgoto, as caixas de gordura e de inspeção, entre outros. São excelentes voadoras em climas quentes. A barata americana vive entre 2 a 3 anos e faz a postura de ootecas de 10 a 20 vezes, contendo 12 a 20 ovos, cada uma destas estruturas. Quanto mais elevada a temperatura e a humidade, mais rápida será a sua reprodução.

As baratas são mais que um incómodo, contaminando os alimentos e transmitindo doenças ao Homem. Este contágio ocorre através das fezes, da regurgitação, dos cadáveres de baratas e de germes patogénicos, transportados pelas mesmas. Estas evidências são suficientemente fortes para justificar o seu controlo, podendo a sua presença constituir uma ameaça para a saúde humana, perda de imagem de um estabelecimento comercial e o mal-estar dos funcionários.

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A MM no controlo de Blatídeos utiliza preparações residuais, conseguindo assim obter um controlo efetivo da espécie a combater. O serviço de desbaratização nas áreas de preparação e confeção de alimentos, é realizado através da aplicação localizada de um isco inseticida em forma de gel, tendo a finalidade de não perturbar o habitual funcionamento e produção.

Deste modo não é necessária a paragem dos funcionários ou máquinas, contribuindo para uma normal atividade. Nas áreas onde não existe um contacto direto com os alimentos, podem ser aplicadas preparações líquidas praticamente inodoras e que não mancham, através de uma pulverização cuidada e localizada.

Como complemento são colocados detetores de Blatídeos em alguns locais específicos, de modo a nos permitir ter um conhecimento concreto da situação nas instalações.
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As baratas podem constituir um problema grave, quer na sua casa quer no seu negócio. Para alcançar o sucesso no controlo e para prevenir futuras infestações destas indesejadas espécies, existem aspetos importantes que deverão ser conhecidos.

Existem várias espécies de baratas com importância económica em Portugal. Esta importância está relacionada com os prejuízos que nos podem causar, tanto a nível económico como na saúde pública.

Dependendo das espécies, as baratas podem invadir edifícios através de fendas e fissuras e sistemas de esgotos. Inclusive, poderão ser transportadas nos alimentos que adquirimos.

Estas espécies encontram, junto do homem, todas as condições necessárias para a sua reprodução. Nos nossos edifícios disponibilizámos fontes alimentares, calor, água e abrigos.

Quando temos a oportunidade de visualizar uma barata deveremos perceber que existem muitas mais escondidas e em reprodução ativa. Normalmente, quando visualizamos um barata durante o dia, deveremos considerar que existe uma infestação grave.

As baratas deixam-nos muitas pistas da sua existência. Assim, insetos vivos, insetos mortos, fezes, um odor característico, ootecas, são sinais inequívocos de uma infestação.

As baratas ao libertarem fragmentos dos seus exosqueletos e ao produzem fezes poderão agravar quadros clínicos de alergia, especialmente em crianças e em indivíduos sensíveis.

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Devido à grande capacidade adaptativa e reprodutiva das baratas, torna-se imperativo o acompanhamento profissional das infestações, de forma a controlar rapidamente o aumento exponencial das populações.

Existem atualmente várias metodologias para eliminar estes indesejados insetos que, para além da aplicação de biocidas, integram outras formas de luta sugeridas, sempre que aplicável, pelo departamento técnico da MM Desinfecções.

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Os dinossauros apareceram no planeta terra 120 milhões de anos após as baratas

A barata consegue sobreviver aproximadamente um mês sem alimento

A barata consegue sobreviver aproximadamente uma semana sem água

Algumas baratas fêmeas apenas acasalam uma vez e permanecem grávidas durante toda a sua vida

A barata sobrevive aproximadamente uma semana sem cabeça

As baratas conseguem suster a respiração por períodos de 40 minutos

As baratas deslocam-se a uma velocidade estonteante de 4,82 km/hora

Existem mais de 4000 espécies de baratas no planeta terra

As baratas podem sobreviver após uma explosão nuclear, pois apresentam grande resistência à radiação

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Formigas

Formigas

As formigas são insetos sociais pertencentes à Ordem dos Himenópteros e à família Formicidae. Vivem no campo, jardins e outros locais, onde constroem um formigueiro no qual a Rainha está constantemente a por ovos, sendo este o principal motivo de atividade por parte dos soldados e obreiras. Apresentam uma maior atividade biológica entre a Primavera e o fim do Verão, introduzindo-se no interior das habitações, fábricas, armazéns e outros locais, em busca de alimentos doces e açucarados e destruindo-os muitas das vezes.
 
A Formiga do jardim (Lasius níger)  apresenta uma dimensão de 3 mm, percorrendo zonas exteriores, por vezes debaixo dos edifícios, podendo alcançar facilmente os nossos alimentos. Os formigueiros encontram-se no solo, em forma de montículos ou debaixo das lousas nos jardins. Alimentam-se, preferencialmente, de substâncias açucaradas, proteínas, gorduras, pequenas moscas e outros insetos similares. O seu olfato está muito desenvolvido permitindo que sigam uma determinada rota em busca de alimentos, infestando as nossas habitações.

A Formiga faraó (Monomorium pharaonis) representa um grave problema em muitos países do mundo. Este pequeno artrópode permanece ativo durante todo o ano na estrutura dos nossos edifícios, infestando hotéis, vivendas, hospitais, laboratórios e outros locais. As infestações podem ser graves e com várias colónias no mesmo edifício, podendo ser desde uma rainha e uma corte de obreiras até centenas de rainhas e centenas de milhares de obreiras. É uma formiga muito pequena; as obreiras medem entre 1,5 a 2 mm, a sua cor varia entre o amarelo e o roxo e a parte traseira do seu abdómen é escura. As obreiras podem percorrer distâncias superiores a 30 metros na procura do alimento.

A Formiga argentina (Iridomyrmen humilis) é de pequeno tamanho e não apresenta uma sociedade estratificada em castas (as obreiras não têm diferenciação morfológica e são todas iguais). Esta espécie não constrói formigueiros e, por vezes, circula de forma isolada. De Verão qualquer abrigo lhe serve, como por exemplo debaixo de uma árvore. No Inverno refugia-se em locais abrigados, nomeadamente pilhas de estrume, paredes e tabiques das casas, entre outros.

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A MM no controlo de formigas utiliza preparações residuais, as quais são aplicadas por pulverização localizada no interior e exterior das instalações criando assim uma barreira química que elimina as formigas existentes e previne futuras invasões.

São utilizados iscos em estações de isco próprias em todas as instalações ou em aplicações localizadas nas fendas e ranhuras, debaixo dos armários de cozinha, casas de banho, ar condicionado e principalmente nos locais de alimento e água. Nas instalações de maior dimensão é necessário sinalizar numa planta os locais onde foram colocadas as estações de isco.
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O controlo de infestações produzidas por formigas é bastante difícil. É conveniente conhecer a praga de forma a implementar um controlo integrado da mesma e, adicionalmente, prevenir o seu reaparecimento.

As formigas migram para os edifícios, por fissuras e fendas de reduzida dimensão, na procura de alimentos, de água e de substâncias açucaradas.

Estes insetos comunicam através de odores, denominados feromonas, deixando um rasto químico por onde circulam.

As formigas são insetos vincadamente sociais, vivendo em sociedades hierarquizadas. As colónias formadas poderão atingir um número de indivíduos na ordem do meio milhão. Após o estabelecimento da colónia, esta poderá persistir cerca de 10 a 15 anos.

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O controlo de formigas requer um conhecimento profundo sobre esta praga. A maioria dos tratamentos “caseiros” apenas elimina as formigas visíveis, não interferindo na colónia de formigas estabelecida. Por esta razão é necessário um acompanhamento técnico das infestações, de forma a implementar um controlo efetivo tanto nas formigas visíveis, como na restante colónia, possibilitando eliminar a infestação na sua origem.

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Existem cerca de 12000 espécies de formigas no planeta terra

Uma formiga consegue levantar 100 vezes o seu peso corporal, ou seja, seria como um homem adulto levantar um autocarro…

As formigas são insetos vincadamente sociais

Numa colónia de formigas a rainha poderá viver muitos anos e faz a postura de milhões de ovos

As formigas não têm ouvidos. Sentem os sons ambientes através de vibrações

Quando uma rainha morre a colónia só sobrevirá um número reduzido de meses

No planeta terra existem cerca de 1,5 milhões de formigas para cada ser humano

As formigas apareceram no planeta terra entre 110 a 130 milhões de anos, muito antes que o homem

Existem 10,000,000,000,000,000 (10 quadriliões) de formigas no planeta terra para 7 7.000.000.000.000 (7 biliões) de seres humanos…

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Ácaros

Ácaros

Os ácaros pertencem à subclasse Acarina, a qual engloba um grande número de espécies, sendo as mais importantes a família Pyroglyphidae (ácaros domésticos) e família Tyroglyphidae (ácaros de armazenamento). De tamanho bem reduzido e muitas das vezes invisíveis a olho nu, estes artrópodes alimentam-se de uma grande variedade de substratos, apresentando, na sua forma adulta, quatro pares de patas, ao contrário dos insetos que apresentam 3 pares de patas. 

Vivem de 2 a 3 meses, durante os quais acasalam 1 a 2 vezes. Deste acasalamento originam a uma postura de 20 e 40 ovos. O período mais propício para o acasalamento é a Primavera e o Outono.

Atualmente fala-se muito sobre pessoas alérgicas à poeira, mofo e Ácaros. Mas, o que são Ácaros? São artrópodes, pertencentes à Ordem Aracnídea, a mesma divisão taxonómica das aranhas, carraças e escorpiões.
Os Ácaros são responsáveis por sintomas alérgicos, tais como rinite alérgica, asma e eczemas, que podem variar de indivíduo para indivíduo, dependendo da sua sensibilidade. Calcula-se que a prevalência da sensibilização aos Ácaros, na população geral, seja de cerca de 10 a 20%.

Estas espécies estão associadas a ambientes quentes e húmidos, ideais para o seu desenvolvimento. A transpiração de um ser humano na cama produz humidade suficiente para a existência de Ácaros nos lençóis, almofadas e colchão.

Os Ácaros abundam nos colchões, mantas de lã, almofadas de penas, tapetes, alcatifas, sofás e bonecos de peluche, desenvolvendo-se em condições ótimas com humidade superior a 70% e com uma temperatura superior a 20ºC. Os ácaros não têm condições de sobrevivência quando existe humidade relativa inferior a 45 %. Em altitudes superiores a 1200 metros, os ácaros deixam de ter boas condições de vida. Por este motivo, a estadia em regiões montanhosas pode conduzir ao alívio de certas alergias.

Contudo, os ácaros não atacam somente o homem, atacam também os produtos armazenados, sendo na maioria as mesmas espécies do pó existente nas nossas habitações. Quando presentes nos alimentos, podem deteriorar cereais e outros produtos naturais, consumidos tanto pelo Homem como por animais, podendo causar doenças de pele e distúrbios intestinais.

Alimentam-se de matéria orgânica encontrada na poeira doméstica (fungos, partículas de alimentos), mas a maior parte da sua dieta consiste em escamas de pele humana e de animais, que é substituída diariamente (1 grama) e que possui alto valor proteico. 1 gr de pó pode conter até 3000 Ácaros!

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A MM no controlo de Ácaros, dispõem de acaricidas específicos, não tóxicos para o Homem e com capacidade para eliminar os Ácaros domésticos, conseguindo assim obter um controlo efetivo da espécie a combater.

A aplicação da preparação é realizada através de uma pulverização cuidada e uniforme, usando preparações líquidas que não mancham e que são inodoras. Como complemento pode aplicar-se uma nebulização a frio, que se dispersa pelo ar alcançando locais onde os acaricidas líquidos não chegam, melhorando assim o resultado final do serviço.

Para reduzir a existência de Ácaros deve proceder-se a algumas medidas preventivas, como: arejar e limpar a casa, usar o desumidificador e efetuar uma aspiração forte.
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A maioria dos ácaros, devido ao seu reduzido tamanho, é de difícil avaliação ou visualização sem a utilização de um equipamento de aumento.

Os ácaros poderão causar irritações cutâneas. Normalmente os sintomas produzidos são avaliados por dermatologistas.

Existem algumas medidas que se podem implementar de forma prevenir infestações produzidas por ácaros:

  • Ventilar frequentemente as divisões das habitações, especialmente no período da manhã;

  • Realizar limpezas frequentes das superfícies. Sugerimos o aspirador em detrimento da vassoura;

  • Na limpeza de móveis, utilizar panos um pouco humedecidos de forma a não espalhar o pó;

  • Os lençóis, edredons, mantas deverão ser lavadas a mais de 50ºC, para controlar os ácaros;

  • Manter a humidade abaixo dos 50% de forma a evitar a proliferação dos ácaros.

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Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução para eliminar o problema.

O técnico da MM Desinfecções irá conduzir e implementar o controlo da infestação baseando-se, de forma primordial, numa inspeção criteriosa, localizando as áreas críticas.

Os técnicos da MM Desinfecções são especializados e estão prontos para solucionar qualquer problema de ácaros.

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Percevejos

Percevejos

Os Percevejos das camas pertencem à Ordem dos Hemípteros.

Para quem pensa que dorme sozinho ou no máximo com o(a) companheiro(a), está muito enganado. Milhares de outros organismos como ácaros e até mesmo percevejos podem passar a noite a deliciarem-se do nosso sangue ou pele seca que cai do nosso corpo.

O seu ciclo tem uma duração de 2 a 4 meses, mas por vezes em condições desfavoráveis podem sobreviver até 1 ano sem alimento. Em adulto mede entre 4 e 5 mm, apresenta uma forma oval e achatada, com uma coloração castanha avermelhada.

A fêmea deposita entre 250 e 500 ovos nas fendas e ranhuras de estruturas existentes nos quartos, principalmente das camas.

O Percevejo das camas é um inseto hematófago (alimenta-se de sangue) e de hábitos noturnos. A sua saliva funciona como um anticoagulante podendo provocar reações locais inflamatórias, ou até mesmo alérgicas. Apesar desse hábito alimentar, não existe registo de qualquer doença transmitida ao Homem por este inseto.

A nossa cama é um habitat perfeito para este intruso, pois ai encontra abrigo nas frestas do estrado e da cama, entre as costuras do tecido do colchão e entre as almofadas. Mas não é somente aí que se abriga. Outras frestas e ranhuras existentes nos móveis, nos papéis de parede e nos tecidos para decoração podem, igualmente, servir de esconderijo.

Tanto as ninfas como os adultos necessitam de sangue como alimento. Desta forma, durante a noite, saem dos seus refúgios para se alimentarem no seu hóspede. A sua presença é notada quando surgem picadas pelo corpo, principalmente na região do pescoço; também podem ser observadas gotas de sangue de cor castanha avermelhada nos lençóis, almofadas e colchões.

Deve ser realizada uma inspeção aos potenciais esconderijos destes insetos e, também, tentar descobrir de a proveniência da infestação, já que os Percevejos podem ser transportados nas roupas de cama, malas de viagem e até mesmo nas mobílias transportadas. Uma limpeza com aspiração forte do local em todas as frestas, ranhuras e orifícios e a verificação dos potenciais esconderijos são excelentes medidas para minimizar o problema.

No entanto deve ser contactada uma empresa de Controlo de Pragas para realizar o controlo.

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No controlo dos Percevejo das camas são utilizadas preparações residuais, mas que têm também um efeito imediato que garanta um controlo efetivo da espécie a tratar.

A aplicação da preparação é realizada através de uma pulverização localizada, cuidada e uniforme com especial incidência na estrutura da cama, roupeiros, rodapés, quadros, frestas, em suma toda a área envolvente.

Para isso são utilizadas preparações líquidas que não mancham e como complemento é aplicada uma nebulização a frio que vai chegar aos locais mais escondidos. Com este sistema consegue-se obter um resultado imediato e também alguma residualidade que irá prevenir reinfestações.
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Os percevejos das camas encontram-se um pouco por todo o lado. E, atualmente, não estão associados somente a más condições de higiene. A globalização capacitou este inseto de uma grande capacidade migratória. Normalmente, hotéis, hostels, escritórios, lojas, habitações e ginásios, são locais estatisticamente críticos no que diz respeito à presença destes indesejados insetos.

Os percevejos, devido à sua forma corporal achatada, escondem-se em locais pouco prováveis, sendo transportados em bagagens, móveis e bens pessoais. Assim que infestam uma zona interior, dificilmente poderão ser controlados sem a ajuda de um especialista. Quanto mais precoce é a sua deteção menor será o custo do seu controlo.

Normalmente os sinais produzidos por uma infestação de percevejos das camas poderão ser vários:

  • Visualização de percevejos; estes insetos assemelham-se à pevide de uma maça, quer no tamanho quer na sua forma;

  • No seu crescimento, os percevejos vão libertando os seus exosqueletos, sendo estes um sinal inequívoco de uma infestação;

  • Após a sua alimentação, os percevejos defecam originando umas pequenas manchas de coloração castanha ou preta.

  • As suas picadas são, também, um sinal inequívoco da sua presença.

Existem algumas sugestões que poderão minimizar e prevenir o risco do seu aparecimento de percevejos no interior de edifícios:

  • Manter os quartos devidamente arrumados, para que seja mais fácil a identificação precoce de uma infestação;

  • Lave e seque toda a roupa da sua cama à temperatura mais alta possível;

  • Inspecione cuidadosamente o mobiliário e outros bens, adquiridos em segunda mão, previamente à sua introdução na sua casa;

  • Inspecione a sua casa, cuidadosamente, após uma viagem, uma mudança ou após receber convidados provenientes de locais já referenciados.

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Assim que seja detetada uma infestação, produzida por percevejos, deverá contactar imediatamente uma empresa especializada, de forma a eliminar este indesejado inseto.

A MM Desinfecções disponibilizará um controlo à medida para eliminar a infestação produzida. Estes insetos apresentam uma taxa reprodutiva muito elevada, logo uma deteção precoce é uma importante forma de prevenir e controlar grandes infestações.

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Peixinho de Prata

Peixinho de Prata

A traça dos livros ou peixinho-de-prata pertence à Ordem Thysanura. As espécies mais conhecidas são a Lepisma saccharina e Thermobia domestica. São espécies domésticas que infestam, sobretudo, edifícios. O seu aspeto é semelhante a um peixe prateado, daí um de seus nomes ser "silverfish".

Estes insetos são desprovidos de asas, apresentam o corpo alongado, com apêndices caudais longos e delgados, muito característicos.

O nome da ordem significa: thysanus (do grego, franja ou fimbria) e oura (do grego, cauda).

A espécie Lepisma saccharina apresenta uma coloração cinzenta, mede aproximadamente 1,3 cm de comprimento e é encontrada frequentemente em lugares húmidos e frescos. A Thermobia doméstica apresenta uma coloração bronzeada ou parda e tem uma dimensão idêntica ao Lepisma. Frequenta, habitualmente, lugares quentes, preferindo fornalhas, aquecedores e tubos de calefação.

Alimentam-se de todos os tipos de substâncias amiláceas e habitualmente tornam-se pragas. Nas bibliotecas alimentam-se do amido dos livros, encadernações e etiquetas. Nas residências alimentam-se do amido de roupas, cortinas, lençóis, sedas e da pasta de amido do papel de parede. Em armazéns alimentam-se de papel, vegetais e alimentos que contenham amido. Raramente atacam roupas de lã e outros produtos de origem animal.

Apresentam, geralmente, hábitos noturnos, sendo ativas à noite e escondendo-se durante o dia, evitando contacto direto com a luz. Assim, ao acender-se uma luz, procuram esconder-se em frestas ou atrás de móveis e quadros.

Espécies do género Lepisma podem viver de 2 a 3 anos, enquanto espécies de Ctenolepisma, apresentam uma longevidade de 7 a 8 anos, ou seja, podem fazer parte da nossa família por um longo período de tempo.

No seu desenvolvimento, os jovens assemelham-se aos adultos e crescem sem sofrer metamorfoses. Do ovo sai uma forma jovem que cresce e sofre diversas mudas até atingir a fase adulta. O tempo de desenvolvimento, no nosso clima, é de cerca de um ano.

Estas espécies podem produzir enormes danos nas roupas e papéis.

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MM no controlo de Peixinho-de-prata utiliza preparações residuais, conseguindo assim obter um controlo efetivo da espécie a controlar.

A aplicação da preparação é realizada através de uma pulverização cuidada e uniforme usando preparações líquidas que não mancham, em fendas e ranhuras, ao redor de estantes, interior e exterior de armários, despensas e outras áreas infestadas ou possíveis de serem infestadas, eliminando os insetos adultos e larvas.

Como complemento é realizada uma nebulização a frio ou Termo nebulização, que se dispersa pelo ar atingindo os locais onde as preparações líquidas não chegam melhorando assim o resultado final do serviço.
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Com uma capacidade adaptativa muito elevada, o peixinho-de-prata vive associado a vários climas preferindo, contudo, locais escuros e húmidos como caves, sótãos, cozinhas e casas de banho. São atraídos especialmente por papel e roupas.

Alimentam-se, sobretudo, de hidratos de carbono, nomeadamente açucares, amido, celulose, a cola das lombadas dos livros, linho, seda, entre outros. Perante esta realidade, é fácil perceber que nos podem causar prejuízos avultados tanto em ambientes domésticos como em ambientes industriais e/ou públicos.

Esta praga apresenta hábitos noturnos e quando encontram um ambiente com temperatura e humidade convenientes, reproduzem-se muito ativamente. Assim, uma das formas basilares de controlar e prevenir este agente infestante é controlar a humidade ambiente. Paralelamente hábitos de limpeza regulares poderão ajudar a controlar precocemente uma infestação no se início.

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Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução para eliminar o problema.

A MM Desinfecções dispõe de técnicos devidamente formados e com vasta experiência no controlo destes agentes infestantes, quer em ambiente doméstico, quer em ambiente comercial.

Atuamos segundo uma metodologia integrada no controlo desta praga. Dispomos de dispositivos que permitem, de uma forma precoce, monitorizar a atividade destes seres vivos.

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Pulgas

Pulgas

As Pulgas são insetos pertencentes à Ordem Siphonaptera e produzem, através da sua picada, um grande incómodo nos seus hospedeiros, nomeadamente o homem ou animais de estimação.

São pequenos insetos ectoparasitas de aves e mamíferos, medem geralmente menos de 5 milímetros de comprimento e as suas partes bocais são adaptadas para cortar a pele e sugar o sangue do hospedeiro. Não têm asas mas possuem pernas extremamente fortes, especialmente o par posterior, o que possibilita que se movam rapidamente e pulem distâncias muito maiores que o comprimento de seu corpo; os seus olhos são reduzidos ou mesmo ausentes.

A falta de movimento numa habitação, durante as férias ou num período em que o imóvel não é utilizado, é fator determinante numa infestação de Pulgas.

A fêmea deposita várias centenas de ovos no hospedeiro, alguns dos quais caem em fendas e ranhuras. Decorrida uma a duas semanas, estes ovos eclodem permitindo a saída de larvas que se alimentam de restos de sangue. Estas tecem um casulo transformando-se em pupa por um período de tempo indeterminado. Quando detetam um animal de sangue quente, através das suas vibrações e da libertação de dióxido de carbono, proveniente da respiração, rompem o casulo e atacam. Podem alimentar-se várias vezes ao dia do seu sangue mas também podem sobreviver vários meses sem alimento. Os ovos e as pupas são "impermeáveis" a inseticidas cuja ação se restringe às larvas e aos adultos. Assim o controlo desta espécie deve ser efetuado tanto através de medidas preventivas como curativas.

Podem causar desconforto ao homem e aos seus animais domésticos mas também problemas de saúde tais como dermatites alérgicas, viroses, vermes e doenças causadas por bactérias (peste Bubónica, tularemia e salmoneloses). Apesar das picadas serem raramente sentidas, a irritação causada pelas secreções salivares pode agravar-se em alguns indivíduos, que podem sofrer uma reação severa resultante de infeções secundárias ocasionadas pela ação de coçar a área irritada. Picadas no tornozelo e pernas podem, em algumas pessoas, causar dor que pode durar alguns minutos horas ou dias, dependendo da sensibilidade do indivíduo.

A reação típica da picada é a formação de uma pequena mancha dura avermelhada com um ponto no seu centro. As espécies mais comuns são: Pulex irritans, que ataca mais o homem, podendo no entanto alimentar-se de outros hospedeiros; Xenopsylla cheopis, denominada pulga do rato; Ctenocephalides felis, conhecida por pulga do gato e Ctenocephalides canis, a pulga do cão.

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A MM no controlo de Pulgas utiliza preparações residuais conseguindo assim obter um controlo efetivo da espécie a combater. A aplicação da preparação é realizada através de uma pulverização cuidada e uniforme usando preparações líquidas que não mancham.

Estas vão penetrar nas fendas e ranhuras assim como em carpetes e tapeçarias, eliminando os insetos adultos e as suas larvas.

Nas áreas tratadas não poderão ficar pessoas ou animais por um período mínimo de vinte e quatro horas, passado esse tempo o Cliente deve proceder a uma forte aspiração eliminando assim os insetos mortos e os seus ovos, de seguida deve eliminar o saco do aspirador deitando-o para o lixo.

Quando existem animais de estimação, após a realização do serviço os mesmos devem de ser desparasitados para evitar novas reinfestações.
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As pulgas são ectoparasitas e necessitam de uma refeição de sangue para sobreviverem. Assim, muitas das pulgas infestam edifícios e habitações porque são transportadas em animais domésticos e no próprio homem.

A forma mais efetiva de prevenir a infestação, produzida por pulgas, no inferior de um edifício ou de uma habitação, é eliminar a atividade biológica das pulgas em áreas exteriores, utilizando o controlo químico nas estruturas/superfícies e o controlo veterinário nos animais.

Existem muitos sinais que indicam uma infestação produzida por pulgas. O primeiro sinal é a reação dos animais domésticos às pulgas. Quando estas existem, os animais domésticos coçam repetidamente o corpo. Esta situação é causada pelo desconforto provocado pela picada da pulga. Outro sinal importante, da presença deste indesejado agente infestante, são as picadas produzidas no ser humano.

Existem algumas medidas preventivas que permitem reduzir a possibilidade de infestações. De seguida enumerámos alguns exemplos práticos:

  • Banhos regulares dos animais domésticos;

  • Recurso a tratamentos veterinários preventivos/curativos;

  • Aspirações constantes, com recurso a um forte aspirador, e uma higiene profunda dos espaços, permite reduzir drasticamente a população existente, pois elimina ovos, larvas, pupas e adultos das pulgas;

  • Lavar e secar frequentemente as camas dos animais.

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Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução.

O técnico da MM Desinfecções irá conduzir e implementar o controlo da infestação baseando-se, de forma primordial, numa inspeção criteriosa, de forma a localizar as áreas críticas, onde as formas imaturas da pulga se encontram.

Após a inspeção, é possível identificar a espécie de pulga responsável pela infestação. Normalmente, esta espécie está associada à presença de um animal doméstico que normalmente constitui a fonte alimentar da população das pulgas existentes. Quando os animais domésticos são a fonte de infestação, paralelamente ao controlo das pulgas nas áreas críticas, deverá ser realizado um tratamento veterinário.

Por vezes a fonte de infestação está associada à presença de roedores, indicando a necessidade de controlar e eliminar a atividade destes últimos.

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A pulga faz uma postura de cerca de 2000 ovos durante a sua vida

A pulga pode viver mais de 100 dias sem uma refeição

A pulga femêa consome diariamente 15 vezes o seu peso corporal em sangue

A pulga consegue saltar 20,32 cm em altura ou aproximadamente 150 vezes a sua altura

Existem cerca de 2000 espécies e subespécies de pulgas

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Térmitas

Térmitas

As térmitas são insetos xilófagos que existem na Terra há muito mais tempo que o próprio homem. Já foram encontrados restos fossilizados destes insetos em formações geológicas datadas de 55 milhões de anos. Existem mais de 2.200 espécies descritas em todo o mundo mas somente 4% causam problemas no meio urbano.

No nosso país existem principalmente duas espécies: Reticulitermes lucifugus (térmitas subterrâneas) e Kalotermes flavicollis (térmitas da madeira seca). Ambas as espécies são nativas da região mediterrânea sendo a primeira a mais comum. São vulgarmente conhecidas por formiga-branca mas as térmitas pertencem à ordem Isóptera e as formigas à ordem Himenóptera. Desde que o homem começou a construir habitações ou estruturas de madeira, é que se conhecem os danos causados por este inseto. A denominação térmita tem origem no latim "Termes" e era utilizada pelos romanos ao referirem-se ao "verme da madeira", quando estas infestavam estruturas de madeira.

Uma colónia de térmitas subterrâneas é uma das mais sofisticadas sociedades de insetos e uma das mais perigosas. Esta sociedade, constituída por vários milhares de insetos, apresentam obreiras ou operárias que providenciam a alimentação e a manutenção da colónia, soldados que protegem e defendem a termiteira, e a rainha que pode realizar a postura de 20.000 ovos por dia.

Este é um excelente exército com que nos confrontamos. As obreiras e os soldados podem penetrar nas instalações por pequenos orifícios, para causarem graves destruições nos interiores das construções. A solução para esta ameaça é realizar um tratamento preventivo da área, onde irá ser construído o edifício antes da construção dos seus alicerces, ou tratar logo que o problema é identificado (tratamento curativo).

É um inseto branco ou branco-marfim, com 1 a 4 mm de comprimento; muito ativo desloca-se em fila sempre a coberto da luz, seja no interior da madeira, no solo ou no interior de “tubos” de aspeto característico, geralmente de cor castanha, construídos com partículas terrosas e com dejetos cimentados com secreções salivares. Vive numa sociedade organizada, através de um sistema de castas (colónia), desempenhando, o elemento de cada casta, um determinado papel no agregado: o de reprodutor, de obreira e de soldado.

Rapidamente a rainha deixa de trabalhar ficando as obreiras encarregues da sua alimentação. Este facto possibilita à rainha dilatar, em muito, o seu abdómen, aumentando a capacidade de produzir ovos, ficando imóvel junto ao macho na câmara real (estrutura dedicada exclusivamente à postura de vários milhões de ovos). A formação das diferentes castas é determinada por feromonas transmitidas a todos os membros da colónia.

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Método MM
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As térmitas subterrâneas vivem e estabelecem colónias no solo. No solo encontram a humidade necessária para sobreviverem e podem construir túneis para alcançar pontos de alimentação: os nossos edifícios!

Normalmente os edifícios e sobretudo as nossas habitações são um grande investimento, senão o mais importante das nossas vidas. As térmitas causam prejuízos, por vezes irrecuperáveis, nesses investimentos tão importantes.

Existem algumas sugestões que, após implementação, poderão prevenir uma infestação produzida por térmitas. Neste sentido sugerimos o seguinte:

  • Eliminar fontes de humidade nos edifícios;

  • Assegurar que a drenagem das habitações se encontra limpa e efetiva;

  • Armazenar as pilhas de madeira, utilizadas para o nosso aquecimento, numa zona exterior à habitação;

  • Avaliar outros sinais de infestação.

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A única forma de eliminar uma infestação produzida por térmitas é através da prestação profissional de serviços de controlo de pragas. A MM Desinfeções apresenta 20 anos de experiência no controlo integrado deste xilófago e poderá apresentar um plano de controlo direcionado e exclusivamente delineado tendo em conta as necessidades de cada edifício.

Não deixe as térmitas destruir a sua habitação. Peça já o auxílio de um especialista!

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As térmitas vivem em colónias

Os soldados e as obreiras das termitas são completamente cegos, porque vivem na escuridão

A térmita rainha vive entre 15 a 25 anos e faz a postura de um ovo de 15 em 15 segundos, resultando em 30.000 ovos por dia

Cada colónia de térmitas pode albergar 3 milhões de térmitas

Por cada ser humano existem 453 kg de térmitas. 453 kg é o peso de uma vaca adulta.

As térmitas alimentam-se de celulose, constituinte da madeira

A termitas existem há mais de 130 milhões de anos e descendem de um insecto próximo da barata

As térmitas têm um sofisticado sistema de comunicação

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Processionária do Pinheiro

Processionária do Pinheiro

Os pinheiros e os cedros servem de hospedeiros a uma lagarta da família Thaumetopoidea, género Thaumetopoea, e espécie Thaumetopoea pityocampa, que causa por vezes grandes danos em vastas áreas florestais, sendo por muitos considerado o agente mais destrutivo dos pinhais a seguir aos incêndios.

Os seus efeitos nefastos não se restringem a estas espécies florestais mas a muitas espécies animais que com ela contactam. Na fauna doméstica, o cão e o gato são objeto de consulta veterinária frequente pelos efeitos alérgicos que a Processionária neles provoca.

O seu ciclo de vida compreende diversas fases ao logo de todo o ano, algumas delas inofensivas para os seres acabados de referir. A lagarta, propriamente dita, eclode dos ovos depositados nas copas dos pinheiros em meados de Setembro. A partir daqui vai sofrer uma evolução constante até ao estádio em que, pela sua constituição anatómica e fisiológica, é capaz de desencadear reações alérgicas em muitos dos seres vivos que com ela contactam, incluindo o ser humano. Toda esta evolução ocorre em cinco fases, sendo a partir da terceira (em meados de Novembro) que lagartas provenientes de diversas posturas constroem o seu ninho de resistência capaz de enfrentar o frio do Inverno que se avizinha.

É então que, desde meados de Fevereiro até fins de Maio (com oscilações provocadas pelas condições climatéricas), as lagartas descem das copas das árvores hospedeiras até ao solo, em procissão (daí o nome comum de Processionária) normalmente liderada por uma fêmea.

Terminada a procissão, as lagartas dão início à fase subterrânea do seu desenvolvimento, enterrando-se a alguns centímetros de profundidade do solo. Em climas frios, estas procuram as zonas expostas ao sol, enquanto em climas quentes preferem as zonas sombrias. Aqui evoluem para o estádio de pupa ou crisálida que, desde finais de Junho até Agosto, sofrem uma metamorfose originando as borboletas (inseto adulto) que acasalam entre si. As fêmeas depositam os seus ovos nas copas dos pinheiros, fechando assim o seu ciclo biológico.

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Método MM
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Em ambiente urbano, este inseto impõe uma vigilância constante e um controlo urgente e atempado, sobretudo em caso de ataques severos e sucessivos, dadas as consequências que pode trazer em termos de saúde pública. As lagartas libertam milhares de pelos urticantes que se espalham pelo ar, podendo causar graves reações alérgicas no Homem e animais e, em casos extremos, a morte.

Como método preventivo do aparecimento da praga, aconselha-se a colocação de armadilhas sexuais para captura das borboletas macho nos pinheiros normalmente atacados, antes do final da Primavera.

A colocação e monitorização das armadilhas sexuais deverá ser realizada por técnicos com experiência na condução deste tipo de actividade.

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Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução para eliminar e/ou controlar a indesejada presença da Processionária do Pinheiro.

As metodologias existentes e autorizadas acompanham tecnicamente o ciclo de vida anual da praga e são baseadas em tratamentos químicos, tratamentos mecânicos e tratamentos de captura/monitorização.

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Moscas

Moscas

As Moscas pertencem à Ordem Díptera e à família Muscidae. Possuem apenas um par de asas membranosas, correspondente às asas anteriores, daí o nome da ordem (di = duas, ptera = asas). Os Dípteros pertencem a um dos quatro maiores grupos de organismos vivos, existindo mais Moscas do que vertebrados. Só não existem nas regiões Ártica e Antárctica.

Conhecem-se aproximadamente 120.000 espécies e estima-se que existam mais de 1 milhão de espécies. O fóssil mais antigo data de 225 milhões de anos.

Do ponto de vista benéfico alguns Dípteros são importantes para o homem, sendo utilizados para estudos genéticos ou para o controlo biológico de plantas daninhas.

Algumas Moscas são hematófagas (alimentam-se de sangue), como por exemplo, a mosca-dos-estábulos, mas algumas mesmo não sendo hematófagas, como a Mosca doméstica e a Mosca varejeira, são de grande importância como vetores mecânicos. Podem veicular os agentes patogénicos nas patas, após pousarem em superfícies contaminadas por estes germes e, posteriormente, pousarem nos nossos alimentos, transmitindo, dessa forma, várias doenças.

As moscas são muito comuns em áreas rurais e urbanas. No ambiente urbano algumas espécies adaptaram-se bem às condições criadas pelo homem mantendo uma dependência chamada de sinantropia. Alimentam-se de fezes, produtos animais e vegetais em decomposição, açúcar entre outros. A mosca segrega uma substância sobre o alimento para poder ingeri-lo, visto que consegue ingerir alimentos sólidos, somente matéria na forma líquida ou pastosa. É ativa durante o dia e repousa à noite.

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Método MM
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É de extrema importância identificar os locais onde as moscas depositaram os seus ovos. Pode ser tão simples como um balde do lixo destapado ou o recipiente de alimentação do seu cão, existente no pátio.

Os locais usuais de reprodução deverão ser higienizados ou removidos.

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O técnico da MM Desinfecções é treinado para identificar os locais usuais de reprodução das moscas. Adicionalmente, irá sugerir medidas estruturais, que deverão ser implementadas, de forma a impedir a entrada destes insetos voadores para os edifícios.

O próximo passo é o controlo das moscas na sua fase adulta. Dependendo da situação poderemos utilizar insetocaçadores, armadilhas ou a aplicação de inseticidas, de forma a eliminar esta indesejada praga.

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Existem cerca de 120000 espécies de moscas no planeta terra

Uma mosca fêmea faz a postura de cerca de 3000 ovos durante o seu curto ciclo de vida

As moscas vivem em média 21 dias e apresentam várias formas durante o seu ciclo de vida

A mosca doméstica é a mais comum das espécies. São vetores de cerca de 100 doenças diferentes, como sejam a febre tifoide, tuberculose, disenteria entre outras.

As moscas domésticas defecam em cada quatro a cinco minutos, espalhando doenças

As moscas domésticas poderão viajar 30 km na procura de alimento

A mosca doméstica voa a uma velocidade máxima de 8 km/hora

Em voo a mosca doméstica bate as asas cerca de 20000 vezes por minuto

A mosca doméstica tem uma visão omnidirecional

Nos meses de reprodução (Abril a Setembro) os descendentes de um casal de moscas, se sobrevivessem e se reproduzissem normalmente, originariam 191.000.000.000.000.000.000 descendentes.

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Mosquitos

Mosquitos

Os Mosquitos pertencem à Ordem Díptera e à Família Culicidae e Anopheles. Os mosquitos nutrem-se da seiva de plantas e somente a fêmea pica por necessitar de sangue para a postura maturação dos seus ovos. A necessidade de sugar sangue é que resulta na transmissão de diversas doenças ao homem.

O Mosquito Culex incomoda, irrita e faz com que noites mal dormidas interfiram na vida das pessoas mas, até ao momento, não é considerado vetor de microrganismos patogénicos. O Aedes, entretanto, pode ser vetor de vírus e Febre-amarela quando se apresenta infetado. Ao picar uma pessoa doente, adquire o vírus que se multiplica no seu organismo e depois transmite-o a outras pessoas através da sua picada.

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Método MM
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Os mosquitos são atraídos por fontes de água estagnada, pelo calor, pelos gases exalados do nosso corpo e por determinados odores (perfumes, loções, entre outros).

De forma a evitar e prevenir o ataque destes indesejados insetos voadores, deveremos usar roupas que tapam totalmente o nosso corpo, usar repelentes devidamente aprovados e apagar as luzes exteriores durante o período noturno. Deveremos, igualmente, eliminar formas de entrada destes insetos voadores nos edifícios devendo para tal aplicar redes mosquiteiras em portas e janelas. Finalmente, deveremos eliminar zonas de reprodução ou proliferação dos mosquitos, removendo águas estagnadas de caleiras, pneus velhos, baldes, piscinas, entre outros.

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Normalmente o controlo de mosquitos é integrado (Controlo Integrado de Pragas), já que são reduzidas todas as fontes de reprodução (águas estagnadas), assim como é feito um controlo químico, sempre que necessário.

O plano de tratamento, com o objetivo de eliminar destes indesejados insetos, tem início numa abordagem realizada pelo técnico de Pest Control onde é identificado o tipo de mosquito causador dos problemas. Assim que a identificação é realizada, o técnico prepara um plano de controlo integrado, através de recomendações e, se necessário, integrando o controlo químico. Esta operação é baseada nas seguintes etapas:

  • Elaboração de um diagrama, do local em causa, que demonstra os atuais ou potenciais locais de desenvolvimento dos mosquitos;

  • Recomendações que impedem os mosquitos de entrarem no edifício;

  • Recomendações relacionadas com a gestão de vegetação espontânea

  • Uso de biocidas:

    • Aplicação de inseticidas no suporte vegetal;

    • Aplicação de inibidores de crescimento de insetos em meio aquoso;

    • Aplicação de inseticidas biológicos em meio aquoso.

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Os mosquitos apareceram no planeta terra há 400 milhões de anos, muito antes do que o homem

Existem cerca de 2.700 espécies de mosquitos

O peso médio de um mosquito é de 2,5 miligramas

Em cada picada do mosquito são retirados 0.000005 litros de sangue do hospedeiro

Os mosquitos descobrem os hospedeiros através da radiação infravermelha emitida por corpos quentes

Os mosquitos descobrem os hospedeiros através de sinais químicos, nomeadamente, dióxido de carbono, ácido láctico, entre outros, a uma distância de 25 a 35 metros

Os mosquitos podem voar 2,5 km por hora

Existem mosquitos que podem migrar 60 km por uma refeição

Seres humanos mais altos tendem a ser mais atrativos para os mosquitos porque produzem uma maior quantidade de dióxido de carbono e ácido láctico

Em noites de lua cheia a atividade dos mosquitos aumenta em cerca de 50%

Os mosquitos são os animais mais mortíferos à face da terra, apresentando-se como vetores de doenças como a malária, dengue, febre-amarela, zyka vírus, entre outras

Apenas a fêmea dos mosquitos ataca os humanos e os animais. Os machos alimentam-se do néctar das flores

Em voo as asas do mosquito batem 300 a 600 vezes por segundo. Este facto explica o barulho irritante que fazem antes de atacarem

Um mosquito adulto pode viver 5 a 6 meses

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Aves

Aves

O Pombo comum (Columba livia) é uma ave bastante comum em áreas urbanas e teve origem na Eurásia e África. Foi criado por asiáticos desde a antiguidade mais remota (há imagens datadas de 4.500 A.C. que o representam na Mesopotâmia). Os faraós tinham-no ao seu serviço há mais de 3000 anos A.C.. Eles sabiam da sua grande resistência e o espantoso sentido de orientação, usando-os como mensageiros. Mais tarde passou a ser valorizado pelo sabor da sua carne e pela sua beleza decorativa.

A sua plumagem é normalmente em tons de cinzento mais claro nas asas que no peito e cabeça com a cauda riscada de negro e o pescoço esverdeado. Caracteriza-se em geral por reflexos metálicos na plumagem, cabeça e pés pequenos, bicos com elevação na base e a ponta deste em forma de gancho. O bico é curto e fino com aproximadamente 38 mm de comprimento. Alimenta-se de sementes, grãos e frutos e nas cidades do que estiver disponível nas ruas, incluindo o lixo.

São portadores de ácaros e carraças e vítimas habituais de viroses e outras moléstias. É considerado um grave problema ambiental pois compete por alimento com as espécies nativas. Os seus excrementos causam odores desagradáveis, danos em fachadas de monumentos, viaturas, roupas e pode transmitir doenças ao homem. Atualmente estão catalogadas 57 doenças como sendo transmitidas pelos pombos: toxoplasmose, histoplasmose, salmonela, criptococoze, etc...

A Gaivota é uma espécie oportunista de grande plasticidade adaptativa e competitiva, utilizando quase todo o tipo de alimentos, e com um elevado potencial reprodutor, pelo que facilmente atinge proporções de praga.

É bem conhecida a voracidade das gaivotas e a sua capacidade de ingerirem praticamente tudo o que encontram, tornando-as frequentadoras assíduas dos mais variados locais onde subsistam resíduos da atividade humana. É uma espécie oportunista, que inclui na sua dieta itens tão variados como restos de animais mortos, crustáceos, aves jovens, ovos e insetos.

Em 20 anos a população de gaivotas quase triplicou em Portugal e o mesmo aconteceu em Inglaterra, França, Itália e Espanha. 

A população de gaivotas tem vindo a aumentar exponencialmente desde meados do século XX, tornando a sua presença claramente notada nas principais cidades costeiras europeias, principalmente, desde a década de 80. Existem já milhares de gaivotas que nascem, vivem, reproduzem-se e morrem nas cidades, sem nunca experimentar a vida ‘selvagem’: são as «gaivotas urbanas».

O aumento do número de gaivotas nas cidades levanta questões de saúde pública e ambiental e tem levado, cada vez mais, a reclamações de munícipes e turistas pela incomodidade provocada pelo seu ruído; pelos estragos no revestimento/pintura de edifícios e veículos (devido aos dejetos); pela sua agressividade, revelada em ataques a pessoas; pelo entupimento de caleiras e algerozes com penas e dejetos, restos de alimentos e material usado na construção dos ninhos (podendo originar inundações nos edifícios); e pelos estragos nas roupas (estendidas e em transeuntes).

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Método MM
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Prevenir infestações provocadas por aves apenas é possível quando compreendemos qual a razão para as aves selecionarem determinado local para habitar.

As aves irão nidificar e persistir em qualquer superfície que está disponível, como sejam telhados e beirais. Estes seres vivos procuram áreas elevadas de forma a evitar os seus predadores naturais.

As soluções para o controlo de aves variam entre soluções físicas e soluções sensoriais.

As soluções físicas são constituídas por barreiras baseadas em estruturas metálicas ou redes, que impedem que as aves permaneçam ou nidifiquem em alguma área.

As operações de controlo sensoriais são baseadas em aparelhos de dissuasão sónica e ultrassónica, dissuasão visual, réplicas de predadores, aversões ao paladar e alterações na paisagem.

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Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução para eliminar e/ou controlar a indesejada presença das aves.

O técnico da MM Desinfecções irá conduzir e implementar o controlo da infestação baseando-se, de forma primordial, numa inspeção criteriosa, localizando as áreas críticas onde as aves permanecem e nidificam.

Após a inspeção é possível identificar a espécie de ave responsável pela infestação. A MM Desinfeções apresenta 20 anos de experiência no controlo integrado de aves e poderá apresentar um plano de controlo direcionado e exclusivamente delineado tendo em conta as necessidades de cada edifício.

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Insetos Produtos Armazenados

Insetos Produtos Armazenados

Os insetos dos produtos armazenados, de interesse profissional, existem sob condições muito específicas. A sua atividade biológica, associada aos produtos armazenados, origina uma depreciação qualitativa e quantitativa causando perda de peso e diminuição do seu valor comercial. Os insetos ao infestarem os produtos armazenados encontram alimento em quantidade e qualidade, abrigo, temperatura e humidade favoráveis. Estas espécies apresentam um elevado potencial reprodutivo e alta capacidade adaptativa. Encontram-se geralmente em produtos secos tais como frutas secas, especiarias, massas, farinha, pão, vegetais secos, grão moído ou inteiro, alimentos para animais, nozes, doces, pastas, queijos e outros produtos similares.

Os Insetos dos produtos armazenados destroem mais do que o que consomem, tornando assim impróprios alguns alimentos para o consumo humano. São as mais importantes pragas em grãos armazenados porque causam danos em cerca de 10% da produção mundial de grãos. São também importantes nas habitações, como “pragas das despensas”, onde se encontram no interior de pacotes de cereais, especiarias e outros alimentos.

Algumas destas espécies têm origem durante as colheitas no campo, enquanto outras infestam os alimentos durante o seu processamento e armazenamento. Estas pragas podem voar para os edifícios desde o exterior, ou migrarem de outras zonas interiores já infestadas.

Muitas destas espécies são de origem tropical ou subtropical, pelo que se reproduzem melhor em condições quentes e húmidas. Não conseguem sobreviver muito tempo a baixas temperaturas e normalmente não hibernam; poucas espécies conseguem sobreviver a temperaturas superiores a 35ºC e normalmente não fazem posturas de ovos a temperaturas inferiores a 15,5ºC. No entanto existem alguns ácaros que conseguem reproduzir-se a temperaturas entre os 4,4ºC e os 10ºC, se as condições de humidade forem as adequadas.

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Os produtos agrícolas poderão ser atacados por pragas, tanto no campo como nas unidades de armazenamento.

Estas infestações poderão ser produzidas por traças, gorgulhos, ácaros, entre outros. Todos estes insetos produzem avultados prejuízos nos produtos e subprodutos agrícolas e o seu controlo deverá ser permanentemente equacionado.

É possível avaliar a presença de uma infestação, produzida por insetos dos produtos armazenados, quando visualizámos insetos mortos ou em atividade biológica e quando visualizámos prejuízos provocados nos produtos.

Estas infestações induzem graves prejuízos em produtos alimentares, prejudicando a imagem do seu negócio, inutilizando bens alimentares e, por conseguinte, traduzindo-se em problemas legais devido ao incumprimentos das exigências dos referenciais normativos relativos à segurança alimentar.

Do ponto de vista preventivo existem algumas sugestões que enumerámos de seguida:

  • Implementar serviços frequentes de uma empresa especializada no controlo de pragas;

  • Monitorização de atividade biológica produzida por agentes infestantes associados aos produtos armazenados;

  • Implementação de processos de higienização regulares;

  • Sensibilização e formação de colaborardes associados a estas áreas de negócio.

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Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução para eliminar o problema.

O técnico da MM Desinfecções irá conduzir e implementar o controlo da infestação baseando-se, de forma primordial, numa inspeção criteriosa, localizando as áreas críticas.

Após a inspeção, é possível identificar a espécie responsável pela infestação.

Os técnicos da MM Desinfecções são especializados e estão prontos para solucionar qualquer problema de pragas em produtos armazenados.

Normalmente, o método de controlo para eliminar a infestação é adaptado à realidade de cada edifício e passará pela sinergia de formas de monitorização/controlo e de controlo químico.

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Caruncho da Madeira

Caruncho da Madeira

Os carunchos ou carcomas da madeira são insetos pertencentes à Ordem Coleóptera.

A madeira está presente na nossa sociedade sob várias formas (móveis, construções, objetos de arte, monumentos, entre outras). Sendo em numerosos casos um magnífico material, é essencial o conhecimento da sua qualidade por parte de quem a pretenda utilizar corretamente. Em determinadas circunstâncias a madeira é um dos materiais mais duradouros conhecidos pelo homem, por outro lado quando as condições são desfavoráveis, pode desaparecer sem deixar rasto em poucos anos.

A madeira é muitas vezes atacada por carunchos. Este ataque é efetuado do interior da madeira aplicada para o exterior, o que torna mais difícil detetar a infestação precocemente.

Os insetos adultos, de pequeno tamanho e cores escuras, têm uma curta vida após a procriação e não se alimentam da madeira. Os estragos são feitos pelas larvas destes insetos.

O Hylotrupes bajulus é a praga que, do ponto de vista económico, pode causar maiores danos nas estruturas de madeira. Os insetos adultos saem do interior da madeira, no período de mais elevada temperatura, acasalam e a fêmea inicia a postura dos ovos. Os ovos eclodem ao fim de aproximadamente 14 dias e as larvas aumentam a perfuração para o interior da madeira, continuando a alimentar-se por um período de 3 a 4 anos.

O Anobium punctatum é uma praga muito comum na madeira, estando presente principalmente nas casas antigas. Os insetos adultos saem do interior da madeira no Verão e, passado pouco tempo, acasalam. A fêmea inicia a postura dos ovos nas fendas, ranhuras e orifícios já existentes na madeira. Os ovos eclodem passadas 3 ou 4 semanas e as larvas começam logo a alimentarem-se da madeira por um período que pode variar de 2 a 3 anos.

O Caruncho pode ser um sério problema na perspetiva económica, mas é ao destruir o nosso mobiliário e a madeira que serve de alicerce na construção das nossas casas, colocando em risco a nossa segurança e aumentando a nossa preocupação.

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A madeira está presente na nossa sociedade através de várias formas (móveis, construções, objetos de arte, monumentos, entre outras).

Sendo em numerosos casos um magnífico material, é essencial o conhecimento da sua qualidade por parte de quem a pretenda utilizar corretamente.

Em determinadas circunstâncias a madeira é um dos materiais mais duradouros conhecidos pelo homem; por outro lado quando as condições são desfavoráveis, pode desaparecer, sem deixar rasto, em poucos anos.

A madeira é muitas vezes atacada por carunchos. Este ataque é efetuado do interior da madeira para o exterior, o que torna difícil detetar precocemente a infestação.

É difícil prevenir uma infestação produzida por caruncho da madeira. No entanto sugerimos o seguinte:

  • Inspecione cuidadosamente o mobiliário e outros bens, adquiridos em segunda mão, previamente à sua introdução na sua casa;

  • Verifique a produção de pó associada a mobiliário e pisos de soalho;

  • Evite humedecer as madeiras, seja na limpeza ou por mero acidente;

  • Peça ajuda a um profissional logo que detete algum facto anormal associado às estruturas de madeira.

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Assim que seja detetada uma infestação, produzida por carunchos da madeira, deverá contactar imediatamente uma empresa especializada de forma a eliminar este indesejado inseto.

A MM Desinfecções disponibilizará um controlo à medida para eliminar a infestação. Estes insetos apresentam uma taxa reprodutiva muito elevada, logo uma deteção precoce é importante de forma a prevenir e controlar grandes infestações e, por consequência, evitar prejuízos avultados nas estruturas construídas em madeira.

Para controlar e eliminar os carunchos da madeira dispomos de várias metodologias, baseadas em técnicas preventivas ou curativas, como sejam o expurgo, a injeção de inseticida sob pressão, entre outras.

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Vespas

Vespas

As vespas pertencem à ordem dos Himenópteros e à família Vespidae. A maioria das espécies possui coloração preta com manchas amarelas e variam entre os 10 e os 25 mm de comprimento. São bem conhecidas pela sua dolorosa picada. Estas espécies tentam defender os ninhos, estruturas denominadas vespeiros, através das suas picadas.

Constroem os ninhos das mais diversas formas, mas por norma são compostos por várias células hexagonais que ficam dentro de um envelope semelhante ao papel e, normalmente, localizam-se em locais abertos presos a galhos de árvores, sob telhados ou qualquer outro local protegido. Das cerca de 30.000 espécies conhecidas, a grande maioria não constrói ninhos, e são chamadas de espécies solitárias. Muitas vespas solitárias escavam o solo com as suas mandíbulas e constroem um túnel que termina num buraco chamado cela. Outras espécies de vespas solitárias não escavam o chão para fazer seus “ninhos”, constroem-nos em pequenos buracos no solo, fendas nas paredes de casas, buracos nos troncos e galhos de árvores.

Por causa do grande número de espécies e também da variedade de comportamentos atípicos que as vespas solitárias apresentam, elas são objeto de estudo em todo o mundo.

A vespa caça insetos ou aracnídeos e consegue paralisar as suas presas utilizando o veneno (a sua composição é pouco conhecida) que injeta durante a ferroada. A vespa carrega a presa para o ninho e deposita os ovos sobre o seu corpo. Do ovo nasce uma pequena larva que se alimenta do corpo dos insetos ou aranhas até se tornar uma vespa adulta.

Os acidentes podem causar manifestações alérgicas (mesmo com uma só picada) ou tóxicas (múltiplas picadas). Os sinais são vários: locais (dor aguda, vermelhão, comichão e edema por várias horas ou dias); regionais (são de início lento e podem chegar a limitar a mobilidade de um membro); sistémicos (enxaqueca, vertigens, calafrios, agitação psicomotora, sensação de opressão torácica, rinite, edema da laringe, rouquidão); digestivos (comichão no palato ou na faringe, edema dos lábios, língua, náuseas, vómitos e diarreia); cardiovasculares (a hipotensão é o sinal maior, manifestando-se por tontura ou insuficiência postural até o colapso vascular total).

Nos acidentes causados por enxame, o retirar dos ferrões da pele deve ser feito por raspagem com uma lâmina e não recorrer ao uso de uma pinça, pois a compressão poderá espremer a glândula ligada ao ferrão e inocular no paciente o veneno ainda existente.

Algumas espécies de vespas são bastante populares, travando verdadeiras “lutas” com as aranhas e por isso despertam grande curiosidade nos humanos. Na maioria das vezes, a vespa é a grande vencedora.

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Normalmente, as vespas aproveitam os espaços existentes nas estruturas dos edifícios para construíram o seu ninho. Assim, limitar as aberturas existentes nos edifícios, que comunicam com o interior, é uma medida preventiva e crítica no controlo deste agente infestante. As vespas estabelecem colónias nos edifícios devido à procura de uma fonte alimentar, de um local para construir um ninho, de um local seguro para hibernar ou por mera casualidade.

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O controlo destes agentes infestantes, quer seja necessário no interior ou no exterior dos edifícios, deverá ser conduzido por um profissional, com a devida experiência.

Na MM Desinfecções dispomos de técnicos devidamente formados para estas operações e que possuem os equipamentos de proteção e de aplicação de biocidas que permitem uma atuação segura e eficaz para eliminar as infestações emergentes.

Sempre que as vespas constituem um problema, deverá contactar um profissional de controlo de pragas de forma a ser realizado um levantamento criterioso, possibilitando, posteriormente, a escolha da metodologia mais coerente.

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Escaravelho da Palmeira

Escaravelho da Palmeira

O Rhynchophorus ferrugineus, vulgarmente designado por escaravelho da palmeira, é um insecto da Ordem Coleóptera que constitui presentemente uma praga associada às palmeiras. Originária da Ásia e que atacou, numa primeira fase, coqueiros, expandiu-se rapidamente para o Oriente Médio, atingindo o norte do Egipto. Desde de 1994 existem registos da sua presença em toda a costa mediterrânica. A sua presença em Portugal foi confirmada no Verão de 2007.

Provocando uma mortalidade massiva nas plantas infestadas, destrói milhares de palmeiras num curto espaço de tempo. O seu hospedeiro preferencial é a palmeira da espécie Phoenix canariensis, atacando, igualmente, outras espécies do género Phoenix, e género Washingtonia.

O impacto que esta praga pode produzir ao nível paisagístico, em Portugal e especificamente no Algarve, é tremendo já que as espécies de palmeiras que possuem características de hospedeiro para a praga estão presentes, abundantemente, na via pública e em propriedades particulares.

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Prevenir a infestação provocada pelo escaravelho da palmeira não é uma tarefa fácil!

No entanto sugerimos algumas questões que deverão ser observadas. Uma vez que o escaravelho realiza a postura dos ovos nos tecidos mais recentes da palmeira, deveremos evitar realizar cortes e feridas no tronco da palmeira, contribuindo assim para a redução da infestação. Na eventualidade de existirem feridas estas devem ser tratadas com produtos apropriados de forma a induzir a cicatrização e proteção. Também se deve evitar o transporte e movimentação de folhas ou restos de palmeiras infestadas, que devem ser eliminadas no local.

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Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução para eliminar e/ou controlar a indesejada presença do Escaravelho da Palmeira.

As metodologias existentes e autorizadas acompanham tecnicamente o ciclo de vida anual da praga e são baseadas em tratamentos químicos, tratamentos mecânicos e tratamentos de captura/monitorização.

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Traças

Traças

Os Lepidópteros são insetos da mesma ordem das borboletas e traças, que atacam grãos armazenados e roupas, sendo as últimas chamadas de traças das roupas.

As traças de roupas são insetos pertencentes à Ordem dos Lepidópteros e à família Tineidae. Possuem coloração clara, um corpo volumoso e comprimento entre os 1,2 e 1,5 cm. Voam pouco e quando pousam, as asas permanecem abertas e as antenas são filiformes, isto é, todos os segmentos apresentam o mesmo diâmetro, da base até o cimo, semelhante a um fio.

Têm hábitos noturnos e não são atraídas pela luz, sendo encontradas em locais escuros tais como armários e gavetas. O seu ciclo de vida, por regra, é de uma geração ano.

O seu desenvolvimento é influenciado pela humidade, sendo o ambiente ideal com uma humidade relativa próxima dos 75%, temperatura alta e de pouca claridade.

As fêmeas depositam uma média de 40 a 50 ovos num período de 2 a 3 semanas, morrendo logo após a postura. Os ovos, que possuem uma secreção adesiva, ficam colados às fibras dos tecidos das roupas. As larvas têm um comprimento máximo de 20 mm, uma coloração branco sujo e a cabeça castanha. Estas sofrem de 5 a 45 mudas, dependendo da temperatura ambiente e do tipo de alimento disponível. A larva antes de passar à fase de crisálida pode percorrer grandes distâncias.

De forma característica, a larva tece um casulo de seda com 15 a 20mm de tamanho, em forma de losango.

A sua alimentação consiste em materiais que contenham lã, penas, pelos, couro, poeira, papel e, ocasionalmente, algodão, linho, seda e fibras sintéticas.

Para prevenir o ataque destes insetos voadores ou evitar que sua população aumente, devem-se tomar as seguintes medidas:

  • Manter as instalações sempre limpas será a forma mais adequada para prevenir e controlar.
  • Nunca deixar roupas e tapetes empilhados em locais escuros por muito tempo, retirando-os, periodicamente, para banho de sol ou lavagem.
  • Nunca guardar roupa usada dentro do guarda-roupa; lavar e passar com ferro quente antes de a guardar, pois assim os ovos serão mortos.
  • Passar o aspirador, utilizando o bico adequado para frestas, nos locais de difícil acesso para a vassoura ou espanador, sendo os casulos aspirados e evitando danos e reinfestações.
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Método MM
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De forma a prevenir ou minimizar as infestações produzidas por traças, deveremos proceder a uma inspeção de todos os produtos alimentares que trazemos para as nossas casas. Esta inspeção é extremamente importante quando adquirimos alimentos para os nossos animais de companhia ou alimentos baseados em grãos de cereais.

Tenha a certeza que inspeciona as suas roupas, móveis e plantas, de forma a visualizar formas imaturas (larvas) deste inseto voador.

Outra forma efetiva de limitar a entrada de traças para os edifícios é usar as luzes exteriores apenas quando necessário, pois esta luminosidade atrai numerosas espécies de traças e outros insetos voadores.

Em sua casa nunca deixe roupas e tapetes empilhados em locais escuros por muito tempo; deverá retirá-los, periodicamente, para um banho de sol ou lavagem. Adicionalmente, nunca guarde roupa usada dentro do guarda-roupa; deverá lavar e passar com ferro quente antes de a guardar, pois assim os ovos da traça da roupa serão eliminados.

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Na MM Desinfecções dispomos de técnicos com um vasto know how que permite identificar taxonomicamente a espécie que em determinado momento produz a infestação.

A identificação da espécie é de extrema importância pois irá definir o método integrado de controlo.

Normalmente, o método de controlo para eliminar a infestação é adaptado à realidade de cada edifício e passará pela sinergia de formas de monitorização/controlo e de controlo químico.

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Aranhas

Aranhas

As Aranhas pertencem ao Filo dos Artrópodes, ao subfilo dos Queliceromorfos e à Classe dos Aracnídeos. À semelhança dos restantes artrópodes, apresentam o corpo revestido por um exosqueleto quitinoso, ou seja, a estrutura do corpo é conferida por um revestimento externo, mais ou menos rígido, constituído essencialmente por quitina.

São conhecidas, atualmente, cerca de 39.000 espécies de Aranhas em todo o mundo com as mais variadas formas, tamanhos, adaptações e estilos de vida. O ciclo de vida das aranhas varia consideravelmente consoante a espécie.

Os ovos são esféricos e raramente ultrapassam um milímetro de diâmetro. Apresentam, geralmente, uma coloração branca, creme ou amarela e nunca são deixados diretamente expostos ao meio ambiente. São depositados em grupos compactos e envoltos com seda. A esse invólucro e respectivos ovos, dá-se o nome de ooteca. Cada ooteca pode conter um número variável de ovos entre 2 a 2.000.

O facto de os ovos se encontrarem protegidos por uma ooteca possui várias vantagens, como a manutenção da humidade e temperatura no seu interior, protegendo os mesmos de grandes variações. Outra vantagem é a proteção que oferece contra predadores de ovos ou parasitas. A seda, por ter propriedades antibióticas, protege também os ovos de serem atacados por fungos e bactérias.

Algumas Aranhas habitam frequentemente as nossas casas, outras fazem-no apenas ocasionalmente, mas são extremamente abundantes e convivem connosco diariamente.

Aquelas que encontramos com maior frequência são: Filistata insidiatrix, Holocnemus pluchei, Oecobius, Pholcus, Spermophora senoculata, Steatoda triangulosa e Tegenaria.

Podem ser encontradas em ombreiras de portas e janelas, móveis, por debaixo de eletrodomésticos, recantos de paredes e tetos, oficinas, celeiros, armazéns, garagens, etc. A melhor forma de as detetar é através das teias.

O seu alimento é constituído por todo o tipo de insetos que possam capturar.

Quase todas as espécies de Aranhas possuem veneno. A capacidade de um animal produzir e injetar substâncias tóxicas nas suas presas ou inimigos, tem evidentes vantagens. Uma arma destas é extremamente útil para a captura de presas mas pode ser igualmente útil para a defesa quando a Aranha se sente em perigo. A função primária do veneno é a rápida imobilização da presa, sendo o efeito letal considerado secundário.

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Algumas espécies de aranhas preferem locais húmidos e normalmente são encontradas em caves ou outros locais húmidos dos edifícios. Contudo, existem outras espécies que preferem locais secos, como condutas de ventilação, tetos, sótãos entre outros. Normalmente, escondem-se sempre em locais escuros.

Alimentam-se sobretudo de insetos e outros aracnídeos.

Normalmente as aranhas migram para os edifícios através de duas vias. Podem invadir os edifícios através de zonas abertas, janelas mal calafetadas, portas, fendas e fissuras. Outra forma de entrada poderá ser um transporte acidental, juntamente com material ou bens provenientes de zonas previamente infestadas.

Prevenir a presença deste inseto baseia-se, regra geral, na implementação de limpezas regulares, nos locais de maior criticidade.

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Contate os técnicos especializados da MM Desinfeções de forma a eliminar infestações produzidas por aranhas.

Os técnicos da MM conduzirão uma inspeção criteriosa, nas áreas que constituem o edifício, e apresentarão um plano de controlo baseado exclusivamente nas necessidades encontradas.

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PRAGAS

Ratos e Ratazanas

Ratos e Ratazanas

Os ratos pertencem à Ordem Rodentia e à família dos Murídeos. Das várias espécies existentes, apenas três delas causam graves prejuízos ao Homem, nomeadamente a ratazana comum, o rato preto e o rato doméstico.

Os Murídeos são provenientes da Ásia. Espalharam-se por todo o mundo através das trocas comerciais aquando da época dos descobrimentos e adaptaram-se facilmente ao ambiente e ao homem.

O seu ciclo biológico caracteriza-se pela reprodução anual, principalmente durante a Primavera e o Outono. As ratazanas têm as suas primeiras crias aos 4 meses de idade, podendo originar 6 gestações por ano. O número de crias varia entre 5 e 10, com uma média de 8 crias para a ratazana comum, 7 para o rato preto e entre 10 e 16 para o rato doméstico. Este último tem as suas primeiras crias aos 2 meses de idade, podendo chegar até 8 gestações por ano.

Um casal de ratazanas pode gerar 200 descendentes durante um ano e no caso do rato doméstico ou do campo pode ir até aos 2.000 por ano. São espécies que apresentam um elevado potencial reprodutivo, permitindo regenerar muito rapidamente uma população.

Do ponto de vista dos hábitos alimentares, são omnívoros mas apresentam preferência por cereais; consomem, diariamente, os alimentos em cerca de 10% do seu peso vivo e necessitam de água. O seu esqueleto é constituído por cartilagens, o que lhes permite penetrar nas instalações por pequenos orifícios ou por debaixo de portões.

Os ratos têm, regra geral, hábitos noturnos, e só se aventuram a sair à luz do dia, quando a população aumenta exponencialmente, tornando o alimento disponível insuficiente para toda a colónia.
Estes mamíferos destroem muito mais do que consomem, pois têm que desgastar os dentes incisivos que crescem continuamente (3mm por semana). São também portadores de várias doenças que podem ser transmitidas ao homem, através da contaminação dos alimentos, (Peste bubónica, Tifo Murino, Doença de Weil, Leptospirose e Triquinosis).

Por tudo isto devemos proceder ao seu controlo, porque para além da destruição das mercadorias, perda de imagem e mal-estar produzido, ainda existe a possibilidade de transmitir graves doenças ao Homem.

A MM no controlo de Murídeos realiza um serviço de acordo com todas as exigências do sistema HACCP, efetuando um Controlo Integrado de Pragas (CIP). 

Sabendo que o meio ambiente tem um equilíbrio delicado e é constantemente objeto das mais diversas ameaças, a MM respeita todas as normas de segurança na realização do serviço de desratização.

Nas instalações são colocadas estações de isco de Alta Segurança, com chave para dificultar a sua abertura e que poderão ser afixadas ao solo. 

Os rodenticidas utilizados são inodoros e aplicados com a maior segurança (fixos dentro das Estações). Para cada uma das espécies são selecionados os rodenticidas e princípios ativos mais indicados, de acordo com os seus hábitos alimentares e o diferente modo de ingestão dos alimentos. 

Com este serviço de assistência continuada,a MM controla os problemas existentes e previne futuras reinfestações que possam vir a ocorrer nas instalações.

Os métodos preventivos são a base do controlo de roedores. Os roedores reproduzem-se rapidamente e pequenas populações transformam-se, rapidamente, num grande problema.

De forma a prevenir estes problemas, mantenha qualquer fonte alimentar protegida dos roedores. Os restos alimentares e os nossos resíduos são fontes potenciadoras de infestação. Deveremos proteger os alimentos em recipientes apropriados, construídos em vidro ou metal, de forma a prevenir a infestação.

Os objetos de cartão são atrativos para os roedores porque é um material que permite a construção dos seus ninhos.

É recomendável que na sequência de uma infestação, provocada por roedores, contacte um profissional de controlo de pragas para conduzir uma desratização. Os profissionais são treinados para controlar e prevenir futuras infestações.

Agende uma visita técnica para se ver livre destes indesejados visitantes.

As ratazanas cuidam de outras ratazanas feridas ou doentes desde que pertencentes ao seu grupo social

Sem companhia, os ratos tendem a tornarem-se solitários e deprimidos

Os ratos têm uma excelente memória. A partir do momento que aprendem uma nova rota, jamais a esquecerão

Quando os ratos estão felizes têm o hábito de ranger os dentes.

O rato vai mais longe que um camelo sem beber um copo de água

Os ratos são animais extremamente asseados. Investem várias horas por dia a cuidar da sua higiene

A cauda de um rato auxilia no seu equilíbrio assim como permite regular a temperatura corporal

Os ratos acompanharam a evolução da ciência pois servem como cobaias

Os ratos sentem variações de humor nos seres humanos

A fêmea e o macho dos ratos diferem no aspeto e na personalidade

Um rato fêmea pode acasalar até 500 vezes com vários machos durante um período de recetividade de 6 horas

Nas grandes cidades existem 4 ratos por cada ser humano

Um rato pode cair de uma altura de 15 metros sem sofrer qualquer tipo de lesão

Praga
Como Prevenir?
Como Eliminar?

Baratas

Baratas

As Baratas pertencem à Ordem Ortóptera e à família dos Blatídeos. Estão entre os insetos mais antigos do nosso Planeta, apresentando, ao longo de milhões de anos menores alterações morfológicas e a maior capacidade de adaptação encontrados à face da Terra. Têm um grande potencial reprodutivo, rápido desenvolvimento de linhagens resistentes aos inseticidas e hábitos noturnos que as protegem da deteção. Existem mais de 3.500 espécies de baratas, mas apenas 1% está associada ao Homem. Em Portugal são três as espécies mais comuns: barata alemã, barata oriental e barata americana.

Os Blatídeos são oriundos dos países tropicais pelo que têm preferência por locais quentes e húmidos. Espalharam-se por todo o mundo através das trocas comerciais e das condições favoráveis que o Homem proporciona para o seu crescimento e reprodução. Possuem hábitos alimentares bastante variados, preferindo alimentos ricos em amido, açúcar ou gordura; podem alimentar-se também de celulose (papel), sangue, insetos mortos, resíduos de lixo, entre outros.

Apresentam o hábito de regurgitar um pouco do alimento parcialmente digerido. A barata alemã habita principalmente cozinhas e despensas, passando 75% do seu tempo em abrigos próximos de fontes alimentares. Percebe-se que um local está infestado através de sinais como fezes, ootecas vazias, exosqueletos e observando-se exemplares em atividade mesmo durante o dia. A barata alemã apresenta um ciclo de vida de 9 meses, fazendo a postura de ootecas, em média, 5 vezes ao longo de sua vida. Cada ooteca contem entre 30 a 40 ovos. Esta grande capacidade reprodutiva permite um rápido desenvolvimento de linhagens resistentes aos inseticidas.

A barata americana normalmente habita locais com muita gordura e matéria orgânica em abundância. Exemplos destes locais são as galerias de esgoto, as caixas de gordura e de inspeção, entre outros. São excelentes voadoras em climas quentes. A barata americana vive entre 2 a 3 anos e faz a postura de ootecas de 10 a 20 vezes, contendo 12 a 20 ovos, cada uma destas estruturas. Quanto mais elevada a temperatura e a humidade, mais rápida será a sua reprodução.

As baratas são mais que um incómodo, contaminando os alimentos e transmitindo doenças ao Homem. Este contágio ocorre através das fezes, da regurgitação, dos cadáveres de baratas e de germes patogénicos, transportados pelas mesmas. Estas evidências são suficientemente fortes para justificar o seu controlo, podendo a sua presença constituir uma ameaça para a saúde humana, perda de imagem de um estabelecimento comercial e o mal-estar dos funcionários.

A MM no controlo de Blatídeos utiliza preparações residuais, conseguindo assim obter um controlo efetivo da espécie a combater. O serviço de desbaratização nas áreas de preparação e confeção de alimentos, é realizado através da aplicação localizada de um isco inseticida em forma de gel, tendo a finalidade de não perturbar o habitual funcionamento e produção.

Deste modo não é necessária a paragem dos funcionários ou máquinas, contribuindo para uma normal atividade. Nas áreas onde não existe um contacto direto com os alimentos, podem ser aplicadas preparações líquidas praticamente inodoras e que não mancham, através de uma pulverização cuidada e localizada.

Como complemento são colocados detetores de Blatídeos em alguns locais específicos, de modo a nos permitir ter um conhecimento concreto da situação nas instalações.

As baratas podem constituir um problema grave, quer na sua casa quer no seu negócio. Para alcançar o sucesso no controlo e para prevenir futuras infestações destas indesejadas espécies, existem aspetos importantes que deverão ser conhecidos.

Existem várias espécies de baratas com importância económica em Portugal. Esta importância está relacionada com os prejuízos que nos podem causar, tanto a nível económico como na saúde pública.

Dependendo das espécies, as baratas podem invadir edifícios através de fendas e fissuras e sistemas de esgotos. Inclusive, poderão ser transportadas nos alimentos que adquirimos.

Estas espécies encontram, junto do homem, todas as condições necessárias para a sua reprodução. Nos nossos edifícios disponibilizámos fontes alimentares, calor, água e abrigos.

Quando temos a oportunidade de visualizar uma barata deveremos perceber que existem muitas mais escondidas e em reprodução ativa. Normalmente, quando visualizamos um barata durante o dia, deveremos considerar que existe uma infestação grave.

As baratas deixam-nos muitas pistas da sua existência. Assim, insetos vivos, insetos mortos, fezes, um odor característico, ootecas, são sinais inequívocos de uma infestação.

As baratas ao libertarem fragmentos dos seus exosqueletos e ao produzem fezes poderão agravar quadros clínicos de alergia, especialmente em crianças e em indivíduos sensíveis.

Devido à grande capacidade adaptativa e reprodutiva das baratas, torna-se imperativo o acompanhamento profissional das infestações, de forma a controlar rapidamente o aumento exponencial das populações.

Existem atualmente várias metodologias para eliminar estes indesejados insetos que, para além da aplicação de biocidas, integram outras formas de luta sugeridas, sempre que aplicável, pelo departamento técnico da MM Desinfecções.

Os dinossauros apareceram no planeta terra 120 milhões de anos após as baratas

A barata consegue sobreviver aproximadamente um mês sem alimento

A barata consegue sobreviver aproximadamente uma semana sem água

Algumas baratas fêmeas apenas acasalam uma vez e permanecem grávidas durante toda a sua vida

A barata sobrevive aproximadamente uma semana sem cabeça

As baratas conseguem suster a respiração por períodos de 40 minutos

As baratas deslocam-se a uma velocidade estonteante de 4,82 km/hora

Existem mais de 4000 espécies de baratas no planeta terra

As baratas podem sobreviver após uma explosão nuclear, pois apresentam grande resistência à radiação

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Formigas

Formigas

As formigas são insetos sociais pertencentes à Ordem dos Himenópteros e à família Formicidae. Vivem no campo, jardins e outros locais, onde constroem um formigueiro no qual a Rainha está constantemente a por ovos, sendo este o principal motivo de atividade por parte dos soldados e obreiras. Apresentam uma maior atividade biológica entre a Primavera e o fim do Verão, introduzindo-se no interior das habitações, fábricas, armazéns e outros locais, em busca de alimentos doces e açucarados e destruindo-os muitas das vezes.
 
A Formiga do jardim (Lasius níger)  apresenta uma dimensão de 3 mm, percorrendo zonas exteriores, por vezes debaixo dos edifícios, podendo alcançar facilmente os nossos alimentos. Os formigueiros encontram-se no solo, em forma de montículos ou debaixo das lousas nos jardins. Alimentam-se, preferencialmente, de substâncias açucaradas, proteínas, gorduras, pequenas moscas e outros insetos similares. O seu olfato está muito desenvolvido permitindo que sigam uma determinada rota em busca de alimentos, infestando as nossas habitações.

A Formiga faraó (Monomorium pharaonis) representa um grave problema em muitos países do mundo. Este pequeno artrópode permanece ativo durante todo o ano na estrutura dos nossos edifícios, infestando hotéis, vivendas, hospitais, laboratórios e outros locais. As infestações podem ser graves e com várias colónias no mesmo edifício, podendo ser desde uma rainha e uma corte de obreiras até centenas de rainhas e centenas de milhares de obreiras. É uma formiga muito pequena; as obreiras medem entre 1,5 a 2 mm, a sua cor varia entre o amarelo e o roxo e a parte traseira do seu abdómen é escura. As obreiras podem percorrer distâncias superiores a 30 metros na procura do alimento.

A Formiga argentina (Iridomyrmen humilis) é de pequeno tamanho e não apresenta uma sociedade estratificada em castas (as obreiras não têm diferenciação morfológica e são todas iguais). Esta espécie não constrói formigueiros e, por vezes, circula de forma isolada. De Verão qualquer abrigo lhe serve, como por exemplo debaixo de uma árvore. No Inverno refugia-se em locais abrigados, nomeadamente pilhas de estrume, paredes e tabiques das casas, entre outros.

A MM no controlo de formigas utiliza preparações residuais, as quais são aplicadas por pulverização localizada no interior e exterior das instalações criando assim uma barreira química que elimina as formigas existentes e previne futuras invasões.

São utilizados iscos em estações de isco próprias em todas as instalações ou em aplicações localizadas nas fendas e ranhuras, debaixo dos armários de cozinha, casas de banho, ar condicionado e principalmente nos locais de alimento e água. Nas instalações de maior dimensão é necessário sinalizar numa planta os locais onde foram colocadas as estações de isco.

O controlo de infestações produzidas por formigas é bastante difícil. É conveniente conhecer a praga de forma a implementar um controlo integrado da mesma e, adicionalmente, prevenir o seu reaparecimento.

As formigas migram para os edifícios, por fissuras e fendas de reduzida dimensão, na procura de alimentos, de água e de substâncias açucaradas.

Estes insetos comunicam através de odores, denominados feromonas, deixando um rasto químico por onde circulam.

As formigas são insetos vincadamente sociais, vivendo em sociedades hierarquizadas. As colónias formadas poderão atingir um número de indivíduos na ordem do meio milhão. Após o estabelecimento da colónia, esta poderá persistir cerca de 10 a 15 anos.

O controlo de formigas requer um conhecimento profundo sobre esta praga. A maioria dos tratamentos “caseiros” apenas elimina as formigas visíveis, não interferindo na colónia de formigas estabelecida. Por esta razão é necessário um acompanhamento técnico das infestações, de forma a implementar um controlo efetivo tanto nas formigas visíveis, como na restante colónia, possibilitando eliminar a infestação na sua origem.

Existem cerca de 12000 espécies de formigas no planeta terra

Uma formiga consegue levantar 100 vezes o seu peso corporal, ou seja, seria como um homem adulto levantar um autocarro…

As formigas são insetos vincadamente sociais

Numa colónia de formigas a rainha poderá viver muitos anos e faz a postura de milhões de ovos

As formigas não têm ouvidos. Sentem os sons ambientes através de vibrações

Quando uma rainha morre a colónia só sobrevirá um número reduzido de meses

No planeta terra existem cerca de 1,5 milhões de formigas para cada ser humano

As formigas apareceram no planeta terra entre 110 a 130 milhões de anos, muito antes que o homem

Existem 10,000,000,000,000,000 (10 quadriliões) de formigas no planeta terra para 7 7.000.000.000.000 (7 biliões) de seres humanos…

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Ácaros

Ácaros

Os ácaros pertencem à subclasse Acarina, a qual engloba um grande número de espécies, sendo as mais importantes a família Pyroglyphidae (ácaros domésticos) e família Tyroglyphidae (ácaros de armazenamento). De tamanho bem reduzido e muitas das vezes invisíveis a olho nu, estes artrópodes alimentam-se de uma grande variedade de substratos, apresentando, na sua forma adulta, quatro pares de patas, ao contrário dos insetos que apresentam 3 pares de patas. 

Vivem de 2 a 3 meses, durante os quais acasalam 1 a 2 vezes. Deste acasalamento originam a uma postura de 20 e 40 ovos. O período mais propício para o acasalamento é a Primavera e o Outono.

Atualmente fala-se muito sobre pessoas alérgicas à poeira, mofo e Ácaros. Mas, o que são Ácaros? São artrópodes, pertencentes à Ordem Aracnídea, a mesma divisão taxonómica das aranhas, carraças e escorpiões.
Os Ácaros são responsáveis por sintomas alérgicos, tais como rinite alérgica, asma e eczemas, que podem variar de indivíduo para indivíduo, dependendo da sua sensibilidade. Calcula-se que a prevalência da sensibilização aos Ácaros, na população geral, seja de cerca de 10 a 20%.

Estas espécies estão associadas a ambientes quentes e húmidos, ideais para o seu desenvolvimento. A transpiração de um ser humano na cama produz humidade suficiente para a existência de Ácaros nos lençóis, almofadas e colchão.

Os Ácaros abundam nos colchões, mantas de lã, almofadas de penas, tapetes, alcatifas, sofás e bonecos de peluche, desenvolvendo-se em condições ótimas com humidade superior a 70% e com uma temperatura superior a 20ºC. Os ácaros não têm condições de sobrevivência quando existe humidade relativa inferior a 45 %. Em altitudes superiores a 1200 metros, os ácaros deixam de ter boas condições de vida. Por este motivo, a estadia em regiões montanhosas pode conduzir ao alívio de certas alergias.

Contudo, os ácaros não atacam somente o homem, atacam também os produtos armazenados, sendo na maioria as mesmas espécies do pó existente nas nossas habitações. Quando presentes nos alimentos, podem deteriorar cereais e outros produtos naturais, consumidos tanto pelo Homem como por animais, podendo causar doenças de pele e distúrbios intestinais.

Alimentam-se de matéria orgânica encontrada na poeira doméstica (fungos, partículas de alimentos), mas a maior parte da sua dieta consiste em escamas de pele humana e de animais, que é substituída diariamente (1 grama) e que possui alto valor proteico. 1 gr de pó pode conter até 3000 Ácaros!

A MM no controlo de Ácaros, dispõem de acaricidas específicos, não tóxicos para o Homem e com capacidade para eliminar os Ácaros domésticos, conseguindo assim obter um controlo efetivo da espécie a combater.

A aplicação da preparação é realizada através de uma pulverização cuidada e uniforme, usando preparações líquidas que não mancham e que são inodoras. Como complemento pode aplicar-se uma nebulização a frio, que se dispersa pelo ar alcançando locais onde os acaricidas líquidos não chegam, melhorando assim o resultado final do serviço.

Para reduzir a existência de Ácaros deve proceder-se a algumas medidas preventivas, como: arejar e limpar a casa, usar o desumidificador e efetuar uma aspiração forte.

A maioria dos ácaros, devido ao seu reduzido tamanho, é de difícil avaliação ou visualização sem a utilização de um equipamento de aumento.

Os ácaros poderão causar irritações cutâneas. Normalmente os sintomas produzidos são avaliados por dermatologistas.

Existem algumas medidas que se podem implementar de forma prevenir infestações produzidas por ácaros:

  • Ventilar frequentemente as divisões das habitações, especialmente no período da manhã;

  • Realizar limpezas frequentes das superfícies. Sugerimos o aspirador em detrimento da vassoura;

  • Na limpeza de móveis, utilizar panos um pouco humedecidos de forma a não espalhar o pó;

  • Os lençóis, edredons, mantas deverão ser lavadas a mais de 50ºC, para controlar os ácaros;

  • Manter a humidade abaixo dos 50% de forma a evitar a proliferação dos ácaros.

Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução para eliminar o problema.

O técnico da MM Desinfecções irá conduzir e implementar o controlo da infestação baseando-se, de forma primordial, numa inspeção criteriosa, localizando as áreas críticas.

Os técnicos da MM Desinfecções são especializados e estão prontos para solucionar qualquer problema de ácaros.

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Percevejos

Percevejos

Os Percevejos das camas pertencem à Ordem dos Hemípteros.

Para quem pensa que dorme sozinho ou no máximo com o(a) companheiro(a), está muito enganado. Milhares de outros organismos como ácaros e até mesmo percevejos podem passar a noite a deliciarem-se do nosso sangue ou pele seca que cai do nosso corpo.

O seu ciclo tem uma duração de 2 a 4 meses, mas por vezes em condições desfavoráveis podem sobreviver até 1 ano sem alimento. Em adulto mede entre 4 e 5 mm, apresenta uma forma oval e achatada, com uma coloração castanha avermelhada.

A fêmea deposita entre 250 e 500 ovos nas fendas e ranhuras de estruturas existentes nos quartos, principalmente das camas.

O Percevejo das camas é um inseto hematófago (alimenta-se de sangue) e de hábitos noturnos. A sua saliva funciona como um anticoagulante podendo provocar reações locais inflamatórias, ou até mesmo alérgicas. Apesar desse hábito alimentar, não existe registo de qualquer doença transmitida ao Homem por este inseto.

A nossa cama é um habitat perfeito para este intruso, pois ai encontra abrigo nas frestas do estrado e da cama, entre as costuras do tecido do colchão e entre as almofadas. Mas não é somente aí que se abriga. Outras frestas e ranhuras existentes nos móveis, nos papéis de parede e nos tecidos para decoração podem, igualmente, servir de esconderijo.

Tanto as ninfas como os adultos necessitam de sangue como alimento. Desta forma, durante a noite, saem dos seus refúgios para se alimentarem no seu hóspede. A sua presença é notada quando surgem picadas pelo corpo, principalmente na região do pescoço; também podem ser observadas gotas de sangue de cor castanha avermelhada nos lençóis, almofadas e colchões.

Deve ser realizada uma inspeção aos potenciais esconderijos destes insetos e, também, tentar descobrir de a proveniência da infestação, já que os Percevejos podem ser transportados nas roupas de cama, malas de viagem e até mesmo nas mobílias transportadas. Uma limpeza com aspiração forte do local em todas as frestas, ranhuras e orifícios e a verificação dos potenciais esconderijos são excelentes medidas para minimizar o problema.

No entanto deve ser contactada uma empresa de Controlo de Pragas para realizar o controlo.

No controlo dos Percevejo das camas são utilizadas preparações residuais, mas que têm também um efeito imediato que garanta um controlo efetivo da espécie a tratar.

A aplicação da preparação é realizada através de uma pulverização localizada, cuidada e uniforme com especial incidência na estrutura da cama, roupeiros, rodapés, quadros, frestas, em suma toda a área envolvente.

Para isso são utilizadas preparações líquidas que não mancham e como complemento é aplicada uma nebulização a frio que vai chegar aos locais mais escondidos. Com este sistema consegue-se obter um resultado imediato e também alguma residualidade que irá prevenir reinfestações.

Os percevejos das camas encontram-se um pouco por todo o lado. E, atualmente, não estão associados somente a más condições de higiene. A globalização capacitou este inseto de uma grande capacidade migratória. Normalmente, hotéis, hostels, escritórios, lojas, habitações e ginásios, são locais estatisticamente críticos no que diz respeito à presença destes indesejados insetos.

Os percevejos, devido à sua forma corporal achatada, escondem-se em locais pouco prováveis, sendo transportados em bagagens, móveis e bens pessoais. Assim que infestam uma zona interior, dificilmente poderão ser controlados sem a ajuda de um especialista. Quanto mais precoce é a sua deteção menor será o custo do seu controlo.

Normalmente os sinais produzidos por uma infestação de percevejos das camas poderão ser vários:

  • Visualização de percevejos; estes insetos assemelham-se à pevide de uma maça, quer no tamanho quer na sua forma;

  • No seu crescimento, os percevejos vão libertando os seus exosqueletos, sendo estes um sinal inequívoco de uma infestação;

  • Após a sua alimentação, os percevejos defecam originando umas pequenas manchas de coloração castanha ou preta.

  • As suas picadas são, também, um sinal inequívoco da sua presença.

Existem algumas sugestões que poderão minimizar e prevenir o risco do seu aparecimento de percevejos no interior de edifícios:

  • Manter os quartos devidamente arrumados, para que seja mais fácil a identificação precoce de uma infestação;

  • Lave e seque toda a roupa da sua cama à temperatura mais alta possível;

  • Inspecione cuidadosamente o mobiliário e outros bens, adquiridos em segunda mão, previamente à sua introdução na sua casa;

  • Inspecione a sua casa, cuidadosamente, após uma viagem, uma mudança ou após receber convidados provenientes de locais já referenciados.

Assim que seja detetada uma infestação, produzida por percevejos, deverá contactar imediatamente uma empresa especializada, de forma a eliminar este indesejado inseto.

A MM Desinfecções disponibilizará um controlo à medida para eliminar a infestação produzida. Estes insetos apresentam uma taxa reprodutiva muito elevada, logo uma deteção precoce é uma importante forma de prevenir e controlar grandes infestações.

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Peixinho de Prata

Peixinho de Prata

A traça dos livros ou peixinho-de-prata pertence à Ordem Thysanura. As espécies mais conhecidas são a Lepisma saccharina e Thermobia domestica. São espécies domésticas que infestam, sobretudo, edifícios. O seu aspeto é semelhante a um peixe prateado, daí um de seus nomes ser "silverfish".

Estes insetos são desprovidos de asas, apresentam o corpo alongado, com apêndices caudais longos e delgados, muito característicos.

O nome da ordem significa: thysanus (do grego, franja ou fimbria) e oura (do grego, cauda).

A espécie Lepisma saccharina apresenta uma coloração cinzenta, mede aproximadamente 1,3 cm de comprimento e é encontrada frequentemente em lugares húmidos e frescos. A Thermobia doméstica apresenta uma coloração bronzeada ou parda e tem uma dimensão idêntica ao Lepisma. Frequenta, habitualmente, lugares quentes, preferindo fornalhas, aquecedores e tubos de calefação.

Alimentam-se de todos os tipos de substâncias amiláceas e habitualmente tornam-se pragas. Nas bibliotecas alimentam-se do amido dos livros, encadernações e etiquetas. Nas residências alimentam-se do amido de roupas, cortinas, lençóis, sedas e da pasta de amido do papel de parede. Em armazéns alimentam-se de papel, vegetais e alimentos que contenham amido. Raramente atacam roupas de lã e outros produtos de origem animal.

Apresentam, geralmente, hábitos noturnos, sendo ativas à noite e escondendo-se durante o dia, evitando contacto direto com a luz. Assim, ao acender-se uma luz, procuram esconder-se em frestas ou atrás de móveis e quadros.

Espécies do género Lepisma podem viver de 2 a 3 anos, enquanto espécies de Ctenolepisma, apresentam uma longevidade de 7 a 8 anos, ou seja, podem fazer parte da nossa família por um longo período de tempo.

No seu desenvolvimento, os jovens assemelham-se aos adultos e crescem sem sofrer metamorfoses. Do ovo sai uma forma jovem que cresce e sofre diversas mudas até atingir a fase adulta. O tempo de desenvolvimento, no nosso clima, é de cerca de um ano.

Estas espécies podem produzir enormes danos nas roupas e papéis.

MM no controlo de Peixinho-de-prata utiliza preparações residuais, conseguindo assim obter um controlo efetivo da espécie a controlar.

A aplicação da preparação é realizada através de uma pulverização cuidada e uniforme usando preparações líquidas que não mancham, em fendas e ranhuras, ao redor de estantes, interior e exterior de armários, despensas e outras áreas infestadas ou possíveis de serem infestadas, eliminando os insetos adultos e larvas.

Como complemento é realizada uma nebulização a frio ou Termo nebulização, que se dispersa pelo ar atingindo os locais onde as preparações líquidas não chegam melhorando assim o resultado final do serviço.

Com uma capacidade adaptativa muito elevada, o peixinho-de-prata vive associado a vários climas preferindo, contudo, locais escuros e húmidos como caves, sótãos, cozinhas e casas de banho. São atraídos especialmente por papel e roupas.

Alimentam-se, sobretudo, de hidratos de carbono, nomeadamente açucares, amido, celulose, a cola das lombadas dos livros, linho, seda, entre outros. Perante esta realidade, é fácil perceber que nos podem causar prejuízos avultados tanto em ambientes domésticos como em ambientes industriais e/ou públicos.

Esta praga apresenta hábitos noturnos e quando encontram um ambiente com temperatura e humidade convenientes, reproduzem-se muito ativamente. Assim, uma das formas basilares de controlar e prevenir este agente infestante é controlar a humidade ambiente. Paralelamente hábitos de limpeza regulares poderão ajudar a controlar precocemente uma infestação no se início.

Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução para eliminar o problema.

A MM Desinfecções dispõe de técnicos devidamente formados e com vasta experiência no controlo destes agentes infestantes, quer em ambiente doméstico, quer em ambiente comercial.

Atuamos segundo uma metodologia integrada no controlo desta praga. Dispomos de dispositivos que permitem, de uma forma precoce, monitorizar a atividade destes seres vivos.

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Pulgas

Pulgas

As Pulgas são insetos pertencentes à Ordem Siphonaptera e produzem, através da sua picada, um grande incómodo nos seus hospedeiros, nomeadamente o homem ou animais de estimação.

São pequenos insetos ectoparasitas de aves e mamíferos, medem geralmente menos de 5 milímetros de comprimento e as suas partes bocais são adaptadas para cortar a pele e sugar o sangue do hospedeiro. Não têm asas mas possuem pernas extremamente fortes, especialmente o par posterior, o que possibilita que se movam rapidamente e pulem distâncias muito maiores que o comprimento de seu corpo; os seus olhos são reduzidos ou mesmo ausentes.

A falta de movimento numa habitação, durante as férias ou num período em que o imóvel não é utilizado, é fator determinante numa infestação de Pulgas.

A fêmea deposita várias centenas de ovos no hospedeiro, alguns dos quais caem em fendas e ranhuras. Decorrida uma a duas semanas, estes ovos eclodem permitindo a saída de larvas que se alimentam de restos de sangue. Estas tecem um casulo transformando-se em pupa por um período de tempo indeterminado. Quando detetam um animal de sangue quente, através das suas vibrações e da libertação de dióxido de carbono, proveniente da respiração, rompem o casulo e atacam. Podem alimentar-se várias vezes ao dia do seu sangue mas também podem sobreviver vários meses sem alimento. Os ovos e as pupas são "impermeáveis" a inseticidas cuja ação se restringe às larvas e aos adultos. Assim o controlo desta espécie deve ser efetuado tanto através de medidas preventivas como curativas.

Podem causar desconforto ao homem e aos seus animais domésticos mas também problemas de saúde tais como dermatites alérgicas, viroses, vermes e doenças causadas por bactérias (peste Bubónica, tularemia e salmoneloses). Apesar das picadas serem raramente sentidas, a irritação causada pelas secreções salivares pode agravar-se em alguns indivíduos, que podem sofrer uma reação severa resultante de infeções secundárias ocasionadas pela ação de coçar a área irritada. Picadas no tornozelo e pernas podem, em algumas pessoas, causar dor que pode durar alguns minutos horas ou dias, dependendo da sensibilidade do indivíduo.

A reação típica da picada é a formação de uma pequena mancha dura avermelhada com um ponto no seu centro. As espécies mais comuns são: Pulex irritans, que ataca mais o homem, podendo no entanto alimentar-se de outros hospedeiros; Xenopsylla cheopis, denominada pulga do rato; Ctenocephalides felis, conhecida por pulga do gato e Ctenocephalides canis, a pulga do cão.

A MM no controlo de Pulgas utiliza preparações residuais conseguindo assim obter um controlo efetivo da espécie a combater. A aplicação da preparação é realizada através de uma pulverização cuidada e uniforme usando preparações líquidas que não mancham.

Estas vão penetrar nas fendas e ranhuras assim como em carpetes e tapeçarias, eliminando os insetos adultos e as suas larvas.

Nas áreas tratadas não poderão ficar pessoas ou animais por um período mínimo de vinte e quatro horas, passado esse tempo o Cliente deve proceder a uma forte aspiração eliminando assim os insetos mortos e os seus ovos, de seguida deve eliminar o saco do aspirador deitando-o para o lixo.

Quando existem animais de estimação, após a realização do serviço os mesmos devem de ser desparasitados para evitar novas reinfestações.

As pulgas são ectoparasitas e necessitam de uma refeição de sangue para sobreviverem. Assim, muitas das pulgas infestam edifícios e habitações porque são transportadas em animais domésticos e no próprio homem.

A forma mais efetiva de prevenir a infestação, produzida por pulgas, no inferior de um edifício ou de uma habitação, é eliminar a atividade biológica das pulgas em áreas exteriores, utilizando o controlo químico nas estruturas/superfícies e o controlo veterinário nos animais.

Existem muitos sinais que indicam uma infestação produzida por pulgas. O primeiro sinal é a reação dos animais domésticos às pulgas. Quando estas existem, os animais domésticos coçam repetidamente o corpo. Esta situação é causada pelo desconforto provocado pela picada da pulga. Outro sinal importante, da presença deste indesejado agente infestante, são as picadas produzidas no ser humano.

Existem algumas medidas preventivas que permitem reduzir a possibilidade de infestações. De seguida enumerámos alguns exemplos práticos:

  • Banhos regulares dos animais domésticos;

  • Recurso a tratamentos veterinários preventivos/curativos;

  • Aspirações constantes, com recurso a um forte aspirador, e uma higiene profunda dos espaços, permite reduzir drasticamente a população existente, pois elimina ovos, larvas, pupas e adultos das pulgas;

  • Lavar e secar frequentemente as camas dos animais.

Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução.

O técnico da MM Desinfecções irá conduzir e implementar o controlo da infestação baseando-se, de forma primordial, numa inspeção criteriosa, de forma a localizar as áreas críticas, onde as formas imaturas da pulga se encontram.

Após a inspeção, é possível identificar a espécie de pulga responsável pela infestação. Normalmente, esta espécie está associada à presença de um animal doméstico que normalmente constitui a fonte alimentar da população das pulgas existentes. Quando os animais domésticos são a fonte de infestação, paralelamente ao controlo das pulgas nas áreas críticas, deverá ser realizado um tratamento veterinário.

Por vezes a fonte de infestação está associada à presença de roedores, indicando a necessidade de controlar e eliminar a atividade destes últimos.

A pulga faz uma postura de cerca de 2000 ovos durante a sua vida

A pulga pode viver mais de 100 dias sem uma refeição

A pulga femêa consome diariamente 15 vezes o seu peso corporal em sangue

A pulga consegue saltar 20,32 cm em altura ou aproximadamente 150 vezes a sua altura

Existem cerca de 2000 espécies e subespécies de pulgas

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Térmitas

Térmitas

As térmitas são insetos xilófagos que existem na Terra há muito mais tempo que o próprio homem. Já foram encontrados restos fossilizados destes insetos em formações geológicas datadas de 55 milhões de anos. Existem mais de 2.200 espécies descritas em todo o mundo mas somente 4% causam problemas no meio urbano.

No nosso país existem principalmente duas espécies: Reticulitermes lucifugus (térmitas subterrâneas) e Kalotermes flavicollis (térmitas da madeira seca). Ambas as espécies são nativas da região mediterrânea sendo a primeira a mais comum. São vulgarmente conhecidas por formiga-branca mas as térmitas pertencem à ordem Isóptera e as formigas à ordem Himenóptera. Desde que o homem começou a construir habitações ou estruturas de madeira, é que se conhecem os danos causados por este inseto. A denominação térmita tem origem no latim "Termes" e era utilizada pelos romanos ao referirem-se ao "verme da madeira", quando estas infestavam estruturas de madeira.

Uma colónia de térmitas subterrâneas é uma das mais sofisticadas sociedades de insetos e uma das mais perigosas. Esta sociedade, constituída por vários milhares de insetos, apresentam obreiras ou operárias que providenciam a alimentação e a manutenção da colónia, soldados que protegem e defendem a termiteira, e a rainha que pode realizar a postura de 20.000 ovos por dia.

Este é um excelente exército com que nos confrontamos. As obreiras e os soldados podem penetrar nas instalações por pequenos orifícios, para causarem graves destruições nos interiores das construções. A solução para esta ameaça é realizar um tratamento preventivo da área, onde irá ser construído o edifício antes da construção dos seus alicerces, ou tratar logo que o problema é identificado (tratamento curativo).

É um inseto branco ou branco-marfim, com 1 a 4 mm de comprimento; muito ativo desloca-se em fila sempre a coberto da luz, seja no interior da madeira, no solo ou no interior de “tubos” de aspeto característico, geralmente de cor castanha, construídos com partículas terrosas e com dejetos cimentados com secreções salivares. Vive numa sociedade organizada, através de um sistema de castas (colónia), desempenhando, o elemento de cada casta, um determinado papel no agregado: o de reprodutor, de obreira e de soldado.

Rapidamente a rainha deixa de trabalhar ficando as obreiras encarregues da sua alimentação. Este facto possibilita à rainha dilatar, em muito, o seu abdómen, aumentando a capacidade de produzir ovos, ficando imóvel junto ao macho na câmara real (estrutura dedicada exclusivamente à postura de vários milhões de ovos). A formação das diferentes castas é determinada por feromonas transmitidas a todos os membros da colónia.

Método MM

As térmitas subterrâneas vivem e estabelecem colónias no solo. No solo encontram a humidade necessária para sobreviverem e podem construir túneis para alcançar pontos de alimentação: os nossos edifícios!

Normalmente os edifícios e sobretudo as nossas habitações são um grande investimento, senão o mais importante das nossas vidas. As térmitas causam prejuízos, por vezes irrecuperáveis, nesses investimentos tão importantes.

Existem algumas sugestões que, após implementação, poderão prevenir uma infestação produzida por térmitas. Neste sentido sugerimos o seguinte:

  • Eliminar fontes de humidade nos edifícios;

  • Assegurar que a drenagem das habitações se encontra limpa e efetiva;

  • Armazenar as pilhas de madeira, utilizadas para o nosso aquecimento, numa zona exterior à habitação;

  • Avaliar outros sinais de infestação.

A única forma de eliminar uma infestação produzida por térmitas é através da prestação profissional de serviços de controlo de pragas. A MM Desinfeções apresenta 20 anos de experiência no controlo integrado deste xilófago e poderá apresentar um plano de controlo direcionado e exclusivamente delineado tendo em conta as necessidades de cada edifício.

Não deixe as térmitas destruir a sua habitação. Peça já o auxílio de um especialista!

As térmitas vivem em colónias

Os soldados e as obreiras das termitas são completamente cegos, porque vivem na escuridão

A térmita rainha vive entre 15 a 25 anos e faz a postura de um ovo de 15 em 15 segundos, resultando em 30.000 ovos por dia

Cada colónia de térmitas pode albergar 3 milhões de térmitas

Por cada ser humano existem 453 kg de térmitas. 453 kg é o peso de uma vaca adulta.

As térmitas alimentam-se de celulose, constituinte da madeira

A termitas existem há mais de 130 milhões de anos e descendem de um insecto próximo da barata

As térmitas têm um sofisticado sistema de comunicação

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Processionária do Pinheiro

Processionária do Pinheiro

Os pinheiros e os cedros servem de hospedeiros a uma lagarta da família Thaumetopoidea, género Thaumetopoea, e espécie Thaumetopoea pityocampa, que causa por vezes grandes danos em vastas áreas florestais, sendo por muitos considerado o agente mais destrutivo dos pinhais a seguir aos incêndios.

Os seus efeitos nefastos não se restringem a estas espécies florestais mas a muitas espécies animais que com ela contactam. Na fauna doméstica, o cão e o gato são objeto de consulta veterinária frequente pelos efeitos alérgicos que a Processionária neles provoca.

O seu ciclo de vida compreende diversas fases ao logo de todo o ano, algumas delas inofensivas para os seres acabados de referir. A lagarta, propriamente dita, eclode dos ovos depositados nas copas dos pinheiros em meados de Setembro. A partir daqui vai sofrer uma evolução constante até ao estádio em que, pela sua constituição anatómica e fisiológica, é capaz de desencadear reações alérgicas em muitos dos seres vivos que com ela contactam, incluindo o ser humano. Toda esta evolução ocorre em cinco fases, sendo a partir da terceira (em meados de Novembro) que lagartas provenientes de diversas posturas constroem o seu ninho de resistência capaz de enfrentar o frio do Inverno que se avizinha.

É então que, desde meados de Fevereiro até fins de Maio (com oscilações provocadas pelas condições climatéricas), as lagartas descem das copas das árvores hospedeiras até ao solo, em procissão (daí o nome comum de Processionária) normalmente liderada por uma fêmea.

Terminada a procissão, as lagartas dão início à fase subterrânea do seu desenvolvimento, enterrando-se a alguns centímetros de profundidade do solo. Em climas frios, estas procuram as zonas expostas ao sol, enquanto em climas quentes preferem as zonas sombrias. Aqui evoluem para o estádio de pupa ou crisálida que, desde finais de Junho até Agosto, sofrem uma metamorfose originando as borboletas (inseto adulto) que acasalam entre si. As fêmeas depositam os seus ovos nas copas dos pinheiros, fechando assim o seu ciclo biológico.

Método MM

Em ambiente urbano, este inseto impõe uma vigilância constante e um controlo urgente e atempado, sobretudo em caso de ataques severos e sucessivos, dadas as consequências que pode trazer em termos de saúde pública. As lagartas libertam milhares de pelos urticantes que se espalham pelo ar, podendo causar graves reações alérgicas no Homem e animais e, em casos extremos, a morte.

Como método preventivo do aparecimento da praga, aconselha-se a colocação de armadilhas sexuais para captura das borboletas macho nos pinheiros normalmente atacados, antes do final da Primavera.

A colocação e monitorização das armadilhas sexuais deverá ser realizada por técnicos com experiência na condução deste tipo de actividade.

Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução para eliminar e/ou controlar a indesejada presença da Processionária do Pinheiro.

As metodologias existentes e autorizadas acompanham tecnicamente o ciclo de vida anual da praga e são baseadas em tratamentos químicos, tratamentos mecânicos e tratamentos de captura/monitorização.

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Moscas

Moscas

As Moscas pertencem à Ordem Díptera e à família Muscidae. Possuem apenas um par de asas membranosas, correspondente às asas anteriores, daí o nome da ordem (di = duas, ptera = asas). Os Dípteros pertencem a um dos quatro maiores grupos de organismos vivos, existindo mais Moscas do que vertebrados. Só não existem nas regiões Ártica e Antárctica.

Conhecem-se aproximadamente 120.000 espécies e estima-se que existam mais de 1 milhão de espécies. O fóssil mais antigo data de 225 milhões de anos.

Do ponto de vista benéfico alguns Dípteros são importantes para o homem, sendo utilizados para estudos genéticos ou para o controlo biológico de plantas daninhas.

Algumas Moscas são hematófagas (alimentam-se de sangue), como por exemplo, a mosca-dos-estábulos, mas algumas mesmo não sendo hematófagas, como a Mosca doméstica e a Mosca varejeira, são de grande importância como vetores mecânicos. Podem veicular os agentes patogénicos nas patas, após pousarem em superfícies contaminadas por estes germes e, posteriormente, pousarem nos nossos alimentos, transmitindo, dessa forma, várias doenças.

As moscas são muito comuns em áreas rurais e urbanas. No ambiente urbano algumas espécies adaptaram-se bem às condições criadas pelo homem mantendo uma dependência chamada de sinantropia. Alimentam-se de fezes, produtos animais e vegetais em decomposição, açúcar entre outros. A mosca segrega uma substância sobre o alimento para poder ingeri-lo, visto que consegue ingerir alimentos sólidos, somente matéria na forma líquida ou pastosa. É ativa durante o dia e repousa à noite.

Método MM

É de extrema importância identificar os locais onde as moscas depositaram os seus ovos. Pode ser tão simples como um balde do lixo destapado ou o recipiente de alimentação do seu cão, existente no pátio.

Os locais usuais de reprodução deverão ser higienizados ou removidos.

O técnico da MM Desinfecções é treinado para identificar os locais usuais de reprodução das moscas. Adicionalmente, irá sugerir medidas estruturais, que deverão ser implementadas, de forma a impedir a entrada destes insetos voadores para os edifícios.

O próximo passo é o controlo das moscas na sua fase adulta. Dependendo da situação poderemos utilizar insetocaçadores, armadilhas ou a aplicação de inseticidas, de forma a eliminar esta indesejada praga.

Existem cerca de 120000 espécies de moscas no planeta terra

Uma mosca fêmea faz a postura de cerca de 3000 ovos durante o seu curto ciclo de vida

As moscas vivem em média 21 dias e apresentam várias formas durante o seu ciclo de vida

A mosca doméstica é a mais comum das espécies. São vetores de cerca de 100 doenças diferentes, como sejam a febre tifoide, tuberculose, disenteria entre outras.

As moscas domésticas defecam em cada quatro a cinco minutos, espalhando doenças

As moscas domésticas poderão viajar 30 km na procura de alimento

A mosca doméstica voa a uma velocidade máxima de 8 km/hora

Em voo a mosca doméstica bate as asas cerca de 20000 vezes por minuto

A mosca doméstica tem uma visão omnidirecional

Nos meses de reprodução (Abril a Setembro) os descendentes de um casal de moscas, se sobrevivessem e se reproduzissem normalmente, originariam 191.000.000.000.000.000.000 descendentes.

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Como Prevenir?
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Mosquitos

Mosquitos

Os Mosquitos pertencem à Ordem Díptera e à Família Culicidae e Anopheles. Os mosquitos nutrem-se da seiva de plantas e somente a fêmea pica por necessitar de sangue para a postura maturação dos seus ovos. A necessidade de sugar sangue é que resulta na transmissão de diversas doenças ao homem.

O Mosquito Culex incomoda, irrita e faz com que noites mal dormidas interfiram na vida das pessoas mas, até ao momento, não é considerado vetor de microrganismos patogénicos. O Aedes, entretanto, pode ser vetor de vírus e Febre-amarela quando se apresenta infetado. Ao picar uma pessoa doente, adquire o vírus que se multiplica no seu organismo e depois transmite-o a outras pessoas através da sua picada.

Método MM

Os mosquitos são atraídos por fontes de água estagnada, pelo calor, pelos gases exalados do nosso corpo e por determinados odores (perfumes, loções, entre outros).

De forma a evitar e prevenir o ataque destes indesejados insetos voadores, deveremos usar roupas que tapam totalmente o nosso corpo, usar repelentes devidamente aprovados e apagar as luzes exteriores durante o período noturno. Deveremos, igualmente, eliminar formas de entrada destes insetos voadores nos edifícios devendo para tal aplicar redes mosquiteiras em portas e janelas. Finalmente, deveremos eliminar zonas de reprodução ou proliferação dos mosquitos, removendo águas estagnadas de caleiras, pneus velhos, baldes, piscinas, entre outros.

Normalmente o controlo de mosquitos é integrado (Controlo Integrado de Pragas), já que são reduzidas todas as fontes de reprodução (águas estagnadas), assim como é feito um controlo químico, sempre que necessário.

O plano de tratamento, com o objetivo de eliminar destes indesejados insetos, tem início numa abordagem realizada pelo técnico de Pest Control onde é identificado o tipo de mosquito causador dos problemas. Assim que a identificação é realizada, o técnico prepara um plano de controlo integrado, através de recomendações e, se necessário, integrando o controlo químico. Esta operação é baseada nas seguintes etapas:

  • Elaboração de um diagrama, do local em causa, que demonstra os atuais ou potenciais locais de desenvolvimento dos mosquitos;

  • Recomendações que impedem os mosquitos de entrarem no edifício;

  • Recomendações relacionadas com a gestão de vegetação espontânea

  • Uso de biocidas:

    • Aplicação de inseticidas no suporte vegetal;

    • Aplicação de inibidores de crescimento de insetos em meio aquoso;

    • Aplicação de inseticidas biológicos em meio aquoso.

Os mosquitos apareceram no planeta terra há 400 milhões de anos, muito antes do que o homem

Existem cerca de 2.700 espécies de mosquitos

O peso médio de um mosquito é de 2,5 miligramas

Em cada picada do mosquito são retirados 0.000005 litros de sangue do hospedeiro

Os mosquitos descobrem os hospedeiros através da radiação infravermelha emitida por corpos quentes

Os mosquitos descobrem os hospedeiros através de sinais químicos, nomeadamente, dióxido de carbono, ácido láctico, entre outros, a uma distância de 25 a 35 metros

Os mosquitos podem voar 2,5 km por hora

Existem mosquitos que podem migrar 60 km por uma refeição

Seres humanos mais altos tendem a ser mais atrativos para os mosquitos porque produzem uma maior quantidade de dióxido de carbono e ácido láctico

Em noites de lua cheia a atividade dos mosquitos aumenta em cerca de 50%

Os mosquitos são os animais mais mortíferos à face da terra, apresentando-se como vetores de doenças como a malária, dengue, febre-amarela, zyka vírus, entre outras

Apenas a fêmea dos mosquitos ataca os humanos e os animais. Os machos alimentam-se do néctar das flores

Em voo as asas do mosquito batem 300 a 600 vezes por segundo. Este facto explica o barulho irritante que fazem antes de atacarem

Um mosquito adulto pode viver 5 a 6 meses

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Aves

Aves

O Pombo comum (Columba livia) é uma ave bastante comum em áreas urbanas e teve origem na Eurásia e África. Foi criado por asiáticos desde a antiguidade mais remota (há imagens datadas de 4.500 A.C. que o representam na Mesopotâmia). Os faraós tinham-no ao seu serviço há mais de 3000 anos A.C.. Eles sabiam da sua grande resistência e o espantoso sentido de orientação, usando-os como mensageiros. Mais tarde passou a ser valorizado pelo sabor da sua carne e pela sua beleza decorativa.

A sua plumagem é normalmente em tons de cinzento mais claro nas asas que no peito e cabeça com a cauda riscada de negro e o pescoço esverdeado. Caracteriza-se em geral por reflexos metálicos na plumagem, cabeça e pés pequenos, bicos com elevação na base e a ponta deste em forma de gancho. O bico é curto e fino com aproximadamente 38 mm de comprimento. Alimenta-se de sementes, grãos e frutos e nas cidades do que estiver disponível nas ruas, incluindo o lixo.

São portadores de ácaros e carraças e vítimas habituais de viroses e outras moléstias. É considerado um grave problema ambiental pois compete por alimento com as espécies nativas. Os seus excrementos causam odores desagradáveis, danos em fachadas de monumentos, viaturas, roupas e pode transmitir doenças ao homem. Atualmente estão catalogadas 57 doenças como sendo transmitidas pelos pombos: toxoplasmose, histoplasmose, salmonela, criptococoze, etc...

A Gaivota é uma espécie oportunista de grande plasticidade adaptativa e competitiva, utilizando quase todo o tipo de alimentos, e com um elevado potencial reprodutor, pelo que facilmente atinge proporções de praga.

É bem conhecida a voracidade das gaivotas e a sua capacidade de ingerirem praticamente tudo o que encontram, tornando-as frequentadoras assíduas dos mais variados locais onde subsistam resíduos da atividade humana. É uma espécie oportunista, que inclui na sua dieta itens tão variados como restos de animais mortos, crustáceos, aves jovens, ovos e insetos.

Em 20 anos a população de gaivotas quase triplicou em Portugal e o mesmo aconteceu em Inglaterra, França, Itália e Espanha. 

A população de gaivotas tem vindo a aumentar exponencialmente desde meados do século XX, tornando a sua presença claramente notada nas principais cidades costeiras europeias, principalmente, desde a década de 80. Existem já milhares de gaivotas que nascem, vivem, reproduzem-se e morrem nas cidades, sem nunca experimentar a vida ‘selvagem’: são as «gaivotas urbanas».

O aumento do número de gaivotas nas cidades levanta questões de saúde pública e ambiental e tem levado, cada vez mais, a reclamações de munícipes e turistas pela incomodidade provocada pelo seu ruído; pelos estragos no revestimento/pintura de edifícios e veículos (devido aos dejetos); pela sua agressividade, revelada em ataques a pessoas; pelo entupimento de caleiras e algerozes com penas e dejetos, restos de alimentos e material usado na construção dos ninhos (podendo originar inundações nos edifícios); e pelos estragos nas roupas (estendidas e em transeuntes).

Método MM

Prevenir infestações provocadas por aves apenas é possível quando compreendemos qual a razão para as aves selecionarem determinado local para habitar.

As aves irão nidificar e persistir em qualquer superfície que está disponível, como sejam telhados e beirais. Estes seres vivos procuram áreas elevadas de forma a evitar os seus predadores naturais.

As soluções para o controlo de aves variam entre soluções físicas e soluções sensoriais.

As soluções físicas são constituídas por barreiras baseadas em estruturas metálicas ou redes, que impedem que as aves permaneçam ou nidifiquem em alguma área.

As operações de controlo sensoriais são baseadas em aparelhos de dissuasão sónica e ultrassónica, dissuasão visual, réplicas de predadores, aversões ao paladar e alterações na paisagem.

Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução para eliminar e/ou controlar a indesejada presença das aves.

O técnico da MM Desinfecções irá conduzir e implementar o controlo da infestação baseando-se, de forma primordial, numa inspeção criteriosa, localizando as áreas críticas onde as aves permanecem e nidificam.

Após a inspeção é possível identificar a espécie de ave responsável pela infestação. A MM Desinfeções apresenta 20 anos de experiência no controlo integrado de aves e poderá apresentar um plano de controlo direcionado e exclusivamente delineado tendo em conta as necessidades de cada edifício.

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Insetos Produtos Armazenados

Insetos Produtos Armazenados

Os insetos dos produtos armazenados, de interesse profissional, existem sob condições muito específicas. A sua atividade biológica, associada aos produtos armazenados, origina uma depreciação qualitativa e quantitativa causando perda de peso e diminuição do seu valor comercial. Os insetos ao infestarem os produtos armazenados encontram alimento em quantidade e qualidade, abrigo, temperatura e humidade favoráveis. Estas espécies apresentam um elevado potencial reprodutivo e alta capacidade adaptativa. Encontram-se geralmente em produtos secos tais como frutas secas, especiarias, massas, farinha, pão, vegetais secos, grão moído ou inteiro, alimentos para animais, nozes, doces, pastas, queijos e outros produtos similares.

Os Insetos dos produtos armazenados destroem mais do que o que consomem, tornando assim impróprios alguns alimentos para o consumo humano. São as mais importantes pragas em grãos armazenados porque causam danos em cerca de 10% da produção mundial de grãos. São também importantes nas habitações, como “pragas das despensas”, onde se encontram no interior de pacotes de cereais, especiarias e outros alimentos.

Algumas destas espécies têm origem durante as colheitas no campo, enquanto outras infestam os alimentos durante o seu processamento e armazenamento. Estas pragas podem voar para os edifícios desde o exterior, ou migrarem de outras zonas interiores já infestadas.

Muitas destas espécies são de origem tropical ou subtropical, pelo que se reproduzem melhor em condições quentes e húmidas. Não conseguem sobreviver muito tempo a baixas temperaturas e normalmente não hibernam; poucas espécies conseguem sobreviver a temperaturas superiores a 35ºC e normalmente não fazem posturas de ovos a temperaturas inferiores a 15,5ºC. No entanto existem alguns ácaros que conseguem reproduzir-se a temperaturas entre os 4,4ºC e os 10ºC, se as condições de humidade forem as adequadas.

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Os produtos agrícolas poderão ser atacados por pragas, tanto no campo como nas unidades de armazenamento.

Estas infestações poderão ser produzidas por traças, gorgulhos, ácaros, entre outros. Todos estes insetos produzem avultados prejuízos nos produtos e subprodutos agrícolas e o seu controlo deverá ser permanentemente equacionado.

É possível avaliar a presença de uma infestação, produzida por insetos dos produtos armazenados, quando visualizámos insetos mortos ou em atividade biológica e quando visualizámos prejuízos provocados nos produtos.

Estas infestações induzem graves prejuízos em produtos alimentares, prejudicando a imagem do seu negócio, inutilizando bens alimentares e, por conseguinte, traduzindo-se em problemas legais devido ao incumprimentos das exigências dos referenciais normativos relativos à segurança alimentar.

Do ponto de vista preventivo existem algumas sugestões que enumerámos de seguida:

  • Implementar serviços frequentes de uma empresa especializada no controlo de pragas;

  • Monitorização de atividade biológica produzida por agentes infestantes associados aos produtos armazenados;

  • Implementação de processos de higienização regulares;

  • Sensibilização e formação de colaborardes associados a estas áreas de negócio.

Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução para eliminar o problema.

O técnico da MM Desinfecções irá conduzir e implementar o controlo da infestação baseando-se, de forma primordial, numa inspeção criteriosa, localizando as áreas críticas.

Após a inspeção, é possível identificar a espécie responsável pela infestação.

Os técnicos da MM Desinfecções são especializados e estão prontos para solucionar qualquer problema de pragas em produtos armazenados.

Normalmente, o método de controlo para eliminar a infestação é adaptado à realidade de cada edifício e passará pela sinergia de formas de monitorização/controlo e de controlo químico.

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Caruncho da Madeira

Caruncho da Madeira

Os carunchos ou carcomas da madeira são insetos pertencentes à Ordem Coleóptera.

A madeira está presente na nossa sociedade sob várias formas (móveis, construções, objetos de arte, monumentos, entre outras). Sendo em numerosos casos um magnífico material, é essencial o conhecimento da sua qualidade por parte de quem a pretenda utilizar corretamente. Em determinadas circunstâncias a madeira é um dos materiais mais duradouros conhecidos pelo homem, por outro lado quando as condições são desfavoráveis, pode desaparecer sem deixar rasto em poucos anos.

A madeira é muitas vezes atacada por carunchos. Este ataque é efetuado do interior da madeira aplicada para o exterior, o que torna mais difícil detetar a infestação precocemente.

Os insetos adultos, de pequeno tamanho e cores escuras, têm uma curta vida após a procriação e não se alimentam da madeira. Os estragos são feitos pelas larvas destes insetos.

O Hylotrupes bajulus é a praga que, do ponto de vista económico, pode causar maiores danos nas estruturas de madeira. Os insetos adultos saem do interior da madeira, no período de mais elevada temperatura, acasalam e a fêmea inicia a postura dos ovos. Os ovos eclodem ao fim de aproximadamente 14 dias e as larvas aumentam a perfuração para o interior da madeira, continuando a alimentar-se por um período de 3 a 4 anos.

O Anobium punctatum é uma praga muito comum na madeira, estando presente principalmente nas casas antigas. Os insetos adultos saem do interior da madeira no Verão e, passado pouco tempo, acasalam. A fêmea inicia a postura dos ovos nas fendas, ranhuras e orifícios já existentes na madeira. Os ovos eclodem passadas 3 ou 4 semanas e as larvas começam logo a alimentarem-se da madeira por um período que pode variar de 2 a 3 anos.

O Caruncho pode ser um sério problema na perspetiva económica, mas é ao destruir o nosso mobiliário e a madeira que serve de alicerce na construção das nossas casas, colocando em risco a nossa segurança e aumentando a nossa preocupação.

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A madeira está presente na nossa sociedade através de várias formas (móveis, construções, objetos de arte, monumentos, entre outras).

Sendo em numerosos casos um magnífico material, é essencial o conhecimento da sua qualidade por parte de quem a pretenda utilizar corretamente.

Em determinadas circunstâncias a madeira é um dos materiais mais duradouros conhecidos pelo homem; por outro lado quando as condições são desfavoráveis, pode desaparecer, sem deixar rasto, em poucos anos.

A madeira é muitas vezes atacada por carunchos. Este ataque é efetuado do interior da madeira para o exterior, o que torna difícil detetar precocemente a infestação.

É difícil prevenir uma infestação produzida por caruncho da madeira. No entanto sugerimos o seguinte:

  • Inspecione cuidadosamente o mobiliário e outros bens, adquiridos em segunda mão, previamente à sua introdução na sua casa;

  • Verifique a produção de pó associada a mobiliário e pisos de soalho;

  • Evite humedecer as madeiras, seja na limpeza ou por mero acidente;

  • Peça ajuda a um profissional logo que detete algum facto anormal associado às estruturas de madeira.

Assim que seja detetada uma infestação, produzida por carunchos da madeira, deverá contactar imediatamente uma empresa especializada de forma a eliminar este indesejado inseto.

A MM Desinfecções disponibilizará um controlo à medida para eliminar a infestação. Estes insetos apresentam uma taxa reprodutiva muito elevada, logo uma deteção precoce é importante de forma a prevenir e controlar grandes infestações e, por consequência, evitar prejuízos avultados nas estruturas construídas em madeira.

Para controlar e eliminar os carunchos da madeira dispomos de várias metodologias, baseadas em técnicas preventivas ou curativas, como sejam o expurgo, a injeção de inseticida sob pressão, entre outras.

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Vespas

Vespas

As vespas pertencem à ordem dos Himenópteros e à família Vespidae. A maioria das espécies possui coloração preta com manchas amarelas e variam entre os 10 e os 25 mm de comprimento. São bem conhecidas pela sua dolorosa picada. Estas espécies tentam defender os ninhos, estruturas denominadas vespeiros, através das suas picadas.

Constroem os ninhos das mais diversas formas, mas por norma são compostos por várias células hexagonais que ficam dentro de um envelope semelhante ao papel e, normalmente, localizam-se em locais abertos presos a galhos de árvores, sob telhados ou qualquer outro local protegido. Das cerca de 30.000 espécies conhecidas, a grande maioria não constrói ninhos, e são chamadas de espécies solitárias. Muitas vespas solitárias escavam o solo com as suas mandíbulas e constroem um túnel que termina num buraco chamado cela. Outras espécies de vespas solitárias não escavam o chão para fazer seus “ninhos”, constroem-nos em pequenos buracos no solo, fendas nas paredes de casas, buracos nos troncos e galhos de árvores.

Por causa do grande número de espécies e também da variedade de comportamentos atípicos que as vespas solitárias apresentam, elas são objeto de estudo em todo o mundo.

A vespa caça insetos ou aracnídeos e consegue paralisar as suas presas utilizando o veneno (a sua composição é pouco conhecida) que injeta durante a ferroada. A vespa carrega a presa para o ninho e deposita os ovos sobre o seu corpo. Do ovo nasce uma pequena larva que se alimenta do corpo dos insetos ou aranhas até se tornar uma vespa adulta.

Os acidentes podem causar manifestações alérgicas (mesmo com uma só picada) ou tóxicas (múltiplas picadas). Os sinais são vários: locais (dor aguda, vermelhão, comichão e edema por várias horas ou dias); regionais (são de início lento e podem chegar a limitar a mobilidade de um membro); sistémicos (enxaqueca, vertigens, calafrios, agitação psicomotora, sensação de opressão torácica, rinite, edema da laringe, rouquidão); digestivos (comichão no palato ou na faringe, edema dos lábios, língua, náuseas, vómitos e diarreia); cardiovasculares (a hipotensão é o sinal maior, manifestando-se por tontura ou insuficiência postural até o colapso vascular total).

Nos acidentes causados por enxame, o retirar dos ferrões da pele deve ser feito por raspagem com uma lâmina e não recorrer ao uso de uma pinça, pois a compressão poderá espremer a glândula ligada ao ferrão e inocular no paciente o veneno ainda existente.

Algumas espécies de vespas são bastante populares, travando verdadeiras “lutas” com as aranhas e por isso despertam grande curiosidade nos humanos. Na maioria das vezes, a vespa é a grande vencedora.

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Normalmente, as vespas aproveitam os espaços existentes nas estruturas dos edifícios para construíram o seu ninho. Assim, limitar as aberturas existentes nos edifícios, que comunicam com o interior, é uma medida preventiva e crítica no controlo deste agente infestante. As vespas estabelecem colónias nos edifícios devido à procura de uma fonte alimentar, de um local para construir um ninho, de um local seguro para hibernar ou por mera casualidade.

O controlo destes agentes infestantes, quer seja necessário no interior ou no exterior dos edifícios, deverá ser conduzido por um profissional, com a devida experiência.

Na MM Desinfecções dispomos de técnicos devidamente formados para estas operações e que possuem os equipamentos de proteção e de aplicação de biocidas que permitem uma atuação segura e eficaz para eliminar as infestações emergentes.

Sempre que as vespas constituem um problema, deverá contactar um profissional de controlo de pragas de forma a ser realizado um levantamento criterioso, possibilitando, posteriormente, a escolha da metodologia mais coerente.

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Escaravelho da Palmeira

Escaravelho da Palmeira

O Rhynchophorus ferrugineus, vulgarmente designado por escaravelho da palmeira, é um insecto da Ordem Coleóptera que constitui presentemente uma praga associada às palmeiras. Originária da Ásia e que atacou, numa primeira fase, coqueiros, expandiu-se rapidamente para o Oriente Médio, atingindo o norte do Egipto. Desde de 1994 existem registos da sua presença em toda a costa mediterrânica. A sua presença em Portugal foi confirmada no Verão de 2007.

Provocando uma mortalidade massiva nas plantas infestadas, destrói milhares de palmeiras num curto espaço de tempo. O seu hospedeiro preferencial é a palmeira da espécie Phoenix canariensis, atacando, igualmente, outras espécies do género Phoenix, e género Washingtonia.

O impacto que esta praga pode produzir ao nível paisagístico, em Portugal e especificamente no Algarve, é tremendo já que as espécies de palmeiras que possuem características de hospedeiro para a praga estão presentes, abundantemente, na via pública e em propriedades particulares.

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Prevenir a infestação provocada pelo escaravelho da palmeira não é uma tarefa fácil!

No entanto sugerimos algumas questões que deverão ser observadas. Uma vez que o escaravelho realiza a postura dos ovos nos tecidos mais recentes da palmeira, deveremos evitar realizar cortes e feridas no tronco da palmeira, contribuindo assim para a redução da infestação. Na eventualidade de existirem feridas estas devem ser tratadas com produtos apropriados de forma a induzir a cicatrização e proteção. Também se deve evitar o transporte e movimentação de folhas ou restos de palmeiras infestadas, que devem ser eliminadas no local.

Quando existe uma infestação ativa, o recurso a um profissional de controlo de pragas é a única solução para eliminar e/ou controlar a indesejada presença do Escaravelho da Palmeira.

As metodologias existentes e autorizadas acompanham tecnicamente o ciclo de vida anual da praga e são baseadas em tratamentos químicos, tratamentos mecânicos e tratamentos de captura/monitorização.

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Traças

Traças

Os Lepidópteros são insetos da mesma ordem das borboletas e traças, que atacam grãos armazenados e roupas, sendo as últimas chamadas de traças das roupas.

As traças de roupas são insetos pertencentes à Ordem dos Lepidópteros e à família Tineidae. Possuem coloração clara, um corpo volumoso e comprimento entre os 1,2 e 1,5 cm. Voam pouco e quando pousam, as asas permanecem abertas e as antenas são filiformes, isto é, todos os segmentos apresentam o mesmo diâmetro, da base até o cimo, semelhante a um fio.

Têm hábitos noturnos e não são atraídas pela luz, sendo encontradas em locais escuros tais como armários e gavetas. O seu ciclo de vida, por regra, é de uma geração ano.

O seu desenvolvimento é influenciado pela humidade, sendo o ambiente ideal com uma humidade relativa próxima dos 75%, temperatura alta e de pouca claridade.

As fêmeas depositam uma média de 40 a 50 ovos num período de 2 a 3 semanas, morrendo logo após a postura. Os ovos, que possuem uma secreção adesiva, ficam colados às fibras dos tecidos das roupas. As larvas têm um comprimento máximo de 20 mm, uma coloração branco sujo e a cabeça castanha. Estas sofrem de 5 a 45 mudas, dependendo da temperatura ambiente e do tipo de alimento disponível. A larva antes de passar à fase de crisálida pode percorrer grandes distâncias.

De forma característica, a larva tece um casulo de seda com 15 a 20mm de tamanho, em forma de losango.

A sua alimentação consiste em materiais que contenham lã, penas, pelos, couro, poeira, papel e, ocasionalmente, algodão, linho, seda e fibras sintéticas.

Para prevenir o ataque destes insetos voadores ou evitar que sua população aumente, devem-se tomar as seguintes medidas:

  • Manter as instalações sempre limpas será a forma mais adequada para prevenir e controlar.
  • Nunca deixar roupas e tapetes empilhados em locais escuros por muito tempo, retirando-os, periodicamente, para banho de sol ou lavagem.
  • Nunca guardar roupa usada dentro do guarda-roupa; lavar e passar com ferro quente antes de a guardar, pois assim os ovos serão mortos.
  • Passar o aspirador, utilizando o bico adequado para frestas, nos locais de difícil acesso para a vassoura ou espanador, sendo os casulos aspirados e evitando danos e reinfestações.
Método MM

De forma a prevenir ou minimizar as infestações produzidas por traças, deveremos proceder a uma inspeção de todos os produtos alimentares que trazemos para as nossas casas. Esta inspeção é extremamente importante quando adquirimos alimentos para os nossos animais de companhia ou alimentos baseados em grãos de cereais.

Tenha a certeza que inspeciona as suas roupas, móveis e plantas, de forma a visualizar formas imaturas (larvas) deste inseto voador.

Outra forma efetiva de limitar a entrada de traças para os edifícios é usar as luzes exteriores apenas quando necessário, pois esta luminosidade atrai numerosas espécies de traças e outros insetos voadores.

Em sua casa nunca deixe roupas e tapetes empilhados em locais escuros por muito tempo; deverá retirá-los, periodicamente, para um banho de sol ou lavagem. Adicionalmente, nunca guarde roupa usada dentro do guarda-roupa; deverá lavar e passar com ferro quente antes de a guardar, pois assim os ovos da traça da roupa serão eliminados.

Na MM Desinfecções dispomos de técnicos com um vasto know how que permite identificar taxonomicamente a espécie que em determinado momento produz a infestação.

A identificação da espécie é de extrema importância pois irá definir o método integrado de controlo.

Normalmente, o método de controlo para eliminar a infestação é adaptado à realidade de cada edifício e passará pela sinergia de formas de monitorização/controlo e de controlo químico.

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Aranhas

Aranhas

As Aranhas pertencem ao Filo dos Artrópodes, ao subfilo dos Queliceromorfos e à Classe dos Aracnídeos. À semelhança dos restantes artrópodes, apresentam o corpo revestido por um exosqueleto quitinoso, ou seja, a estrutura do corpo é conferida por um revestimento externo, mais ou menos rígido, constituído essencialmente por quitina.

São conhecidas, atualmente, cerca de 39.000 espécies de Aranhas em todo o mundo com as mais variadas formas, tamanhos, adaptações e estilos de vida. O ciclo de vida das aranhas varia consideravelmente consoante a espécie.

Os ovos são esféricos e raramente ultrapassam um milímetro de diâmetro. Apresentam, geralmente, uma coloração branca, creme ou amarela e nunca são deixados diretamente expostos ao meio ambiente. São depositados em grupos compactos e envoltos com seda. A esse invólucro e respectivos ovos, dá-se o nome de ooteca. Cada ooteca pode conter um número variável de ovos entre 2 a 2.000.

O facto de os ovos se encontrarem protegidos por uma ooteca possui várias vantagens, como a manutenção da humidade e temperatura no seu interior, protegendo os mesmos de grandes variações. Outra vantagem é a proteção que oferece contra predadores de ovos ou parasitas. A seda, por ter propriedades antibióticas, protege também os ovos de serem atacados por fungos e bactérias.

Algumas Aranhas habitam frequentemente as nossas casas, outras fazem-no apenas ocasionalmente, mas são extremamente abundantes e convivem connosco diariamente.

Aquelas que encontramos com maior frequência são: Filistata insidiatrix, Holocnemus pluchei, Oecobius, Pholcus, Spermophora senoculata, Steatoda triangulosa e Tegenaria.

Podem ser encontradas em ombreiras de portas e janelas, móveis, por debaixo de eletrodomésticos, recantos de paredes e tetos, oficinas, celeiros, armazéns, garagens, etc. A melhor forma de as detetar é através das teias.

O seu alimento é constituído por todo o tipo de insetos que possam capturar.

Quase todas as espécies de Aranhas possuem veneno. A capacidade de um animal produzir e injetar substâncias tóxicas nas suas presas ou inimigos, tem evidentes vantagens. Uma arma destas é extremamente útil para a captura de presas mas pode ser igualmente útil para a defesa quando a Aranha se sente em perigo. A função primária do veneno é a rápida imobilização da presa, sendo o efeito letal considerado secundário.

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Algumas espécies de aranhas preferem locais húmidos e normalmente são encontradas em caves ou outros locais húmidos dos edifícios. Contudo, existem outras espécies que preferem locais secos, como condutas de ventilação, tetos, sótãos entre outros. Normalmente, escondem-se sempre em locais escuros.

Alimentam-se sobretudo de insetos e outros aracnídeos.

Normalmente as aranhas migram para os edifícios através de duas vias. Podem invadir os edifícios através de zonas abertas, janelas mal calafetadas, portas, fendas e fissuras. Outra forma de entrada poderá ser um transporte acidental, juntamente com material ou bens provenientes de zonas previamente infestadas.

Prevenir a presença deste inseto baseia-se, regra geral, na implementação de limpezas regulares, nos locais de maior criticidade.

Contate os técnicos especializados da MM Desinfeções de forma a eliminar infestações produzidas por aranhas.

Os técnicos da MM conduzirão uma inspeção criteriosa, nas áreas que constituem o edifício, e apresentarão um plano de controlo baseado exclusivamente nas necessidades encontradas.

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PERGUNTAS FREQUENTES

O que é o controlo de pragas?

Definem-se como pragas urbanas aquelas que afetam os núcleos urbanos, perturbando as atividades que ali se desenvolvem, o meio envolvente, podendo contribuir para a transmissão de doenças infectocontagiosas, perturbando o habitat e o bem-estar humano. O controlo das pragas urbanas tem como finalidade a proteção da saúde e do bem-estar das populações e do património.
A abordagem MM assenta no Controlo Integrado de Pragas, que é uma alternativa mais atualizada, tecnicamente mais adequada, ecologicamente mais correta e segura para a obtenção do controlo de pragas urbanas. Esta abordagem consiste em:

Tenho de encerrar o meu negócio ou sair de casa para a realização do serviço de controlo de pragas?

Na abordagem MM, todo o processo de análise que permite a implementação do controlo de pragas é idealizado a pensar no bem-estar dos nossos parceiros. Assim, são adequadas estratégias que permitem realizar a prestação de serviços, reduzindo, na maioria das situações, ou mesmo anulando as paragens forçadas nos locais onde atuámos.

Todos os serviços da MM apresentam garantia?

Todas as operações de controlo de pragas realizadas são abrangidas por uma garantia adequada.

Na abordagem MM, analisámos o seu caso de forma direcionada, reunindo todas as informações que permitirão responder às suas necessidades.

Os produtos utilizados podem causar danos para a saúde pública ou meio ambiente?

Todos os biocidas utilizados na abordagem MM estão devidamente homologados, em território nacional, pelos organismos responsáveis (DGS e DGAV). Estes biocidas são caracterizados por uma literatura técnica que descreve todo o processo a observar na sua utilização, informações escrupulosamente respeitadas pela MM Desinfecções.
Adicionalmente, todos os biocidas são administrados por técnicos credenciados e com uma formação técnica contínua e frequente. Em duas décadas de atividade, orgulhamo-nos de nunca ter originado problemas de saúde pública ou problemas ambientais, decorrentes da prestação de serviço.

Quais os cuidados a ter numa desinfestação?

Todo o protocolo desenvolvido é comunicado ao cliente, antes e após os tratamentos, e todos os cuidados a observar são devidamente registados e remetidos.
A MM Desinfecções implementa metodologias preventivas e curativas de controlo de pragas que visam o controlo de agentes infestantes alvo, não causando qualquer tipo de prejuízo para o homem, animais domésticos e ecossistema.

Como reconhecer uma empresa que possui competências para a realização da prestação de serviços de controlo de pragas?

As empresas que prestam este tipo de serviço de controlo de pragas especializado, em diversos locais, devem possuir técnicos especializados e certificados, resentando sempre uma atitude profissional e sensível à natureza de cada situação.
Uma empresa competente deverá possuir formação e conhecimento sobre agentes infestantes, metodologia de controlo de pragas, segurança, uso correto de biocidas, equipamentos e metodologias de trabalho, de forma a adequar estratégias eficientes em cada situação específica.
Usando equipamentos especiais e de vanguarda, biocidas de alto nível e equipamento de proteção individual específico, os técnicos da MM Desinfecções controlam os agentes infestantes. Após a conclusão da desinfestação, todos os resíduos produzidos serão entregues a uma empresa certificada para o seu respetivo tratamento legal, assim como será emitido um relatório e um certificado de serviço.
Promovendo continuamente a satisfação dos nossos clientes, procedemos à reorganização e reestruturação da MM e, no sentido de uma melhoria contínua, certificámo-nos pela Qualidade segundo a NP EN ISO 9001 e pela Higiene e Segurança segundo OHSAS 18001 a 18 de Agosto de 2006

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